Montag, 28. Juni 2010

Dicas de Beleza

Fonte: e todos os crédito da da http://organizacao-domestica.blogspot.com/

TRUQUES E DICAS- RECEITAS SOS BELEZA

Esqueceu-se do champô , o seu esfoliante chegou ao fim , nao é um problema, nestas situações de emergência deite a mão a ingredientes de cozinha.

Casca de limão e óleo para o corpo

Depois de um banho reparou que o seu creme hidratante chegou ao fim, a solução não passa
em deixar a pela áspera. O corpo ficará aveludado com uma mistura muito simples e que se prepara rapidamente. A receita é : meia chávena de casca de limão bem ralada misturada com meia chávena de óleo
vegetal. Aqueça um pouco , sem deixar ferver e quando arrefecer é só passar pela pele.


Òleo de amêndoas doces como desmaquilhante
Tem maquilhagem, e o seu desmaquilhante habitual não consegue tirar com eficácia todos os
resíduos, sugiro que experimente o conhecido òleo de amêndoas doces. Deite duas gotas num algodão humedecido com água morna e passe por os olhos, para melhores resultados faça-o de cima para baixo em direcção ás pestanas.


Cerveja para o cabelo
Não tem acondicionador em casa? Recorra a 1/8 litro de cervejaque terá o mesmo efeito.
Lave o cabelo como habitualmente e com ele ainda húmido massaje a cerveja por toda a cabeça.
De seguida penteie o cabelo que ficará com a forma desejada.


Mel para os lábios
Quando estão secos , ásperoas é necessário ajuda, caso não tenha baton do cieiro, recorra ao mel.
nte bem os lábios com o mel que tem um efeito imediato e balsâmico. O mel contém vitaminas , minerais e enzimas que oferecem a hidratação para os lábios.


Máscara de clara de ovo
Baça e flácida e sem vida é como fica a pele do rosto, após um longo dia de trabalho.
Faça uma máscara: bata uma clara de ovo em castelo e misture duas colheres de sopa de mel.
Aplique com um pincel sobre o rosto que deve estar bem limpo e sem vestigios de maquilhage.


Mostarda para os pés

Os sapatos estão apertados e esteve o dia todo em pé?
Nestes casos a mostarda em grão tem um efeito calmante. Basta deitar três colheres de chá num pouco de água até obter uma espécie de papa. Verta o preparado em água bem quente e mergulhe aí os pés
durante pelo menos 15 minutos. De seguida passe-os por água e massaje-os com um creme hidratante.

O desenvolvimento do bebê, mês a mês - BEBE


EDUCAÇÃO

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O desenvolvimento do bebê, mês a mês
Quando ele vai ficar sentado, vair rolar, engatinhar ou falar? A vida dos pais, em especial os de primeira viagem, é rodeada de perguntas. É comum querer saber quando isso ou aquilo vai acontecer. Para isso, elaboramos um pequeno guia com as principais mudanças de cada fase do desenvolvimento da criança nos seus primeiros meses de vida
Por Andreza Emília Marino
É natural que os pais tenham muitas dúvidas sobre o comportamento e o desenvolvimento de seus bebês e, por causa disso, a consulta ao pediatra costuma ser um momento bastante esperado.

O desenvolvimento motor e de linguagem dos pequenos segue margens de normalidade esperadas a cada fase. Isto é, podem variar de criança para criança, mas existe um tempo máximo para cada situação ocorrer. “Quando os pais notarem algum tipo de estagnação, precisam conversar imediatamente com o pediatra, pois são sinais a investigar. É como se um alerta acendesse e é preciso analisar caso a caso”, explica Durval Daniel Filho, pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo.

Qualquer desvio da normalidade, ou atraso no desenvolvimento, responderá melhor à reabilitação quanto mais jovem for a criança. Contam pontos na hora de otimizar o cérebro infantil brincar, conversar bastante e estimular por meio de carinhos, dar beijos, mostrar figuras, fazer massagens na hora do banho e demais coisas que armazenam na memória o amor dos pais. Veja a seguir o que seu filho deve estar apto a fazer a cada fase do seu desenvolvimento.

Primeiro mês
É comum no primeiro mês o bebê acompanhar ruídos e objetos com os olhos. Ele também fixa o olhar no olhar do outro. É “durinho”, com a chamada hipertonia fisiológica. Ao colocarmos um objeto em suas mãos, ele as fecha rapidamente, por reflexo.



Fontes: Angélica Maria Bicudo Zeferino, professora doutora de pediatria da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; Durval Daniel Filho, pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein; Maria Esther Ceccon, chefe da Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas; e Saada Ellovitch, neuropediatra do Hospital Samaritano.

Alongamentos que previnem a dor nas costas - Boa Forma

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Alongamentos que previnem a dor nas costas
Por Thais Szego| Fotos Eduardo Svezia


Faça em casa e sinta o alívio
1. Movimento 1

Dobre o pescoço levando o queixo em direção ao peito. Em seguida, com o pescoço reto, faça uma rotação de um lado para o outro. Por fim, dobre o pescoço para um lado e para o outro, levando a orelha em direção ao ombro. Faça cinco repetições de cada movimento.




2. Movimento 2

De pé, com as pernas separadas na linha dos ombros e o abdômen contraído, desloque o quadril para o lado esquerdo, enquanto leva o braço esquerdo acima da cabeça. Repita o movimento para o lado direito. Faça dez repetições do exercício, alternando os lados.




3. Movimento 3

Deite-se de barriga para baixo. Em seguida, apoie as mãos no chão, na linha dos ombros, e estique os braços, fazendo com que as costas formem um arco. Não use os músculos das costas para realizar o movimento. O corpo deve ser sustentado pelos braços. Faça dez repetições.





4. Movimento 4

Deitado de barriga para cima, dobre o joelho direito e abrace a perna, levando a coxa em direção ao peito. Segure por 30 segundos. Em seguida, faça o mesmo com a perna esquerda. Por fim, junte as duas. Faça duas séries.




5. Movimento 5

Deite-se e estique a perna direita para cima. Em seguida, segure uma toalha, deixando cada ponta em uma mão, e passe-a sobre a sola do pé que está no alto. Use o tecido para ajudá-lo a forçar a coxa em direção ao peito. Segure por 30 segundos. Repita o movimento com a outra perna. Faça três séries.




6. Movimento 6

De pé, fique de frente para um banco ou uma cadeira. Coloque o calcanhar direito sobre o assento, apoie as mãos sobre o joelho e dobre a cintura, levando o peito em direção à perna. Segure por dez segundos e troque o lado. Faça três séries.


INTERCONEXÃO, A ÚLTIMA FRONTEIRA MENTAL - Bons Fluídos



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Aqui morao silêncio


INTERCONEXÃO, A ÚLTIMA FRONTEIRA MENTAL

De maneira geral, a Vipassana busca a interconexão entre a alma e o corpo por intermédio das sensações. A técnica consiste em “escanear” mentalmente todas as partes do corpo e observar atentamente as sensações em determinadas áreas. É necessário que o estudante imagine uma divisão em pequenas partes e transporte sua consciência até elas. É um exercício de precisão muito difícil. A acuidade mental evolui de forma progressiva até o último dia. Todos se sentem equilibrados e a concentração nos exercícios é total. As dores tornam-se toleráveis. O fim do curso é calmo e estável, como se o tempo não existisse. Após os dias de aprendizado sem nenhum diálogo, as conversas entre os meditadores são permitidas. Elas acontecem de maneira calma e com um tom alegre. A distância em relação ao mundo exterior e a profunda introspecção alcançada modificaram todos. É perceptível. “O desafio real para mim será aplicar a atenção e a equanimidade quando não estiver meditando, quando estiver no mundo real interagindo com as pessoas e com a vida”, relata o psicólogo inglês Mark Donati.

Estar ao lado de uma centena de aprendizes, em absoluto silêncio durante dez dias, sentados, concentrados no firme propósito de ultrapassar seus limites foi algo sublime. Neste momento, após todas as trocas de experiências, a alegria que as pessoas sentem por terem conseguido superar os limites da dor e finalmente ultrapassado as barreiras mentais, que sequer sabiam que existiam, é tão grande que as palavras não fazem mais sentido. É hora de preencher o vazio com o silêncio e regressar ao mundo exterior.

PARA SABER MAIS:
www.saopaulo.br.dhamma.org.

Balzaquiana, a mulher de 30 anos - Romance do escritor Honoré de Balzac retrata a jovem senhora do século 19 por Angélica Moura

Romance do escritor Honoré de Balzac retrata a jovem senhora do século 19
por Angélica Moura

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Que balzaquiana é sinônimo de mulher de 30 anos, ninguém discute e nunca discutiu, nem nos tempos do francês Honoré de Balzac (1799-1850). O que é discutível de lá para cá são os adjetivos que compõem o estigma - ou o elogio - que o termo representa. Em 20 de maio, comemoram-se os 210 anos de nascimento do escritor, dono de um respeitável conjunto de obras que inclui ficção e filosofia. De todo seu legado, nenhum foi tão perene quanto a expressão "balzaquiana", que nunca envelheceu, ao contrário das mulheres de 30, que inevitavelmente tiveram ou terão que se despedir do apelido literário para serem chamadas de quarentonas, cinquentonas ou coroas.

Balzac duplicou a idade do amor. Até então, na ficção ou na vida real, o amor era privilégio das jovens. "Balzac valorizou a mulher mais velha, expressando sua vitalidade e mostrando-a como sedutora", explica Maria Cecília Queiroz de Moraes Pinto, professora de Literatura Francesa da USP.
A Mulher de 30 Anos é um romance escrito entre 1828 e 1844, época em que a sociedade francesa assistia ao período de Restauração, após a queda de Napoleão Bonaparte, em 1815, e início das mudanças sociais provocadas pela Revolução Francesa. Os valores burgueses aparecem na literatura. Os personagens Carlos de Vandenesse e Julia D’Aiglemont apaixonam-se perdidamente. Ambos têm 30 anos, mas Carlos é um "homem jovem" e Julia uma mulher "mais velha". Ela é tão submissa que seu recato e resignação encantam o rapaz. Ele tece uma vasta lista de comparações entre jovens e maduras e, em todos os quesitos, a balzaquiana é superior.

