Mittwoch, 5. Mai 2010

Conjunto com bandeja e potes para beleza - Carlos Saad - artesão - Programa Mulheres


 
INGREDIENTES
Custo: R$ 38,00
Venda: R$ 75,00

Materiais:
3 peças em MDF (bandeja e dois potes)
Lixa para madeira n° 220
Pincel chato largo
Pincel redondo
Pincel chanfrado para sombra
Tinta látex PVA fosca: marfim, verde pistache, verde cana e verde oliva
Gel médium envelhecedor: ocre e verde antigo
Esponja fina
Rolinho de espuma
Fita crepe
Stencil motivo bambu
Bandeja de isopor
Pano macio
Pote de água
Verniz acrílico brilhante
MODO DE FAZER


1° passo: Lixe a peça com a lixa para madeira n° 220. Remova o pó com pano macio ou pincel.


2° passo: Coloque tinta marfim na bandeja, adicione água se for necessário, misture bem.


3° passo: Com o rolinho de espuma aplique uma demão de marfim nas três peças interna e externamente. Seque, lixe bem e remova o pó.


4° passo: Aplique mais uma demão na parte externa e duas demãos na parte interna respeitando intervalo de secagem entre as demãos.


5° passo: Na parte externa da bandeja, cole pedaços de fita crepe rasgados enfileirados, sobrepondo a ponta rasgada. Disponha uma fileira junto da outra, até cobrir toda a peça.


6° passo: Aplique mais uma demão da cor marfim sobre a fita crepe (cubra bem). Seque bem.


7° passo: Coloque um pouco de gel da cor ocre na bandeja de isopor. Adicione um pouco de água e misture bem.


8° passo: Aplique em um lado da peça em único sentido empregando o pincel (camada não muito carregada).


9° passo: Em seguida, arraste a esponja úmida sobre o gel. Seque, faça um lado por vez.


10° passo: Repita o processo (do passo 7° ao 9°), empregando o gel médium verde antigo.


11° passo: Posicione o stencil sobre a peça. Fixe com fita crepe.


12° passo: Com o pincel redondo e a cor verde pistache, aplique suaves batidinhas sobre o stencil. Em seguida, empregue a cor verde cana para obter efeito sombreado. Retire o stencil. Seque.


13° passo: Efetue sombreado nas bordas da peça empregando a cor verde oliva e o pincel chanfrado.


14° passo: Aplique duas demãos de verniz acrílico brilhante com o rolinho de espuma respeitando intervalo de secagem entre as demãos.


Obs: Execute a mesma técnica nos dois potes para compor o kit.



Carlos Saad - artesão


(11) 2091-1702

"The Heart of a Muslim" By Zain Bhikha



I realized after making the video that the words have some errors in them.

Please see below the UPDATED lyrics thanks to lw18407!!

Heart of a Muslim

Looking up at the sky, searching for Allah most High
He rejected the way of worshipping Gods of clay
Prophet Ebrahim knew that Allah was near
And that the heart of a Muslim is sincere

Under the hot burning sun, he declared God is one
Though with stones on his chest, his Imaan would not rest
The Muadhin knew that right would conquer wrong
And the heart of a Muslim must be strong

Chorus:
It's the heart of a Muslim through the guidance of Islam
That makes you fair and kind and helpful to your fellow man
So living as a Muslim means that you must play a part
Allah looks not at how you look, but what is in your heart

In our poor meager state, little food on our plate
Mother said she was glad, always sharing what we had
When I asked how can we share what's not enough
She said the heart of a Muslim's filled with love

He said its time you should know, you will learn as you grow
That some people around will do what's bad to bring you down
Father said to be a star that's shining bright
For the heart of a Muslim does what's right

Chorus

So whatever you, make sure your words are true
Honesty is the best, because life is a test
Even if it hurts so much you want to cry
For the heart of a Muslim does not lie


islam the heart of muslim islamic arab arabic nasheed anasheed zain bhika bhikha bikha quran koran