Universo feminino
As transformações em dois séculos

Vida longa à Rainha do lar

Hoje parece estranho dizer que uma mulher de 30 anos está velha. Mas, no século 19, não haveria nada de anormal em um comentário assim.A expectativa de vida da francesa era de 40 anos. No Brasil, a balzaquiana estaria literalmente com o pé na cova, pois vivia somente até os 27 anos. Fatores como a descoberta da penicilina, a cura da tuberculose e avanços da ciência dobraram a longevidade feminina. Hoje mulheres de todo o mundo vivem, em média, até os 75 anos de idade.

Amor e castidade

Na aristocracia, fidelidade e recato não eram qualidades indispensáveis a uma moça de família. Os casamentos eram por conveniência e ter amantes era normal. A sociedade burguesa instaurou a união por amor. Castidade e submissão passam a ser o maior tesouro das mulheres. Elas protagonizam romances, como explica Sandra Vasconcelos, professora de Literatura Inglesa da USP, mas “confinadas à esfera privada. Na literatura e na ficção, elas eram modestas, humildes e delicadas”.

Do espartilho à plástica

No século 19, o espartilho ainda era soberano. A moda era usar vestidos colados na cintura que exaltassem os quadris, o busto avantajado, no chamado perfil em “S”. O embelezamento se prestava mais a dignificar e elevar o status da mulher que a fazer com que ela se sentisse efetivamente mais bonita. Hoje, a busca da beleza independe do status e está intimamente ligada a brigar contra o tempo. Silicone e botox são as atuais fontes da juventude.

Grandes Momentos -Livros

Grandes Momentos
Houve uma vez um... verão do amor
A onda hippie varreu os Estados Unidos no fim da década de 1960 com muitas cores, drogas e psicodelia. O movimento "Paz e Amor" renovou a rebeldia, ajudou a forjar a contracultura e se espalhou pelo mundo
por Márcio Pinheiro


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Se o movimento hippie tem uma certidão de nascimento, é esta: 14 de janeiro de 1967, no parque da Golden Gate, em São Francisco. Foi lá que uma multidão calculada em 30 mil pessoas se reuniu para uma das manifestações mais amplas e democráticas de todos os tempos, o Human Be-In, criando não apenas um evento político-cultural mas também dando forma ao que depois seria conhecido como happening - e que se transformaria num símbolo de todos os protestos. O caráter anárquico fez com que num mesmo local estivessem reunidos representantes das tribos mais distintas: dos motoqueiros durões do Hell’s Angels ao pacificismo dos flower-power, havia espaço ainda para os que defendiam o despertar de uma nova consciência ecológica, o uso de drogas como forma de expansão da mente ou o aprofundamento de uma política voltada mais para o coletivo e menos para o individual. Com lideranças como o poeta beat Allen Ginsberg, o evento foi uma ousada e inteligente operação de marketing. Combinando energia psíquica e orientalismos zen-budistas, os participantes se propunham a fazer levitar o Pentágono entoando por horas seguidas a sílaba mágica "Om". A plateia daquele encontro da tarde-noite de um sábado do inverno californiano seria o retrato de uma época em que ninguém poderia ser alienado e também uma prévia do que se convencionou chamar de "Verão do Amor", revelando para o público atos e expressões como contracultura e psicodelia. Timothy Leary, o papa do LSD, estava lá e pregou: "Turn on, tune in, drop out". Mas era preciso mais do que ficar ligado, sintonizar-se e saltar fora do sistema.

Os hippies surgiram como uma espécie de linha evolutiva dos beatniks dos anos 50. A "gestação" ocorreu a partir de meados da década seguinte, no entorno do cruzamento entre as ruas Haight e Ahsbury, em São Francisco. Eram próximos também dos yippies, membros do YIP, Youth International Party, ou Partido Internacional da Juventude. Na teia de grupos da contracultura engajada havia ainda os Panteras Negras, os Diggers e muitos outros. "Mesclamos a política da nova esquerda com um estilo de vida psicodélico. Os hippies são os verdadeiros revolucionários da Era de Aquário", dizia Jerry Rubin, ex-líder estudantil e um dos fundadores do YIP. Entre os mandamentos hippies estavam a contestação do establishment, a descrença em quem tinha mais de 30 anos e a defesa do amor livre e da não-violência. Gregários, os "bichos-grilos" pregavam a convivência em comunidades. Pacifistas, eles combatiam o envio de soldados para a Guerra do Vietnã (1959-1975) e qualquer forma de repressão aos movimentos sociais. Entre os símbolos da nova era estavam a mandala do desarmamento nuclear, adotada como sinal de paz, o lema "Faça amor, não faça guerra" e o cabelo comprido. "Nosso cabelo indica desrespeito pela América, uma sociedade racista de cabelo curto. O cabelo comprido é vital. Temos a pele branca como nossos opressores. O cabelo comprido nos une na oposição", dizia Jerry Rubin.

O cabeludo Abbie Hoffman estava a seu lado. Juntos, eles inseriram rebeldia e ironia no movimento político, como a chuva de dinheiro no pregão da bolsa de Wall Street (para denunciar que embora os operadores manipulassem milhões, estavam interessados na ninharia das moedas jogadas), a ameaça de jogar LSD nas caixas d’água de São Francisco e a invasão da convenção do Partido Democrata que indicaria o candidato a presidente na eleição de 1968 (leia abaixo). A marginalidade e o gosto por transgredir já estavam presentes na vida de Hoffman desde cedo. Para começar, seu sobrenome nunca foi esse. Era Shapoznikoff. Seu avô, judeu, entrou nos Estados Unidos vindo da Europa depois de roubar os documentos de um alemão chamado Hoffman. Abbot Howard Hoffman nasceu em Worcester, Massachusetts. Aos 17 anos foi detido pela polícia por dirigir sem habilitação. Na juventude, teria uma vida escolar e universitária sem nenhum brilho, mas ganharia destaque a partir do começo dos anos 60 como um emergente líder dos direitos civis. Carismático e bem-humorado, teria papel decisivo ao inspirar uma nova política baseada na psicodelia e no LSD. Caberia ainda à dupla Hoffman/Rubin o esforço permanente de manter os jovens rebeldes cabeludos militantes, já que nem sempre o ativismo era tão interessante quanto uma viagem de ácido ouvindo música ao lado dos amigos.

Sintetizado pela primeira vez em 1938 pelo químico suíço Albert Hofmann (nenhum parentesco com Abbie), o LSD teve suas propriedades alucinógenas descobertas por acaso, já que, em suas primeiras pesquisas, o químico o utilizava como recurso psicoterapêutico e para tratamento de alcoolismo e disfunções sexuais. Até o começo da década de 1960, o LSD não seria lembrado. Mas, em 1961, o professor Timothy Leary passaria a estudar na Universidade de Harvard os efeitos da droga em voluntários, estimulando o uso do LSD como forma de criar uma percepção mais acurada de tudo ao redor. A psicodelia ganharia uma trilha sonora com bandas como os Warlocks, Jefferson Airplane, Grateful Dead e mais tarde, Beatles, The Doors, e Pink Floyd, sem falar em Jimi Hendrix e Janis Joplin, que deram uma nova dimensão à música pop e ajudaram a difundir o movimento hippie. O musical Hair, que estreou na Broadway em abril de 1968, também cumpriu esse papel. Outro símbolo do período é o filme Easy Rider (no Brasil, Sem Destino), lançado nos Estados Unidos em setembro de 1969. O longa-metragem narrava as aventuras de Peter Fonda e Dennis Hopper, dois caubóis contemporâneos que em cima de suas motos vagavam pelas estradas americanas descobrindo e relatando as tensões do país naquele momento. Tanto o musical quanto o filme refletem o preconceito que os hippies enfrentaram. O presidente Richard Nixon estava no topo da lista daqueles que desprezavam os bichos-grilos.

A confluência de tantos fatores - artísticos, culturais, comportamentais - teria reflexo nas relações afetivas. A repressão seria questionada e os prazeres do sexo, descobertos. O amor livre não defendia relacionamentos efêmeros ou duradouros, mas sim que uma relação de amor aceita livremente por dois (ou mais) parceiros não deveria ser regulada por convenções. Banhos ao ar livre e cenas "libidinosas" protagonizadas pela plateia do festival de Woodstock, em agosto de 1969, chocaram muita gente. Cerca de 500 mil pessoas se reuniram para ouvir as canções de alguns dos maiores mitos do movimento hippie.

Também a religião passaria por uma transição. Dois meses depois de Woodstock, seria realizado, em São Francisco, o Holy Man Jam, um encontro das principais "tendências espirituais" da comunidade. Duas mil pessoas acompanharam os ensinamentos de gurus como Alan Watts, adepto do zen-budismo. Nesse caldo tudo se misturava, de parapsicologia a vodu. "Foi um tempo de muita agitação e criatividade. Minha geração queria mudar não só o mundo como a própria vida de cada um", afirma o escritor e jornalista Luiz Carlos Maciel, de 71 anos, que atuou no Pasquim. A partir da década de 70, a onda hippie aos poucos deu lugar à sua antítese. E os yuppies se projetaram nos anos 80. Era a juventude mais interessada numa carreira de sucesso.

Mas o legado bicho-grilo renovou o pacifismo e as preocupações ambientais. Os ativistas ensinaram que uma das principais armas na luta política e social deveria ser a imprevisibilidade. Incitando os jovens a se unirem e a criarem suas próprias revoluções imediatas, os hippies globalizaram uma estratégia "político-psicodélica" que, dos Estados Unidos, atingiu a Europa, a América Latina e qualquer outro lugar onde houvesse inconformismo. "Os hippies foram os inspiradores de todas as mutações da alma presentes neste século 21 tendo como base a valorização dos direitos humanos", diz o músico Jorge Mautner, que se lembra do período entre 1967 e 69 como bastante turbulento. Para citar apenas alguns marcos, no Brasil, a sociedade enfrentava o endurecimento da ditadura militar; nos EUA, a Guerra do Vietnã e os direitos civis mobilizavam os protestos; na França, os conflitos de maio de 1968.

"A grande revolução foi a liberdade. A verdade de Sartre (Jean-Paul, filósofo) de que somos livres para inventar a nós mesmos foi posta em prática. Houve uma contestação da maneira de viver vigente, uma subversão de valores...", diz Maciel. "E a gente se divertiu muito!"


Allen Ginsberg (1926-1997)

Maior nome da poesia beat, com uma carreira que durante mais de cinco décadas influenciou autores e artistas nos Estados Unidos. Esteve ao lado de Timothy Leary na divulgação do Human Be-In e do uso do LSD. Até o fim da vida, em abril de 1997, manteve-se na linha de frente dos acontecimentos políticos e culturais


Abbie Hoffman (1936-1989)

O movimento hippie em pessoa. Foi o maior ativista político dos EUA nos anos 60, influenciando jovens de todo o mundo. Nos anos 70, dedicou-se a dar palestras sobre ecologia. Tinha 52 anos quando foi encontrado morto em casa, depois de tomar calmantes. Não se sabe se foi suicídio ou acidente


Jerry Rubin (1938-1994)

Destacou-se como líder estudantil e ativista político nos anos 1960, encabeçando protestos que pediam o fim da Guerra do Vietnã. Após a era hippie, a partir dos anos 80, transformou-se num dos principais executivos dos Estados Unidos, sendo um dos primeiros investidores da Apple Computer


Richard Nixon (1913-1994)

A representação do mal na política americana. Eleito presidente em 1968 e em 1972, é o único na história do país a renunciar, depois das denúncias de seu envolvimento no escândalo de Watergate


Timothy Leary (1920-1996)

O papa do LSD incentivou os "benefícios" da droga. Psicólogo e escritor, foi tachado por Nixon como "o homem mais perigoso da América". Nos últimos anos de vida interessou-se pelos avanços cibernéticos e da tecnologia. Já doente terminal de câncer, escreveu sobre a morte


Woodstock

Um dos maiores e mais importantes festivais de música da história, realizado numa fazenda na cidade rural de Bethel, Nova York, entre 15 e 18 de agosto de 1969. Janis Joplin, Jimi Hendrix e Joe Cocker estavam lá


Tempos de luta

Movimento enfrentou a repressão policial


As manifestações populares, especialmente em defesa dos direitos civis e contra a Guerra do Vietnã, ganharam outra projeção. E os conflitos entre os hippies e os policiais tornaram-se cada vez mais frequentes. Se a repressão tinha como desculpa o uso das drogas e a vadiagem para combater os jovens isoladamente, juntos os rebeldes passaram a politizar as manifestações. Se o slogan era "Paz e Amor" e a resposta quase sempre era dada pelos cassetetes, a tréplica vinha em forma de ironia, de deboche. Dois confrontos, em especial, entraram para a história.

O primeiro foi o da Convenção Nacional Democrata, no Anfiteatro Internacional em Chicago, Illinois, entre 26 e 29 de agosto de 1968. Eram tempos de revolta, potencializados pelos recentes assassinatos de Bob Kennedy (em junho) e de Martin Luther King (em abril). Nesse clima, os hippies pretendiam celebrar em Chicago "A Festa da Vida", reunindo mais de 10 mil jovens que lá estivessem para se posicionar contra a guerra, o governo americano e qualquer resquício de "autoridade burguesa". Confirmando o que se esperava, o pau comeu, a cidade virou um pandemônio e os hippies, liderados por Abbie Hoffman e Jerry Rubin, lançaram o porco Pigasus candidato a presidente, o primeiro de uma extensa lista de animais que posteriormente "disputariam" mandatos eletivos. Se durante o cerco de Chicago o mal era representado pela figura do presidente democrata Lyndon Johnson (alçado ao cargo após o assassinato de John F. Kennedy), a seguir a situação seria ainda pior com a eleição do republicano Richard Nixon. Menos de dois anos depois dos acontecimentos de Illinois, a violência se transferiria para a Universidade de Kent State, em Ohio. Em 4 de maio, uma manifestação contra a Guerra do Vietnã e a invasão do Camboja seria dissolvida pela Guarda Nacional, uma força militarizada a serviço do governo. O enfrentamento teve como resultado quatro estudantes mortos, nove feridos e um recado bem explícito do novo presidente: "Eles não passam de hippies sujos. Vamos mandá-los para o inferno, onde quer que os encontremos".


O pesadelo hippie

A loucura de Charles Manson

Se o movimento hippie tem uma certidão de óbito é esta: 9 de agosto de 1969, quando um grupo de seis seguidores de Charles Manson invadiu a mansão 10050 na Cielo Drive, Bel Air, Los Angeles. Os fanáticos fizeram cinco vítimas. A mais famosa, a atriz Sharon Tate, de 26 anos, estava grávida de oito meses do cineasta Roman Polanski. Seu corpo foi perfurado 16 vezes por uma lâmina de baioneta e depois pendurado no teto por uma corda. Os integrantes da Família Manson - como eles se autodenominavam - ainda utilizaram o sangue de suas vítimas para escrever nas paredes da casa "Helter Skelter" e "Political Piggy". Manson escancarava o lado mais obscuro do movimento hippie. Aos 34 anos, ele era o líder de uma seita defensora do amor livre e adoradora de ritos satanistas. A imitação dos cabelos compridos, as roupas coloridas e o convívio em comunidade no Rancho Spahn, perto de Los Angeles, era tudo que eles haviam incorporado, já que faziam uma leitura torta e equivocada dos principais preceitos hippies. A começar pelo sustento, deixando de lado ensinamentos como plantar o que iria ser usado como alimento e valorizar o artesanato para optar pelos pequenos furtos em supermercados e o roubo de carros. Pacifismo, então, era um planeta distante. Fascista, racista e violento, Manson pretendia começar uma guerra que, segundo ele, seria a maior já travada, batizada de Helter Skelter. Trata-se do mesmo título de uma música dos Beatles que, segundo ele, trazia mensagens subliminares pregando o ódio aos negros. Hoje, aos 75 anos, Manson segue tentando obter a liberdade condicional. Na Corcoran State Prison, na Califórnia, ele passa o tempo tocando seu violão e ainda atrai seguidores. Os crimes abalaram os Estados Unidos e assustaram hippies e não-hippies. Seria o desfecho trágico para uma era de esperança que, menos de uma semana depois, teria com os shows de Woodstock a perspectiva de tempos libertários e revolucionários. O animadíssimo festival (que teve apresentações de grupos como Crosby, Stills, Nash & Young, The Who e Credence Clearwater Revival) seria o último suspiro. Mas o sonho já havia acabado.


Universo bicho-grilo

O estilo hippie, ao extremo


Modo de vida

Moravam em comunidades, de preferência fora das cidades, onde pudessem produzir o próprio alimento. O pouco dinheiro vinha de artesanato. Os moradores, muitos vegetarianos, dividiam funções e as decisões eram tomadas em conjunto.


Religião

Eram críticos às religiões ocidentais e simpáticos às crenças orientais, como o budismo. Valorizavam a meditação e novas formas de busca interior.


Filosofia

Exaltavam o pacifismo e o amor livre. Os ideais anarquistas vigoravam nas comunidades igualitárias. Eram hedonistas e cultuavam o prazer sem culpa, fosse ele físico, sexual ou intelectual.


Vestuário

Usavam roupas velhas, desgastadas, feitas de brim e de couro. Gostavam de cores berrantes e chamativas, como no tie-dye, e muitas camisetas com mensagens políticas e pacifistas.


Aspecto pessoal

Cabelos compridos para homens e mulheres. Não se interessavam por depilação e produtos de beleza como maquiagem, xampus e cremes.


Sons

Curtiam rock dentro de uma vertente mais psicodélica como Grateful Dead, Jefferson Airplane, Janis Joplin, Jimi Hendrix, The Doors, Pink Floyd e Beatles, além de artistas engajados como Bob Dylan e Joan Baez.


Família

Em geral, os amigos substituíam os parentes. Ainda assim, formavam pequenos núcleos com casais e filhos. Havia um desprezo pelas convenções sociais como papéis, documentos e certidões.


Drogas

Uso intenso e incentivado de substâncias como marijuana (maconha), haxixe, e alucinógenos, como o LSD, que fossem úteis na "liberação da mente".


Saiba mais

LIVROS

O Super-Homem Vai ao Supermercado , Norman Mailer, Companhia das Letras, 2002

A visão sobre o surgimento dos hippies a partir da política.


Do it! : Scenarios of the Revolution, Jerry Rubin, Simon & Schusters, 1970

Um resumo dos ensinamentos do ex-líder bicho-grilo.

Dieta rica em proteína magra - Cardápio



Desafio da noiva - parte 2: menos 10 kg em 3 meses
A proteína magra é amiga da boa forma por dois motivos: ajuda a formar músculos e dá saciedade. Então, a dose vai aumentar. “Esse ajuste no cardápio é importante porque, agora, o plano fitness inclui exercício aeróbico”, explica Alfredo Galebe, consultor nutricional. O objetivo do treino é acelerar a queima de gordura. Porém, se o seu organismo não tiver proteína suficiente para preservar os músculos, também perde massa magra e, mesmo malhando, fica difícil desenhar o corpo. Você também vai comer pães e massas, seguindo a distribuição proposta no cardápio, que, prioriza as proteínas magras, os carboidratos de baixo índice glicêmico e as gorduras boas.

Café da manhã, lanche e almoço

Combine como quiser as opções das refeições. Só evite repetir o shake de proteína no almoço e no jantar. No mesmo dia, ele pode substituir uma refeição principal e um dos lanches, no máximo!


Café da manhã

Opção 1
• 1 copo (250 ml) de leite desnatado batido com
• 3 amêndoas cruas e sem sal (adoçante a gosto)

Opção 2
• 1 pote de iogurte natural desnatado com 1 col. (sopa) de semente de linhaça triturada (adoçante a gosto)
• 1 xíc. de chá de ervas (camomila, hortelã, chá verde ou branco)

Opção 3
• 1 fatia de pão integral light com 1 ovo mexido e 1 col. (chá) de azeite de oliva extravirgem
• 1 xíc. de chá de ervas

Opção 4
• 1 pão francês sem miolo com 1 col. (chá) de azeite de oliva extravirgem e 2 fatias de peito de peru light
• 1 xíc. de chá de erva

Opção 5
• 1 pão sírio pequeno com 1 col. (chá) de azeite de oliva extravirgem e 2 col. (sopa) de cottage
• 1 xíc. de chá de ervas
Lanche da manhã

por volta das 10 horas

Opção 1
• 1 fatia média de melão com 2 fatias de presunto magro e 1 castanha-do-pará

Opção 2
• 1 pote de iogurte de fruta light e 3 amêndoas cruas e sem sal

Opção 3
• 1 fatia média de melão
• 2 fatias de peito de peru e 5 amendoins crus e sem sal

Opção 4
• Shake de proteína com goiaba (1 polpa congelada de goiaba ou outra fruta de sua preferência batida com 1 castanha-do-pará e 1 copo/200 ml de água. Misture com 1 col./sopa de whey protein)