Arroz Carreteiro Foto - Chef Harry Pisek - chef de cozinha - Programa Mulheres


 
INGREDIENTES
- 6 colheres (sopa) de óleo

- 4 dentes de alho espremidos

- 1 cebola picada

- 1 pimenta dedo de moça picada

- ½ kg de alcatra em tiras

- 2 linguiças frescas picadas

- 2 ½ xícaras (chá) de arroz

- 4 xícaras (chá) de água

- sal a gosto

- água para ir regando arroz

- 1 tomate picado

- 1 colher (sopa) de salsinha picada

- 1 colher (sopa) de cebolinha picada

- parmesão ralado (opcional)
MODO DE FAZER


Numa panela coloque o óleo a cebola e o alho e deixe refogar, em seguida coloque a carne, a linguiça e a pimenta dedo de moça, mexa até que a carne e a linguiça fiquem dourados e em seguida coloque o arroz, deixe-o fritar um pouco, coloque o sal e a água e mexa de vez em quando, se necessário coloque mais água até que o arroz fique cozido.
No final coloque a cebolinha a salsinha e o tomate.
Obs. Na hora de servir já no prato, você poderá colocar um pouco de parmesão ralado.





HISTÓRIA DO ARROZ CARRETEIRO


O arroz carreteiro (ou arroz-de-carreteiro) é um prato típico da culinária brasileira, originário do Rio Grande do Sul. Surgiu quando os carreteiros (mercadores ambulantes que atravessavam o sul do Brasil em carretas puxadas por bois) aproveitavam os restos do churrasco e os comiam juntamente com arroz.
Elaborado à base de arroz e charque e tradicionalmente preparado em panela de ferro, é um dos principais pratos da culinária gaúcha.
O prato foi incorporado à cozinha brasileira e hoje é comum saboreá-lo em todo o país.
Nas regiões Centro-Oeste e Nordeste do Brasil é também conhecido como Maria-isabel, e preparado com carne-de-sol.

Chef Harry Pisek - chef de cozinha
(11) 9466-8393

BEST NASHEED EVER 1 (DEEN-IL-ISLAM)NEW!!!ZAIN BHIKHA

allah mawlay nasheed quran islam ahmed deedat zakir naik muslim miracles zain bhika kamal uddin sami yusuf music 


This is islam song / Nasheed

This is islam song nasheed religion jihad jehad terrorism terrorists peace love music media lies 9/11 USA 

This is islam song / Nasheed


sami yusuf the cave of hira (resimli) - Oracao para nós falamos com nosso Deus

 fotolar 'namaz zamanı' kitabından alınmıştır. (özgü yayıncılık eylül 2007 www.arkkitap.com) 

sami yusuf cave hira islam namaz zamanı


Torta mousse de champagne - Janaína Suconic - chef de cozinha - Programa Mulheres





 
INGREDIENTES

MODO DE FAZER


Rendimento: 1 torta de 1 kg
Preço de custo da receita toda: R$ 18,00
Preço de venda da receita toda: R$ 50,00



Ingredientes do pão de ló de amêndoas:


- ½ xícara (chá) de açúcar impalpável
- ½ xícara (chá) de farinha de amêndoas
- ¼ xícara (chá) de farinha de trigo
- 1 ovo
- 2 gemas
- 5 claras
- ¼ xícara (chá) de açúcar





Modo de preparo:


Bata as claras em neve e acrescente o açúcar, sem parar de bater até que esteja firme. Bata o ovo e as gemas com o açúcar impalpável e a farinha de amêndoas por aproximadamente 05 minutos, retire da batedeira e acrescente a farinha de trigo mexendo delicadamente. Leve para assar em forma de rocambole forrada com papel manteiga por aproximadamente 15 minutos em forno a 180°C.



Ingredientes do mousse de champagne:


- ½ xícara (chá) de açúcar
- 4 gemas
- ½ xícara (chá) de espumante doce
- 1 colher (sobremesa) de gelatina sem sabor
- 7 colheres (sobremesa) de água
- 2 xícaras (chá) de chantilly



Modo de preparo:


Bata o chantilly e reserve. Misture o açúcar com as gemas até dissolver o açúcar, acrescente o espumante e leve ao banho maria, mexendo sempre por mais ou menos 5 minutos, retire do banho maria e coloque na batedeira e deixe batendo até firmar bem. Retire da batedeira, acrescente a gelatina hidratada e dissolvida com a água e por último o chantilly batido misturando delicadamente.