Opção 5
• 1 barra de proteína pequena
Almoço

Opção 1
• 1 col. (sopa) de arroz integral com 1/4 de concha média de feijão
• 2 col. (sopa) de carne moída magra refogada
• 1 prato (sobremesa) de salada de folhas verdes (alface, rúcula, agrião) com 1 col. (sopa) de azeite de oliva extravirgem, sal e limão

Opção 2
• Omelete mista (1 ovo + 2 fatias de peito de peru picado)
• 1 prato (sobremesa) de folhas verdes (alface, rúcula, agrião), ½ tomate em rodelas, 2 col. (sopa) de cenoura ralada e 1 azeitona preta com 1 col. (chá) de azeite de oliva extravirgem, sal e limão

Opção 3
• 1 filé médio (100 g) de salmão grelhado
• 1 prato (sobremesa) de couve-flor e brócolis refogados com alho e 1 col. (sopa) de azeite de oliva extravirgem

Opção 4
• Shake de proteína com frutas vermelhas (1 copo/200 ml de leite desnatado batido com 1 polpa de frutas vermelhas e 2 castanhas-do-pará. Misture com 1 col./sopa de whey protein

Opção 5
• 2/3 de xíc. (chá) de macarrão integral com molho de tomate e 3 azeitonas verdes e 1 hambúrguer pequeno (45 g) grelhado
Lanches da tarde, jantar e ceia
Lanches da tarde - 1 e 2

por volta das 16 e 18 horas



Opção 1
• 1 pote de iogurte light de fruta e 1 castanha-do-pará (ou 3 amêndoas cruas)

Opção 2
• 1 torrada integral light com 2 col. (sopa) de cottage e 1 col. (chá) de azeite de oliva extravirgem

Opção 3
• 1 pão de queijo médio (30 g) com 2 fatias de peito de peru light e 3 azeitonas verdes

Opção 4
• 1 barra de proteína pequena

Opção 5
• Frappuccino protéico (2 col./chá de café solúvel batido com 1 copo/200 ml de água e gelo a gosto. Misture 1 col./sopa de whey protein)
• 1 torrada light com 1 col./chá de maionese light
Jantar

Opção 1
• Carpaccio (4 fatias finas/80 g de rosbife, 1 prato/sobremesa de alface e 1 torrada média integral com 1 col./sopa de azeite de oliva extravirgem)

Opção 2
• Salada completa (1 prato/sobremesa de alface, rúcula ou agrião, ½ pepino japonês, ½ lata de atum light e 3 azeitonas verdes com 1 col./chá de azeite de oliva extravirgem, sal e limão)

Opção 3
• Creme de proteína com frutas vermelhas (1 polpa congelada de morango, amora ou framboesa batida com 1 pote de iogurte natural desnatado. Misture com 1 col./sopa de whey protein e polvilhe com 6 amêndoas picadas)

Opção 4
• Sopa de legumes e frango desfiado com 1 col. (sopa) de azeite de oliva extravirgem

Opção 5
• Shake de proteína com banana (1 copo/200 ml de leite desnatado ou leite de soja light batido com 1/3 de banana-nanica e 2 castanhas-do-pará. Misture 1 col./sopa de whey protein)
Ceia

Opção 1
• 3 castanhas-do-pará

Opção 2
• 9 amêndoas cruas sem sal

Opção 3
• 3 col. (sopa) de abacate (o ideal é consumir a fruta pura, mas, se não for possível, use adoçante)

Opção 4
• 15 amendoins crus e sem sal

Opção 5
• 6 castanhas de caju sem sal

Aliados da sua dieta


Shake de proteína

A peça-chave desta dieta é o shake de proteína. Para prepará-lo, use um suplemento de proteína em pó – tipo whey protein. Dependendo da refeição, pode ser diluído em água, leite desnatado ou suco. A vantagem é oferecer uma proteína de alto valor biológico, que, por ser facilmente absorvida, potencializa o ganho muscular. Além disso, é prática. Você pode carregar o pó de proteína na bolsa e fazer o shake no trabalho ou, ainda, pedir na lanchonete para colocá-la no suco. E lembre-se: o melhor é prepará-lo numa coqueteleira. Segundo Alfredo Galebe, bater no liquidificador muda a estrutura da molécula de proteína, comprometendo o efeito no organismo. Coloque primeiro o gelo, depois o pó e por último o liquido e agite bem.
Pílula anti-doce

Está difícil segurar a ansiedade só com a dieta? Cuidado: “Além de aumentar a vontade de comer doce, stress e ansiedade podem estimular o corpo a produzir uma dose maior de cortisol”, alerta Amilton Macedo, dermatologista com prática ortomolecular, de São Paulo. Em excesso, esse hormônio faz o organismo reter sal e água, resultando em inchaço e, consequentemente, num estoque maior de gordura na cintura (ai, ai, ai!). Para reduzir esse risco, alguns nutricionistas, endocrinologistas e ortomoleculares recomendam substâncias que deixam você mais calma, diminuindo o desejo por doce ou, ainda, que têm o poder de acelerar a queima de gordura. Mas antes, lembre-se de que só um especialista pode indicar a dosagem adequada para você.
5HTP

Essa substância tem a mesma ação do triptofano - estimula a produção de serotonina (neurotransmissor do bem-estar). A vantagem do 5-hidroxitriptofano (5HTP) é chegar mais rapidamente no sistema nervoso central, facilitando a síntese de serotonina que deixa você feliz e menos fissurada por doce.
Picolinato de cromo

Aumenta a metabolização da glicose. É como se essa substância estimulasse a queima dos carboidratos, como pão e doce.
Cálcio

Promove a quebra de gordura dentro das células adiposas, o que favorece a eliminação dos excessos estocados. Além disso, equilibra a função hídrica do organismo, evitando a retenção de líquido.
Magnésio

Participa do processo de absorção do cálcio, favorecendo a ação emagrecedora desse mineral.

Andy Warhol - A Antena da Cultura Pop

http://bravonline.abril.com.br


Março/ 2010
Andy Warhol - A Antena da Cultura Pop
A maior exposição de Andy Warhol já apresentada na América Latina chega a São Paulo. Ao percorrê-la, é inevitável constatar como suas ideias provocam reflexão ainda hoje

Por Gisele Kato, de Buenos Aires

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Beatles, Bob Dylan e Andy Warhol. Esses três nomes definem a década que mudou tudo no século XX, os anos 60. Bob Dylan bebeu nas tradições do passado - a poesia clássica americana e a música caipira do país, o country - para elevar o rock ao status de arte. Enquanto isso, os Beatles varriam, com seu radar, várias áreas da cultura, e assim moldaram o mais perfeito retrato da época. Se Dylan olhava para trás e os Beatles captavam o espírito do presente, o artista plástico Andy Warhol (1928-1987) era a antena que rastreava o futuro. Essa é a impressão que fica quando se vai à mostra Andy Warhol, Mr. America, em cartaz a partir do dia 20, na Estação Pinacoteca, em São Paulo. Trata-se da maior exposição dedicada ao artista já apresentada na América Latina, com 169 obras - 26 pinturas, 58 gravuras, 39 fotografias, 44 filmes e duas instalações. Andy Warhol pode ter sido um ícone dos anos 60, mas o que mais chama a atenção na individual é o tanto que sua obra diz sobre os dias de hoje. Ele parece ter captado, no nascedouro, um novo mundo que surgia: o do culto às celebridades, da democratização dos bens de consumo, e da exibição pública da vida pessoal, que atualmente ganha contornos máximos por meio dos reality shows, como o Big Brother, dos blogs e do Twitter.

Grande parte das peças que integram o conjunto foram criadas quando o artista morava na lendária Factory ("fábrica", em inglês), em Nova York, um estúdio onde trabalhava, reunia amigos e promovia festas (leia crônica a partir da página 38). A mostra, que já passou por Bogotá, na Colômbia, e por Buenos Aires, na Argentina, centra-se no período entre 1961 e 1968, considerado o mais prolífico da trajetória do artista pop. São dessa época algumas de suas obras mais fortes no imaginário popular, todas presentes na seleção do curador Philip Larratt-Smith - como os retratos de Marilyn Monroe, as serigrafias das latas de sopa Campbell's, e os filmes chamados de Screen Tests (Testes de Tela). As peças vieram do museu de Pittsburgh, nos Estados Unidos, cidade natal do artista. Em Buenos Aires, escala da exposição antes de São Paulo, o Museu de Arte Latino-Americana (Malba) manteve-se com filas na porta durante toda a temporada - cerca de 200 mil pessoas visitaram a instituição ao longo dos quatro meses de duração da mostra. Embora tirar fotos fosse expressamente proibido, os espectadores sacavam discretamente seus celulares com câmeras diante dos mais conhecidos itens em exibição - as Marilyns e as Campbell's -, o que dá a exata medida do quanto Andy tem apelo ainda hoje.

Por que razão isso ocorre? Antes, é necessário responder a outra pergunta: qual é, afinal, o tamanho de Andy Warhol na arte do século XX? A resposta situa-se em algum lugar entre os dois pontos de vista que balizam a discussão sobre a arte contemporânea. Um deles, sustentado por vários críticos - entre eles Luciano Trigo, que no final do ano passado lançou o livro A Grande Feira - defende que a última grande inovação nas artes plásticas foi a de Marcel Duchamp (1887-1968). O francês estabeleceu que o artista definia o que era ou não arte, e marcou a postura com um exemplo radical ao inscrever um urinol em um salão de arte. De acordo com esse ponto de vista, tudo o que se faz hoje é reciclar o pensamento de Duchamp - e assim as latas de sopa de Warhol, tanto quanto os tubarões em formol do britânico Damien Hirst, seriam repetições do urinol original. Outra maneira de pensar, defendida pela maioria dos artistas e pela outra metade dos críticos, considera essa ilação redutora e pontifica que o que conta são as questões levantadas pelas obras - sejam elas realizadas ou não de próprio punho por seus autores, repitam elas ou não o pensamento fundamental de Duchamp.

MARILYNS EM SÉRIE

Warhol é importante pelas questões que sua produção levanta e pelas reflexões que provoca até hoje. Reflexões, claro, bastante diferentes das que as mesmas criações suscitaram nos anos 60. Por uma razão simples: Warhol falava de um novo mundo que nascia, e nós vivemos agora a consolidação deste mundo. Um passeio pela exposição que entra em cartaz em São Paulo evidencia isso. A seleção traz, por exemplo, a famosa série de silk-screens de Marilyn Monroe, desenvolvida a partir de 1962, no calor das notícias sobre o suposto suicídio da atriz. Cabe aqui um paralelo com o pintor espanhol Diego Velázquez (1599-1660), retratista oficial da corte do rei Felipe IV. Velázquez pintava o rei e a rainha porque não tinha escolha: era empregado da coroa. E a glória do rei não aumentava nem diminuía à ação do pincel do artista contratado. Quando Warhol opta por Marilyn, ao contrário, ele a legitima como figura central na arte pop do século XX, e não uma mera personagem do que, na época, se costumava chamar de "indústria cultural". Isso ocorre porque ele sobrepõe à marca "Marilyn" uma outra, igualmente poderosa, cuidadosamente cultivada: a dele próprio.

Quando iniciou sua Factory, em 1964, Warhol tinha duas obsessões na vida: ganhar dinheiro e ficar famoso, não necessariamente nessa ordem. O próprio loft, com as paredes cobertas com papel alumínio e o teto e o chão pintados com tinta prateada, acabou virando uma boa estratégia para o tão desejado sucesso. Warhol fazia questão de deixar sua porta sempre aberta para acolher as celebridades em alta e elas retribuíam com uma assiduidade de cartão de ponto. A modelo, atriz e socialite Edie Sedgwick tornou-se companhia constante. O cantor Bob Dylan também era um frequentador habitual do endereço, assim como Lou Reed e John Cale, membros da banda The Velvet Underground, que tinha justamente Warhol como empresário. O mais americano dos artistas americanos adorava uma fofoca, gastava horas ao telefone e não perdia uma boa festa. Tudo em nome da fama - e do dinheiro. Aos poucos, transformou-se em um produto. Sua casa, a Factory, virou marca. E sua atitude, suas companhias, enfim, sua imagem pública converteu-se em um meio para valorizar sua obra. O também artista Charles Henri Ford definiu muito bem certa vez o estilo de vida do amigo: "Andy numa ilha deserta não seria Andy".

É interessante lembrar que ele não imprimiu uma única Marilyn, mas uma série delas. Com isso, antecipou de certa forma que a reprodução infinita de imagens de personalidades definiria seus status de celebridades - sem nenhum mérito anterior, seja de nascimento (reis e rainhas, como no tempo de Velázquez), seja artístico. É só pensar em Britney Spears, a cantora que sucedeu Madonna sem ter um milésimo do talento de sua antecessora, mas ancorada numa tremenda habilidade para criar fatos que a mantivessem na mídia. Ou, chegando ao extremo, a socialite americana Paris Hilton, que se vale do mesmo artifício (no mês passado, coreografou um estudado pé-na-jaca no carnaval carioca).

DIETA DA SOPA

Outra das intuições de Warhol tem a ver com as serigrafias das latas de sopa Campbell's, também presentes na exposição em São Paulo. Foi ele quem primeiro enxergou que as comidas prontas começavam a entrar no cardápio tanto do presidente de seu país quanto da classe média, e explicitou essa ideia ao estampar as latas em série. A primeira exposição de um conjunto de 32 delas ocorreu na Ferus Gallery, do galerista Irving Blum (e fez com que uma galeria vizinha, numa provocação, colocasse à venda, inclusive em promoção, várias embalagens verdadeiras da sopa). O que Warhol percebia - e inovava ao levar para a arte - era o entusiasmo generalizado que havia em torno de símbolos da cultura de massa.

Warhol fez o mesmo com a Coca-Cola, com as caixas de sabão em pó Brillo, de catchup Heinz e de sucrilhos Kellogg's. A reflexão que sua lata de sopa Campbell's, exposta na Estação Pinacoteca, provoca atualmente, é sobre a democratização dos bens de consumo. Os teóricos do que nos anos 60 se chamava de "massificação" achavam que o fetiche em torno de determinadas marcas tornaria as escolhas uniformes. Houve um momento em que isso realmente aconteceu, mas hoje o mundo caminha na direção oposta.

Por conta da produção em larga escala e da melhoria da qualidade de vida em diferentes pontos do planeta, a classe média de hoje vive mais ou menos como os milionários dos anos 20. Tem acesso a viagens internacionais (lembra de quando o seleto grupo que andava de avião era chamado de jet set?), bons vinhos e ao crescente circuito de restaurantes de grife. Ao contrário de uniformizar o gosto, como ocorria nos tempos da velha massificação, essa democratização o diversificou - no fenômeno conhecido como "cauda longa", descrito pelo ensaísta americano Chris Anderson: cada vez mais gente com dinheiro procura um número cada vez mais variado de produtos e marcas. Muito provavelmente Andy Warhol não pensou em nada disso quando colocou suas Campbell's na galeria - mas nós invariavelmente somos levados a refletir sobre o fenômeno quando olhamos para as latas na Estação Pinacoteca. E nos espantamos com o poder visionário do artista.

TRÊS MINUTOS DE FAMA

Por fim, dá para dizer que Warhol de certa forma antecipou a superexposição da vida pessoal que, com a internet e seus populares sites de relacionamentos - isso sem contar os blogs e agora o Twitter -, tornou-se uma característica do século XXI. Na mostra em São Paulo, é possível assistir à série de Screen Tests de Warhol. Trata-se de filmetes com cerca de três minutos de duração cada, trazendo amigos jovens e bonitos do artista - entre eles, a modelo Edie Sedgwick e os cantores Bob Dylan e Lou Reed. Enquadrados em primeiro plano, eles eram instruídos a apenas encarar a câmera. Warhol, que usava pouca edição, nem ficava por perto durante a gravação. Apertava o botão "rec" e saía. Um incomodado Dylan surge fumando. Ann Buchanan, mulher do poeta Charles Plymell, chora. A modelo Jane Holzer aparece escovando os dentes. Os Screen Tests foram o maior sucesso da mostra em Buenos Aires.

As situações, por vezes íntimas demais, não causam um desconforto só à pessoa diante da lente. À medida que os vídeos avançam, o próprio espectador fica um tanto constrangido com as cenas: todo mundo se vê em alguma medida nas personagens filmadas. Além disso, em close, por um tempo considerável, mesmo os mais belos rostos acabam denunciando suas imperfeições. Notam-se as rugas, assimetrias, desproporções. Vaidoso, o próprio artista nunca se colocou diante da câmera para um, digamos assim, "auto-Screen Test". Assistir aos filmes de Warhol desperta um sentimento semelhante a acompanhar o Big Brother hoje, um misto de vergonha alheia e sadismo.

A diferença entre os amigos de Warhol nos Screen Tests e os BBBs é que os primeiros já eram famosos, e os segundos estão atrás de fama. Aliás, talvez não seja exagero dizer que, dos anos 60 para cá, esse desejo de notoriedade não apenas deixou de ser algo pejorativo como passou a ser uma vontade legítima, digna de declaração pública até. Todo mundo quer os seus... vamos lá... quinze minutos de fama, para reproduzir aqui a frase de Warhol que se tornou um clichê. E isso inclui o mundo dos artistas. Nomes como o já citado Damien Hirst e seu amigo Bono Vox, da banda irlandesa U2, e o americano Matthew Barney e sua mulher, a cantora islandesa Björk. À la Andy Warhol, eles também badalam em festas e transformam suas assinaturas em marcas. É como se todos interpretassem uma peça escrita nos anos 60, por um caipira de Pittsburgh com tremenda sensibilidade para entender o presente e assustadora habilidade para antecipar o futuro.

Colaborou Anna Rachel Ferreira

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ONDE E QUANDO
Andy Warhol, Mr. America. Estação Pinacoteca (largo General Osório, 66, Centro, São Paulo, SP, tel. 0++/11/3335-4990). De 20/3 a 23/5. De 3ª a dom., das 10h às 18h. R$ 6,00; grátis aos sáb.

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Cabelo sexy em 3 passos - Boa Forma

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Por Debora Lublinski | Fotos André Schiliró



Inspire-se nas celebridades e nas modelos que passaram pelas mãos do expert Marco Antonio de Biaggi, hairstylist e autor do livro Estilo Biaggi e crie penteados surpreendentes. Melhor: dá para fazer em casa
1. Rabo de cavalo com glamour

O penteado aumenta ainda mais o poder de sedução de Sabrina Sato. “Sabe a escova que está com validade quase vencida? É a hora certa de fazer”, conta Marco Antonio de Biaggi. É fácil e toda mulher com fios longos ou médios fica linda com o visual.
Penteado em 3 passos

1. Puxe o cabelo para cima e para trás e prenda os fios três dedos acima do centro da cabeça.

2. Solte uma mecha fina e envolva o elástico para escondê-lo.

3. Aplique uma mousse, amasse os fios e puxe para cima algumas mechas perto do elástico.

Segredo de expert
“Em vez de uma escova, use os dedos para pentear e prender os fios. É esse aspecto despretensioso que deixa o penteado moderno.”Penteado sexy
1. Rabo de cavalo com glamour
2. Romântico com coque e flor
3. Faixa e franja, efeito fantástico
4. Bem nas fitas I
5. Bem nas fitas II
6. Curto e fashion
7. Meio preso, lindo por inteiro
Veja também
8. Acessórios para arrematar seu penteado


Cabelo sexy em 3 passos
Por Debora Lublinski | Fotos André Schiliró

2. Romântico com coque e flor

Sai inverno, entra verão e a flor na cabeça continua em alta. Sabe por quê? “Natural ou de tecido, ela é um acessório lindo e fácil de achar, que cai bem em qualquer ocasião, especialmente num encontro a dois. Eu adoro!”, diz Marco Antonio. O coque irreverente, como o da modelo Renata Sozzi, sem muita regra na hora de prender, quebra o ar conservador, deixando o visual bem atual.
Penteado em 3 passos

1. Aplique uma mousse de volume na raiz úmida e deixe os fios secarem naturalmente.

2. Separe uma mecha e, com um grampo, prenda a ponta dela na altura da nuca. Faça isso com todo o comprimento, formando o coque desestruturado.

3. Coloque a flor na lateral. Se ela for natural, use um grampinho.

Segredo de expert
“Jamais prenda a flor no alto da cabeça! Para o penteado ficar sofisticado, posicione o acessório na lateral, na linha da orelha.”

Cabelo sexy em 3 passos
Por Debora Lublinski | Fotos André Schiliró

3. Faixa e franja, efeito fantástico

O rosto de boneca de Carolina Dieckmann ficou ainda mais em evidência com esse presinho surpreendente. “A combinação de coque, franja e faixa pode parecer coisa de bailarina. Mas é só desfiar os fios que o visual se transforma”, diz Marco Antonio. Aqui, ele usou duas faixas de silicone, com efeito plastificado. Mas dá para soltar a criatividade e escolher outros materiais, como seda estampada, renda ou até algodão, que você deverá usar de acordo com o glamour da ocasião.
Penteado em 3 passos

1. Com um pente fino, desfie os fios do alto da cabeça: segure o cabelo para cima e penteie às avessas – das pontas para a raiz.