Ingredientes da cobertura de morangos:
- 1 polpa de morango
- 2 colheres (sopa) de geléia de brilho
- Corante vermelho



Modo de preparo:


Misture todos os ingredientes e utilize.



Montagem:


Num aro de 20 cm, coloque um disco de pão de ló no fundo da forma e tiras nas laterais. Coloque a mousse como recheio, finalize com a geléia de morangos e decore com alguns morangos.

Janaína Suconic - chef de cozinha
(11) 3721- 8066

Feijão Tropeiro - Receita Programa Mulheres




 
INGREDIENTES
- 1 kg de feijão
- 250 g de bacon
- 250 g de lingüiça de porco
- 250 g de carne seca frita (pedaços)
- Cebola, alho e sal a gosto

MODO DE FAZER

Cozinhe o feijão com água e sal (não deixe o feijão de molho de um dia para o outro). Durante a fase de cozimento do feijão, adicione os outros ingredientes: lingüiça de porco (que deve estar cozida e cortada em rodelas finas), bacon, gordura e carne seca com o óleo, para fritar. Em seguida, frite alho picado com óleo e sal para refogar.

Feijão Tropeiro - Harry Pisek – chef de cozinha - Programa Mulheres



INGREDIENTES
- 200g de banha suína
- 100g de toucinho defumado
- 10 fatias bem finas de lombo
- 5 ovos
- 1 cebola grande picada
- 5 dentes de alho picados
- 1/3 xícara (chá) de salsinha
- 1/3 xícara (chá) de cebolinha
- ½ quilo de lingüiça calabresa apimentada assada
- 8 a 10 pedaços de torresmo
- ½ quilo de feijão carioca cozido
- 2 xícaras (chá) de farinha de mandioca crua
MODO DE FAZER


Separar duas frigideiras: em uma derreter a banha, colocar o toucinho defumado, as fatias de lombo e deixar fritar. Tirar um pouco dessa gordura e colocar em outra frigideira para fritar o bacon e os ovos (mexer como ovos mexidos). Enquanto isso, na primeira frigideira, acrescentar a cebola, o alho, o pedaço de lingüiça, a salsinha e a cebolinha. Colocar toda essa mistura na frigideira junto com os ovos mexidos e o bacon, acrescentar o feijão carioca e por último, mexa aos poucos e vá adicionando a farinha de mandioca. Se for necessário, salpique um pouco de sal.

Harry Pisek – chef de cozinha – fone: (12) 3663-4030

Feijão Tropeiro - Rubinho Veloso – Chef de cozinha - Programa Mulheres


 
INGREDIENTES
- 1 maço de cebolinha verde

- pimenta-do-reino a gosto

- sal socado com alho a gosto

- ½ kg de feijão cozido

- ½ kg de farinha de rosca

- 2 cebola de cabeça

- 150g de torresmo de tocinho fresco

- 150g bacon

- 3 ovos cozidos

- 150g calabresa

- 150g carne seca

- coentro a gosto
MODO DE FAZER

- Refogar bem a cebolinha verde, a pimenta, o sal com o alho, bacon, calabresa e a carne seca

- Adicionar o feijão sem amassar, refogar bem e mexer com a farinha de mandioca na hora de servir

- Acrescentar também bastante cebola de cabeça com o torresmo

- Por último, adicione os ovos




* Rubinho Veloso – Chef de cozinha
Tel.: (11) 3145-1748

امي ثم امي .. اغنية عظيمة للام

 اوبريت امي ثم امي لحد اخر يوم في عمري .. من اجمل واروع الاغاني اللي بسمعها 

امي ثم تامر حسني هيثم شاكر يارا اغاني اوبريت اغنية

Mini bolo decorado de coração - Nice Porto - culinarista - Programa Mulheres


 
INGREDIENTES

MODO DE FAZER


Ingredientes da massa:
- 8 ovos
- 2 xícaras (chá) de açúcar
- 3 xícaras (chá) de farinha de trigo
- 1 xícara (chá) de suco de laranja
- 1 colher de fermento em pó


Modo de preparo:
Bata as claras em neve, a seguir junte as gemas e o açúcar e bata até obter um creme fofo. Diminua a velocidade da batedeira e junte a farinha aos poucos alternando com o suco de laranja, por ultimo acrescente o fermento mexendo delicadamente.
Despeje em forma untada e enfarinhada e asse em forno pré-aquecido 180º por cerca de 40 minutos.