2. Penteie o cabelo com os dedos, dessa vez normalmente, mas com cuidado para não perder o volume do desfiado.

3. Faça uma banana no alto da cabeça com o comprimento: é um coque torcido para a lateral. Prenda os fios com grampos, coloque a faixa na altura das orelhas e borrife spray para fixar.

Segredo de expert
“Use a chapinha na franja para deixar as mechas marcadas e separadas. A proposta é criar um contraste entre o desfiado de trás e o liso da frente.”





Cabelo sexy em 3 passos
Por Debora Lublinski | Fotos André Schiliró

4. Bem nas fitas I

São dois caminhos para usá-las. O primeiro passa por qualquer armarinho onde você encontra fitas de diversas cores e tecidos. A outra opção é comprar elásticos (eles se parecem com as alças de sutiã) que já vêm com um laço do mesmo material. A seguir, duas ideias para usar a tendência, como mostram as modelos Lovani Pinnow e Cintia Tenfen.
Penteado em 3 passos

1. Faça uma risca no meio do cabelo e separe a franja.

2. Com o resto do comprimento, torça o cabelo, formando uma banana baixa, perto da nuca.

3. Coloque a primeira fita no centro da cabeça, deixando as mechas da franja soltinhas. As outras duas ficam por cima da banana. Puxe alguns fios da parte de trás para o look ficar displicente.




Cabelo sexy em 3 passos
Por Debora Lublinski | Fotos André Schiliró


5. Bem nas fitas II

1. Borrife um spray térmico (para proteger os fios do calor) e enrole mechas do comprimento na largura de dois dedos no babyliss. Use o aparelho na posição vertical para dar caimento perfeito às ondas.

2. Puxe todo o cabelo para trás, deixando os fios com volume no topete, e prenda-os num coque desestruturado no centro da cabeça – ao torcer o cabelo, as pontas das mechas ficam soltas formando esse ondulado da foto.

3. Passe a fita de cetim pela frente da cabeça e vá trançando pelo coque de forma aleatória. Finalize com um laço discreto e corte a sobra de tecido.

Segredo de expert
“Delicadas, as fitas dão um toque romântico ao visual. Tecidos nobres, como cetim, veludo, gorgurão e organza, são as minhas apostas.”




Cabelo sexy em 3 passos
Por Debora Lublinski | Fotos André Schiliró


6. Curto e fashion

A praticidade do curtinho é inegável! Mas muita mulher ainda acredita que apenas os fios compridos casam bem com penteadinhos e acessórios. Nada disso! O corte chanel graduado como o da modelo Mariana Richard, com nuca batida e mechas desfiadas na parte da frente, é um ótimo exemplo de que o comprimento também fica lindo com uma produção extra. Mas a regra vale para curtos de diversas naturezas – até os cacheados!
Penteado em 3 passos

1. Borrife um spray de volume no cabelo úmido e seque com o secador levantando com a mão os fios da raiz.

2. Com um pente fino, desfie as mechas de trás da cabeça. Em seguida, com uma escova do tipo raquete (aquela que tem bolinhas nas pontas) volte a pentear suavemente os fios sem achatar o volume na área.

3. Use a chapinha para definir e separar as mechas da frente. Coloque a fivela na lateral ou amarre a fita (pode ser de cetim, couro ou lantejoulas) na altura da testa no maior estilo hippie chique!

Segredo de expert
“Nos últimos desfiles, reparei que os acessórios valorizaram bastante o cabelo curto. Uma fivela bem grande, uma tiara, uma fitinha na testa, no estilo anos 1970. São toques inusitados e com ousadia.”




Cabelo sexy em 3 passos
Por Debora Lublinski | Fotos André Schiliró


7. Meio preso, lindo por inteiro

As fãs de cabelo comprido e solto também podem transformar o visual com uma pequena mudança. Daniela Sarahyba sabe bem disso. Para valorizar ainda mais os fios brilhantes da modelo, Marco Antonio apostou num meio rabo preso bem em cima da cabeça. “Batizei esse look de babydoll, porque deixa a mulher com cara de moça brejeira, ingênua, mas supersexy”, fala o hairstylist.
Penteado em 3 passos

1. Borrife spray térmico em todo o cabelo e faça babyliss com o aparelho na vertical.

2. Com a ajuda de um pente fino, separe as mechas da frente pegando todos os fios de uma orelha até a outra.

3. Prenda o meio rabo com um elástico e cubra-o com uma mecha do próprio cabelo.

Segredo de expert
“Na hora de cobrir o elástico do meio rabo de cavalo, separe uma mecha larga, de dois dedos. Ela vai dar suporte para os fios do alto da cabeça caírem de uma forma mais bonita.”




Cabelo sexy em 3 passos
Por Debora Lublinski | Fotos André Schiliró


8. Acessórios para arrematar seu penteado


Finalize o seu penteado com uma flor, tiara, faixa, fivela...

BOA FORMA Recomenda: mastigue

Além de dar mais saciedade, mastigar é a chave para você ter uma boa digestão. Então, mastigue, mastigue... - Boa Forma recomenda: beba água http://www.youtube.com/watc... - Menos 5 kg com shake e...

"Venci o efeito ioiô e emagreci 30 kg" - Boa Forma



Lorena chegou a trancar a faculdade porque tinha vergonha de sair de casa
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Passei a adolescência inteira de dieta, indo ao endocrinologista, a spas e tomando remédio para emagrecer. Aos 13 anos, pesava 93 quilos. E não era à toa: comia muito (e totalmente errado) e várias vezes acordava de madrugada para assaltar a geladeira. Nadava e jogava vôlei, só que usava isso como desculpa para detonar na volta para casa. O resultado foi um engorda e emagrece que durou anos: toda vez que perdia peso, relaxava e recuperava tudo de novo. Vivia triste, mal-humorada e cheguei a trancar a faculdade porque tinha vergonha de sair de casa. A mudança com meu marido para o interior de Minas Gerais por causa do trabalho dele foi minha grande virada.

Detestava a cidade onde fomos morar, vivia frustrada e, claro, descontava a infelicidade na comida. Para piorar, como viajávamos bastante, era difícil seguir uma dieta (e eu usava isso como pretexto cada vez que desistia de uma). Pesando mais de 90 quilos, percebi que precisava tirar algo de bom daquela situação em vez de ficar em casa deprimida. Comprei revistas com receitas saudáveis e passei a cozinhar para nós.

Descobri que quando você mesma prepara as refeições mantém outra relação com a comida. Gostei tanto que fiz um curso de culinária light e comecei a ler tudo sobre dieta e nutrição. É verdade que tive momentos de desânimo e voltei a engordar nessa trajetória, mas a maior conquista foi me convencer de que não posso comer como se o mundo fosse acabar amanhã, pois manter-se magra é um processo para a vida toda. Em um ano cheguei aos 63 quilos. Além da força de vontade, a academia (faço bike ou jump três vezes por semana e pilates duas vezes) e o blog que criei foram foram fundamentais para o meu sucesso. Quem quer emagrecer tem que deixar de lado as desculpas para faltar na ginástica e começar a dieta amanhã. Hoje sei que a vontade de comer passa, enquanto o prazer de entrar no seu jeans favorito é para sempre.
Sacrifício, sim, mas nem tanto

O maior erro de quem quer perder peso é acreditar que, para isso, é preciso sofrer. “Comer salada de segunda a sexta e atacar os doces no fim de semana é uma armadilha”, diz Lorena. Para ela, o segredo é equilíbrio. “Como tudo o que quero a semana toda, controlando as porções e sabendo usar a lei da compensação. Se quero sair para tomar minha cervejinha, que adoro, já sei que naquela semana não posso faltar à academia.

Feliz ano doce - Bons Fluidos





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Feliz ano doce

Justamente por se manter na linha, vez ou outra você merece relaxar e se deliciar com quitutes dignos das mais altas condecorações gastronômicas. Afinal, já que é para afrouxar a dieta, que seja por um motivo bem docinho


Texto • Raphaela de Campos Mello
Direção de arte • Camilla Sola
Foto • Rogério Voltan
Reportagem fotográfica • Claudia Alcione Pereira
Assistente de produção • Henrique Morais

PEQUENOS TESOUROS
Quando surge aquela vontade de comer algo açucarado, aposte nas sobremesas em miniatura, que viraram febre por saciar a gula sem comprometer a silhueta.





(1) Este mix colorido conta com hóstia de ovos, docinho de chocolate com pistache, caramelo de ovos com amêndoa, docinho de limão, enlace de damasco e caixa de chocolate com maracujá, La Vie en Douce.





(2) A bela aparição é um caramelo de tâmaras feito com chocolate e espiral de trufa, Priscila Ursaia.




(3) Um clássico repaginado. Assim pode ser chamado o brigadeiro de colher de ovomaltine, Priscila Ursaia.





(4) Voltamos à infância diante dos minicupcakes de limão e cobertura de marshmallow, Luana Davidsohn.

Brazil 3 Chile 0: match report - By Ian Chadband, Chief Sports Correspondent - telegraph.co.uk/sport/football



Robinho - Brazil 3 Chile 0 match report
It's a wrap: Robinho celebrates after scoring Brazil's third and final goal at Ellis Park Stadium Photo: GETTY IMAGES

Dunga’s terminators are stampeding their way towards World Cup number six, offering an impression of football’s most ruthless killing machine en route.

There may have been lovelier versions of Brazil’s Selecao, but surely none quite as ruthless as this.

Poor old Chile came for the fight at Ellis Park, came to attack, but they were softened up, shredded and then toyed with as Brazil, quite as hard-nosed as their boss, effortlessly booked their quarter-final spot against Holland in Port Elizabeth on Friday. On this evidence, the Oranje will not savour the task.

For here was evidence that Brazil might just be the team with everything.

Dear old Dunga gets slated for his supposedly pragmatic ways but if pragmatism means a magnificent back four, holding midfielders of experience and streetwise excellence, a creator of Kaka’s vision and a lightning strike force, then who needs romanticism?

Yes, Dunga likes his security blankets; yes, his team’s success is built on hard labour but you have to give the man credit where it is due. Some of Brazil’s football is still also quite breathtaking. Watch Luis Fabiano’s goal again and savour footballing team play at its finest.