Ingredientes do creme de avelãs:
- 250 g de pó para creme de confeiteiro
- 500 ml de leite
- 1 xícara (chá) de pasta de avelãs
- 200 g de chocolate meio amargo picado
- 1 caixa de creme de leite
- ½ xícara (chá) de avelãs picadas.


Modo de preparo:
Misture o pó de creme de confeiteiro ao leite, a seguir despeje a mistura em uma panela e leve ao fogo mexendo até engrossar. Retire do fogo e junte a pasta de avelãs, o chocolate picado e o creme de leite, mexa bem e depois de frio acrescente as avelãs picadas.



Ingredientes da decoração:
- Forma de acetato em formato de coração
- 1 xícara (chá) de bombons
- 500g de pasta americana
- Corante comestível em gel nas cores desejadas
- Flores e confeitos de açúcar para decorar
- Glacê real para colar as flores


Montagem:
Divida o bolo em fatias, a seguir forre a forma de acetato com filme plástico, e acomode uma fatia de bolo pressionando com os dedos.
Regue com uma calda de sua preferência e distribua uma boa camada de recheio e salpique os bombons esfarelados, finalize com outra camada de bolo retirando o excesso com o auxílio de uma faca, regue novamente e utilize um fundo de isopor para prensar.
Leve a geladeira por no mínimo 2 horas, desenforme e decore com a pasta americana e os confeitos de açúcar.



Rendimento: 5 mini bolos de coração
Preço de custo: R$ 30,00 (R$ 6,00 cada)
Preço de venda: R$ 100,00 (R$ 20,00 cada)


Nice Porto - culinarista
(11) 5524-5371

Lombo assado com molho de alcaparras - Arlete Pitta - culinarista - Programa Mulheres


 
INGREDIENTES

MODO DE FAZER


Ingredientes:
- 1 ½ kg de lombo
- 2 tomates
- 1 cebola
- ½ xícara (chá) de salsa e cebolinha
- 2 colheres (sopa) de ketchup
- 2 colheres (sopa) de mostarda
- 2 xícaras (chá) de suco de abacaxi
- 1 colher (sopa) de sal
- 2 colheres (sopa) de alho picados
- 1 folha de louro
- Pimenta do reino a gosto

Modo de preparo:
Coloque numa forma o lombo limpo.
Bata no liquidificador o tomate, a cebola, salsa e cebolinha, ketchup, mostarda, suco de abacaxi, sal e a pimenta do reino, coloque sobre o lombo, junte o alho picado e o louro.
Deixe neste tempero de um dia para o outro, cubra com papel alumínio e coloque no forno 180º graus por 2 horas, tire o papel e deixe dourar.
Corte o lombo em fatias grossas e coloque em cada fatia o patê.



Ingredientes do patê de presunto e queijos:
- 300 g de presunto
- 400 g de ricota
- ¼ xícara (chá) de queijo parmesão ralado
- 1 caixa de creme de leite UHT
- sal a gosto
- pimenta do reino a gosto

Modo de preparo:
Coloque o presunto, a ricota, o queijo parmesão ralado e o creme de leite no processador, bata bem até formar um patê. Tempere com sal e pimenta do reino a gosto.



Ingredientes do caldo:
- 1 tablete de caldo de galinha
- 200 ml de água
- 1 colher (sopa) de amido de milho
- 100 g de alcaparras
Modo de preparo:
Coe o caldo que ficou na assadeira e numa panela junte o tablete de caldo de galinha, a água e deixe ferver. Acrescente o amido de milho e misture ao caldo e deixe engrossar, por último coloque as alcaparras no molho.