Sadly for Chile, the omens were all correct. No side in this tournament could have harboured more reasons for gloom than Marcelo Bielsa’s men as they approached a match which all the statistics suggested they couldn’t possibly win.

They hadn’t beaten Brazil in their last 13 meetings stretching back 17 years and in their only two previous meetings in the finals, in the semi-final in 1962 and in the round of 16 at France 1998, the Selecao smashed four past them. It would have been the same last night, one suspects if Brazil had not taken their foot off the gas with the game won.

Not that the Chileans started with the appearance of a bunch with an inferiority complex. Indeed, it is rare to see Brazil go for about five minutes without touching the ball such was the neat passing interplay of the Chileans.

Of course, when they finally did, the sharpness of their counter attack was immediately evident with Dani Alves – what a replacement to be able to introduce with Felipe Melo injured – stroking a delightful diagonal ball straight into the path of Fabiano, who screwed his shot wide.

On an evening mild enough even for Dunga to discard his U-Boat captain polo neck for a change, there was pleasure to be had from the game’s patterns but there was little to warm in terms of real action early on, apart from a stinging shot from distance from Gilberto Silva.

The lively Jean Beasejour had one strike deflected for a corner while Pablo Contreras almost connected with a header from a corner, but it always felt as if Brazil were playing on a leash, ready at any moment to slip it.

Lucio did a dying swan act after Contreras hooked a leg round his but referee Howard Webb, who had a good night, was rightly having none of it.

Both the captain and Kaka, back in disciplinary bother again following his unjust sending off against Ivory Coast with a booking here for a foul on Arturo Vidal, looked a little frustrated about the failure to break through.

Finally, it came from a straightforward source. Maicon’s corner sailed beyond the penalty spot and, as Lucio and Fabiano just ahead acted as a kind of double screen, Juan rose majestically to power home a header, the Roma defender’s seventh goal for his country on his 80th appearance.

If that was a meat and two veg goal, the one that followed just a couple of minutes later felt like the champagne Brazil of fond imagination. A lightning break down the left from Robinho, a sweet ball played across to Kaka, whose cushioned touch was so exquisite, Fabiano was freed to round Bravo and tap into an empty net. Supreme.

Effectively, the game was already. In days of Rivelinho yore, we may have imagined a Brazilian side two up to go dancing through the game. Not Dunga’s mob. Discipline and concentration reigned, with the odd cavalier moment to savour like when the magnificent Lucio went galloping 80 yards downfield and slipped a lovely ball to Robinho, whose lack of control earned him a look which could have killed from his captain.

Brazil’s third was superb too, a marvellous interception and slaloming run from Ramires, who surged forward and laid off a simple pass for Robinho to curl home.

After Dani Alves nearly scored from 35 yards, Kaka shot just over and Robinho almost added another on the break, there was one final reminder of Brazil’s complete all-round quality. When Humberto Suazo had a rare shot, Julio Cesar was equal to it. Oh, yes, just a reminder they have the best goalkeeper in the world too. Who in the name of Maradona can stop them?

Souplat e Prato Africanos em pedraria - David Jansen - artesão - Artesanato - Programa Mulheres



INGREDIENTES
Material para o Souplat:
- gomalaca indiana
- base acrílica
- lixa
- tinta acrílica cor dark chocolate
- pasta ouro
- pasta cobre
- cola pano
- arame fino
- missangas pequenas
- apilques de ferro para bijouterias
- strass
- cristais colantes-chaton
- tinta relevo 3d nas cores: cobre, ouro
- ponteira de ferro
- lantejoulas mescladas
- relevo transparente para colagem das missangas
- pincel macio para a pintura


Material para o Prato:
- pratos de vidro
- tinta queimada em forno 150 graus nas cores branco metálico, ouro e cobre
- base brilhante incolor
- guardanapo
- pinceis de cerdas macias
- lixa fina
- pincel de cerdas grossas para o patina
MODO DE FAZER

Passo a Passo para o Souplat:
Preparar com goma laca e base acrílica e lixar. Passar a tinta marrom e após a secagem, patinar com pastas ouro e cobre, dando nuances e mesclando as duas cores. Centralizar as peças de metal e colar os pedaços de strass. Dispor todos os outros materiais colando com cola pano. Utilizar o arame para fazer fios de missangas e colar. Com o relevo transparente aplicar as missangas dentro das peças ou em lugares do souplat.


Passo a Passo para o Prato:
Limpar muito bem com álcool e aplicar o guardanapo com o verniz base brilhante 150. Esperar secagem e passar o branco nas partes que temos que valorizar. Passar o dourado e o cobre para dar acabamento. Esperar secar por 24 horas e levar ao forno para queima seguindo as instruções do produto.


David Jansen - artesão
(11) 9880-6472

Colar Náutico com Broche de Flor e Zíper - Tatiane Lopes - Tecnóloga em Design da Moda - Artesanato - Programa Mulheres




INGREDIENTES
- Contas de resina - azul marinho
- Contas de resina mesclada - vermelha
- Contas de pérolas - médias e grandes
- Arroz de pérola
- Discos de cristas - vermelho leitoso
- Alfinetes contrapino - dourado
- Argolas médias - douradas
- 0,25 cm de corrente - dourada
- Tulipas - douradas
- 2 canecas de colagem - dourada
- Alfinete por metro
- 1m de cordão trançado - azul marinho
- 2 m de linha encerada - azul marinho
- 1,20 m de zíper - azul marinho
- 1 base de broche para colagem - níquel
- Cola instantânea
- Adesivo de Contato
- Tesoura
- Alicates de bijuterias
- Agulha
- Isqueiro
- Fio de nylon 0,40mm
MODO DE FAZER

Coloque em cada alfinete contrapino 5 contas de resina - azul marinho, 4 contas de pérolas médias com tulipas, corte o excesso do alfinete e vire a ponta, formando uma argola.
Vire também a ponta do alfinete por metro, coloque a resina vermelha mesclada e vire a outra ponta, repita esse processo por 2 vezes. Una as contas com argolas na sequência:
coloque 1 conta de resina azul marinho, 1 conta de pérola com tulipas, 1 conta de resina azul marinho, 1 conta de pérola com tulipas, 1 conta de resina vermelha mesclada, 1 conta de resina azul marinho, 1 conta de pérolas com tulipas, 1 conta de resina azul marinho, 1 conta de resina vermelha mesclada, 1 conta de resina azul marinho e 1 conta de pérola com tulipas. Formando então um colar de alfinetes.
Corte 1,5m de linha encerada e passe pela argola da última pérola, unindo as pontas da mesma e dê um nó. Feito isso coloque em cada ponta da linha encerada 1 disco de cristal vermelho leitoso, una as pontas das linhas e coloque 1 arroz de pérola, separe as pontas e coloque novamente 1 disco de cristal vermelho leitoso em cada ponta. Una as linhas e coloque 1 pérola grande, separe novamente as linhas e coloque 1 disco de cristal vermelho leitoso nas pontas, repita esse processo por 3 vezes. Finalizando com 1 arroz de pérola e discos de cristal vermelho leitoso. Dê um nó nas pontas das linhas enceradas.
Corte 25 cm de corrente dourada e passe o cordão trançado - azul marinho, entre os elos da mesma, volte o cordão no último elo da corrente para fazer o acabamento e cole com a cola instantânea. Repita esse processo nas duas pontas da corrente, deixe aproximadamente um pedaço de cordão trançado de 1 cm e corte o excesso, feito isso cole com a cola instantânea as canecas (de colagem) nas duas pontas.
Para finalizar, una com uma argola o colar de alfinetes em um dos lados da corrente e do outro lado amarre as linhas enceradas, corte o excesso e queime as pontas.


Broche - Flor de zíper:
Corte 1 m de fio de nylon 0,40mm e passe na agulha. Dê três nós na ponta do fio e corte o excesso.
Corte 1,5 m de zíper e enrole a ponta, feito isso dê três pontos para fixar a ponta enrolada. Forme um elo e encaixe embaixo do enrolado e dê um ponto, repita esse processo até completarem as camadas de maneira que forme uma flor, sempre costurando os elos. Para o acabamento dê três pontos para melhor fixar as camadas. Forme uma argola e passe a agulha por três vezes dentro da mesma, puxe e queime a ponta para não desfazer os nós. Feito isso corte o excesso do zíper.
Passe o adesivo de contato na base do broche e espere secar completamente. Cole o mesmo no centro da flor, escondendo o acabamento.
Sugestão:
Aplique o broche de flor de zíper no colar, do lado da corrente com cordão.
Ou poderá também colocá-lo em uma bolsa, pode ser utilizado como acessório de cabelo, ou para completar um look, como por exemplo utilizá-lo com uma camiseta básica e um jeans, ou seja, é uma peça que pode está adaptada de várias formas.
Custo: R$ 24,80
Sugestão para venda: R$ 60,00

Tatiane Lopes - Tecnóloga em Design da Moda
(11) 2035 - 4542

Bandeja de Colo para a Copa Regiane Boppré - artesã - Artesanato - Programa Mulheres



Foto: TVGazeta

receita
INGREDIENTES
- 1 Peça em mdf
- Tintas PVA Branca, Mel, Marrom, Preto, Azul, verde e amarelo
- Verniz Acrílico Brilhante
- Papel para decoupage
- Estênceis diversos
- Pincéis: Chato, Chanfrado, e batedor de estêncil
- Rolinho de espuma
- Garfo
- Tinta Mosaico
- Cola Pano
- Gel para Matizar
- Régua
- Lápis
- Lixa 220
- Fita crepe
MODO DE FAZER

Custo R$ 20.00
Venda R$ 30.00

1- Passar uma demão de tinta branca em toda peça, lixe 2- Repita com até duas demãos , deixando a peça bem branca 3- Risque com régua e lápis , a faixas que serão trabalhadas e proteja com fita crepe
4- Misture na cor mel o gel para matizar
5- Imediatamente passe o garfo em cima da tinta fazendo os riscos desejados
6- Retire a fita e posicione o estêncil de bolas, e pinte-o com o batedor de estêncil na cor marrom.
7- Em seguida posicione o estêncil da bandeira do Brasil e pinte com verde o amarelo e o azul
8- Passe a cola pano na peça espalhando bem
9- Cole a figura
10- Na parte interna e laterais pinte com a cor preta ou marrom
11- Envernize toda a peça
12- Por último preencher os círculos com a tinta Mosaico.