Rendimento: 6 porções
Custo da receita toda: R$ 18,00
Venda da receita toda: R$ 50,00

Arlete Pitta - culinarista
(11) 2965-3772

sami youssuf ( the teacher ) المعلم - سامى يوسف

Sami Youssuf ( the teacher ) Arab muslim song 

sami youssuf the teacher المعلم سامى يوسف محمد صلى الله عليه وسلم الإسلام إسلام مسلم عرب Arab muslim song


Bolo de pêssegos - Margareth Coledan - culinarista - Programa Mulheres



 
INGREDIENTES

MODO DE FAZER


Ingredientes da massa:


1 pão-de-ló branco com 28 cm de diâmetro

Ingredientes do recheio de pêssegos:
1 lata de leite condensado cozido
1 caixa de creme de leite
200 g de chocolate branco derretido
1 lata de pêssegos em calda picado
1 envelope de gelatina em pó sem sabor
¼ de xícara (chá) de água
300 ml de chantilly batido

Modo de preparo:


Numa vasilha misture com um fuê, o leite condensado, o creme de leite, junte o chocolate branco derretido, os pêssegos picados e a gelatina já dissolvida e hidratada com a água. Mexa bem e misture o chantilly. Reserve.



Ingredientes da calda:


Calda da lata de pêssegos
½ lata de leite condensado
½ xícara (chá) de água
2 pedaços de pêssegos em calda
1 colher (chá) de essência de pêssego



Modo de preparo:


Bata todos os ingredientes no liquidificador. Reserve.



Montagem:
Corte a massa em três camadas. Coloque a primeira parte da massa na mesma assadeira em que foi assada, regue com a calda e coloque metade do recheio. Repita o processo, termine com a última parte da massa e regue com a calda. Cubra com o papel alumínio, e leve para gelar por 12 horas. Desenforme e decore a gosto.

Decoração:
Chantilly batido
Bicos para confeitar: pitanga médio, folha médio, 2 unidades do bico pétalas e perlê
suporte para flor
pincel fino
01 placa de isopor (para tampa circulo de 28 cm cortado ao meio e para aba uma tira de 6 cm x 25 cm)
palitos de churrasco
corantes em gel nas cores: amarelo, violeta, verde e preto



Rendimento: 3 kg


Custo da receita toda: R$ 35,00


Venda da receita toda: R$ 90,00

Margareth Coledan - culinarista
(11) 4368-8659

طلع البدر علينا سامى يوسف

 اخر كليب لسامى يوسف طلع البدر علينا 

سامى يوسف أناشيد كليبات Anasheed Onshodah


جديد سامي يوسف 2009 - صلوا Sami yusuf 2009 - Without You / Sallou

 جديد سامي يوسف 2009- صلوا Sami yusuf 2009-Without You / Sallou
إصدار جديد لسامي يوسف
نصرة الحبيب المصطفى صلى الله عليه وسلم
مناسبة عيد المولد النبوي الشريف

جديد سامي يوسف 2009- صلوا Sami yusuf -Without You Sallou النصرة الحبيب المصطفى صلى الله عليه وسلم محمد نبي الإسلام القرآن سنة شيعة مسيح مريم العذراء وفاة مايكل جاكسون Michael Jackson dead عيد مناسبة مولد نبوي الشريف فرض بدعة فيلم فتنة fitna film salo mohammad mohamed prophet


كليب سامى يوسف " معلم " youtube-arab - Samir Yusuf

— اغنية معلم لسامى يوسف المزيد على عرب تيوب http://youtube-arab.blogspo... 

اناشيد اغانى كليبات فيديو سامى يوسف مطرب فنان كليب youtube

Cajuzinho - Receitas Palmirinha Onofre - Programa TV Culinária


Cajuzinho


Foto: TVGazeta


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INGREDIENTES

1 lata de leite condensado
200 gramas de amendoim torrado e moído
1 colher (sobremesa) de manteiga
Açúcar para passar o cajuzinho
Amendoim para decorar


MODO DE FAZER

Em uma panela coloque o leite condensado, manteiga e amendoim torrado e moído. Leve ao fogo baixo e cozinhe até desgrudar da panela. Retire do fogo e deixe esfriar. Unte as mãos com manteiga e enrole uma bolinha. A seguir, modele o cajuzinho. Decore com um amendoim. Passe pelo açúcar refinado ou granulado