Regiane Boppré - artesã
(11) 2288-1002

Croquete de Bacalhau com Creme de Leite - Arlete Pitta - culinarista



Foto: TVGazeta

receita
INGREDIENTES
- 1 kg de bacalhau
- 2 batatas descascadas
- ½ xícara (chá) de azeite ou óleo
- 4 dentes de alho amassados
- 1 cebola picada
- ¾ de xícara (chá) de polpa de tomate
- 700ml de água do cozimento do bacalhau
- 1 folha de louro
- 50g de margarina
- sal , pimenta do reino , molho de pimenta e orégano a seu gosto
- 4 xícaras (chá) de farinha de trigo
- 2 gemas
- 1 caixa de creme de leite UHT
- 3 colheres (sopa) de salsa picada
MODO DE FAZER

Rendimento: 100 unidades
Preço de Custo: R$ 25,00
Preço para Venda: R$ 65,00 o cento

Cortar o bacalhau em pedaços, lavar bem e deixar de molho de um dia para o outro trocando a água umas 4 vezes.
No outro dia escorrer e reservar.
Colocar uma panela com água no fogo e deixar ferver.
Juntar os pedaços de bacalhau e as batatas descascadas.
Cozinhar o bacalhau por uns 10 minutos , retirar com uma escumadeira e desfiar . Reservar.

Cozinhar as batatas, espremer no espremedor e reservar.
Em uma panela grande colocar o azeite e refogar bem o alho e a cebola.
Juntar a polpa de tomate, a água do cozimento do bacalhau e o louro e deixar ferver.

Juntar as batatas espremidas, o bacalhau desfiado, a margarina e temperar tudo a seu gosto.

Deixar ferver, juntar a farinha de trigo e mexer bem até cozinhar e formar a massa .
Tirar a panela do fogo, misturar as gemas e mexer bem até incorporar .
Voltar a panela ao fogo e cozinhar as gemas sempre mexendo .
Retirar novamente a panela do fogo, juntar o creme de leite e a salsa picada, mexer bem até incorporar o creme de leite.
Colocar a massa sobre uma pedra, sovar bem para o creme de leite incorporar na massa.
Moldar os croquetes passar na clara de ovo e farinha de rosca.
Fritar em óleo quente em pequenas quantidades.

Arlete Pitta - culinarista
(11) 2965-3772

Bolo de Milho com Goiabada - Mônica Xavier - culinarista - Receitas - Programa Mulheres



Foto: TVGazeta


receita
INGREDIENTES
- 3 ovos
- 2 xícaras (chá) de Leite
- 2 xícaras (chá) de Açúcar
- 1 xícara (chá) de óleo
- 2 xícaras (chá) de Farinha de Milho
- 50 g de queijo parmesão ralado
- 50 g de coco ralado
- 1 colher (sopa) de Fermento em pó
- 100 g de goiabada cortada em cubos
- Farinha de trigo para passar os cubos de goiabada.
MODO DE FAZER

Preço de custo: R$ 8,50
Preço de Venda: R$ 18,00 a R$ 20,00

Bata todos os ingredientes obedecendo a ordem para não sobrecarregar o liquidificador, exceto a goiabada, que deverá ser empanada na farinha de trigo e reservada. Coloque em uma assadeira com buraco de 23 cm de diâmetro. Espalhe a goiabada e leve para assar em forno pré-aquecido a 180° por 30 minutos aproximadamente.

Mônica Xavier - culinarista
(11) 9935-0545

Pizza de Mandioca - Dhema Rosário - culinarista - Receita - Programa Mulheres



Foto: TVGazeta

receita
INGREDIENTES
- ½ kg de mandioca cozida e espremida
- 2 xícaras (chá) de amido de milho
- 1 colher (sopa) de açúcar
- 30g de fermento para pão
- 1 ovo
- 2 colheres (sopa) de margarina culinária
- 1 colher (chá) de sal
- um pouco de fubá

Recheio:
- Queijo
- Presunto
- Cebola
- Azeitonas fatiadas
- Molho de tomate
MODO DE FAZER

Em uma vasilha coloque a mandioca, o amido, o fermento, o açúcar, o ovo e a margarina culinária. Misture bem e deixe crescer por 30 minutos. Divida a massa em 2 porções, enfarinhe uma superfície com fubá, abra a massa com um rolo, formando discos. Cubra com molho vermelho e leve para assar por 20 minutos.
Retire e monte com queijo, presunto, cebola fatiada e azeitonas.

Rendimento: 2 pizzas
Preço de Custo: R$ 5,00
Preço para Venda: R$ 10,00

Dhema Rosário - culinarista
(13) 3494-2014

Panforte de Amêndoas - Chef Alex Caputo - Receitas - Programa Mulheres


Foto: TVGazeta

INGREDIENTES
- 50g açúcar de confeiteiro
- 50g farinha de trigo
- 50ml de mel
- 50g amêndoas sem pele, em lâminas
- 50g avelãs em pedaços
- 50g uvas passas claras
- 50g uvas passas escuras
- 3 figos secos em pedaços
- 3 damascos secos em pedaços
- 1 colher (chá) açúcar mascavo
- 1 cálice (30ml) de conhaque
- 1 colher (chá) fermento em pó
- 1 colher (café) noz moscada ralada
- 1 pitada de cravo em pó
- 1 pitada de canela em pó
- 1 pitada de pimenta-do-reino em pó
- 1 limão siciliano – somente a raspa da casca
- 3 ovos grandes
- 1 folha de massa filo (ou massa folhada comprada pronta)
MODO DE FAZER

Rendimento: 8 porções
Preço de custo: R$ 20,00
Preço para venda: R$ 64,00

Bata bem os ovos com o açúcar e vá acrescentando a farinha, as frutas secas, o conhaque (no qual foi dissolvido o fermento) e os demais ingredientes. Reserve a folha de massa filo.

Montagem:
Depois de ter misturado tudo, unte uma forma de aproximadamente 20 cm de diâmetro com manteiga ou margarina. Sobre esta base coloque a folha de massa filo centralizando-a. Despeje a massa batida acertando a superfície e as beiradas. Leve ao forno pré-aquecido a 190º C por 25 minutos. Depois de assado o Panforte fica com uma cor marrom escurecida. Retire-o da forma virando a forma num prato raso e vire novamente em outro prato para que a superfície com a massa fique para baixo. Polvilhe a face superior com açúcar de confeiteiro.

Chef Alex Caputo
(11) 9466-8393

Ímãs de geladeira em formato de ovinhos - Artesanato de Pascoa - Fazer Artesanato - passo a passo

Artesanato de Pascoa

Medidas do motivo
• Em pontos: 25 x 35 (cada ímã).
• Em centímetros: 6,5 x 9 (em étamine de quatro pontos por centímetro); 5×7 (em tela plástica, étamine ou cânhamo de cinco pontos por centímetro); 4 x 6 (em étamine ou linho de seis pontos por centímetro); 3,5 x 5 (em étamine de sete pontos por centímetro).

Material
• 10 x 10 cm de tela plástica para bordado ou étamine, cânhamo, linho.
• Cola branca e papel camurça.
• Tiras de ímãs.
• Linha mouliné DMC ou ANCHOR nas cores indicadas na chave de sinais junto ao gráfico.
Pontos empregados
• Ponto cruz (use três fios de linha na agulha nos tecidos de quatro e cinco pontos por centímetro; nos demais use dois fios). Ponto atrás (use um fio de linha na agulha em todos os tipos de tecido).
Execução
• Verifique a quantidade de furinhos da tela plástica, tanto na largura quanto na altura. Divida os resultados ao meio, e marqueos com carreiras de ponto de alinhavo. No caso de usar tecido, dobreo em quatro, a partir do centro. Abra o tecido e alinhave as marcas deixadas pelas dobras, traçando uma cruz, com um fio de cor contrastante. A intersecção dessas linhas corresponde ao centro do tecido e do motivo.
• Borde o motivo, fazendo cada ponto sobre um quadradinho da tela plástica ou do étamine. No cânhamo ou linho trabalhe sobre 2×2 fios. Terminado o bordado no tecido, passeo pelo avesso.
• Passe várias demãos de cola branca no avesso da peça, para plastificar os pontos. Deixe secar entre as demãos. Recorte o plástico ou tecido bem rente aos pontos.
• Arremate o avesso da peça com o papel camurça. Sobre este cole um pedaço de ímã.

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Explicações básicas
• Consulte sempre as instruções de trabalho no final do caderno Como se Faz. O faça uma bainha. Deixe uma abertura para introduzir o elástico.
gráfico damos também a conversão das cores para as linhas DMC, alertando que a tonalidade do bordado poderá apresentar um resultado um pouco diferente.

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Programas de TV e Revistas

www.mulher.com www.a12.com/sabordevida www.atelienatv.com.br www.tvseculo21.com.br www.programaartebrasil.com.br www.pgmvidamelhor.com.br www.tvartesanatosemstress.com.br http://manequim.abril.com.br http://www.pingouin.com.br http://www.etsy.com http://www.portaldeartesanato.com.br www.netfontes.com.br http://www.florbras.com.br (miniaturas) http://www.crismimo.com.br (latinhas, bisnagas, tercinhos) http://www.dinaarmarinhos.com.br (feltro e tecidos de pelucia) http://www.tecidosecrafts.com.br (botoes e aviamentos) http://www.clickfios.com.br (feltro e aviamentos e las) http://www.ganapresentes.com.br http://www.quianestore.com ( botoes) http://loja.mixcriativo.com.br (aviamentos) http://imagensdecoupage.blogspot.com.br/ http://www.soisopor.com.br (onde comprar isopor) http://loja.pontodoscrap.com.br (onde comprar meia perola) http://www.luanenfeites.com.br (artigo para festas) http://www.formasparachocolate.com.br (artigo para festas) http://www.doceart.com.br (artigos para festas) http://www.barradoce.com.br ( artigo para festas cortadores) http://www.proplastik.com.br (artigo para festas) https://www.digitalupserver01.com.br (artigo para festa) http://www.lojatiamarlene.com.br (artigos para festa) http://blog.creativstemplates.com(imprimir temas) http://fazendoaminhafesta.blogspot.com.br (temas para imprimir) http://www.bebruarts.com.br (mini frascos de vidros, armarinho) http://www.atacadaodoartesanato.com.br (miniatura) http://www.bibibrindes.com (miniaturas) www.a25decorfestas.com.br http://www.matsumotovirtual.com.br http://www.mundopoa.com.br http://www.domnet.com.br http://www.novapauli.com.br

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