Pavê dos deuses - Receita Palmirinha Onofre - Programa TV Culinária


Pavê dos deuses


INGREDIENTES

1 pacote de biscoito doce
200 gramas de manteiga sem sal
4 gemas
200 gramas de açúcar
1 lata de creme de leite sem soro
1 cálice pequeno de licor da sua preferência
1 lata de doce de leite
200 gramas de nozes ou ameixa
1 xícara (chá) de leite para banhar os biscoitos
Decoração a gosto


MODO DE FAZER

Na vasilha da batedeira coloque o açúcar e as gemas. Bata até obter um creme esbranquiçado. Junte a manteiga e torne a bater. Acrescente o creme de leite sem o soro. Bata novamente. Reserve.


Montagem
Em um recipiente distribua em camadas o creme, as bolachas passadas pelo leite, o creme e termine com as bolachas. Distribua a cobertura. Polvilhe com nozes moídas. Decore com cerejas e hortelã ou a gosto.


Cobertura
Em um recipiente coloque o doce de leite, o licor, as nozes ou ameixas picadas. Mexa para se agregarem.

سامي يوسف : أسماء الله الحسنى SAMI YUSUF : ALLAH ATTRIBUTES

..وصـدق الله إذ قـــال : " وجـعـلـنـاكـم شـعـــــوبـًا وقـبــــائـل لـــــــتـعـارفـوا إن أكـرمــــــكـم عـنـد الله أتـــــــقـــــــــاكـم "
صـــــــدق الله الــــــــعـــــظــــــــــــــــــيم

song كليب أغنية أسماء الله الحسنى سامي يوسف islam religion prophet muhammad love peace people country nation world


Polpetone - Receita de Palmirinha Onofre - TV Culinária

 
INGREDIENTES

1 kilo de carne moída
1 colher (sopa) de cebola picada
1 colher (sopa) de tempero pronto
1/2 xícara (chá) de salsinha e cebolinha
1 ovo
1 colher (sopa) de farinha de trigo
Sal e pimenta a gosto

Recheio
200 gramas de mussarela
Óleo para fritar

1/2 litro de molho de tomate

Queijo ralado para polvilhar

Acompanhamentos
Arroz
Salada de folha


MODO DE FAZER

Em uma vasilha grande coloque a carne moída, cebola, tempero pronto, salsinha, cebolinha, sal, pimenta, ovo levemente batido e a farinha. Mexa com as mãos. Deixe no tempero por cerca de 30 minutos (para pegar gosto). Unte as mãos com óleo e abra porções da carne. Recheie com mussarela. Feche com outra porção de carne. Frite em óleo quente. Retire da frigideira e escorra. A seguir, coloque em um recipiente e regue com o molho. Polvilhe com queijo ralado.

Falta desejo sexual na sua vida? Resolva já

http://mdemulher.abril.com.br

Falta desejo sexual na sua vida? Resolva já!
Confira 9 lições simples para recuperar o desejo sexual e colocar fogo nos lençóis

Por Suzana Dias
Conteúdo do site ANAMARIA

Falta de desejo sexual: um problema comum


De cada três mulheres brasileiras, uma tem problemas para chegar ao orgasmo. Se você também sente dificuldades para atingir esse ponto máximo de excitação, já sabe que não está sozinha.

A médica ginecologista Flávia Fairbanks, especialista em sexualidade humana, explica que há muitas causas diferentes para a falta de orgasmo em algumas mulheres. "Pode haver questões psicológicas, como trauma de infância, histórico de abuso sexual ou educação rígida", diz a especialista.

"Outros fatores podem ser o uso de drogas, o consumo de álcool e a presença de problemas de saúde." Felizmente, dá pra vencer estas barreiras com as técnicas que mostramos abaixo. Veja quais são e batalhe - com paciência e persistência - pelo seu prazer.




1. Conheça seu corpo


De acordo com os especialistas, é fundamental que a mulher conheça o próprio corpo para conseguir sentir prazer. Uma maneira de eliminar as travas é se acariciar durante o banho. Aproveite a espuma e alise nuca, seios, barriga, coxas... Quando se sentir à vontade, passe para a área genital. Dia após dia, você vai perceber quais são as regiões do corpo que mais te deixam excitada.







2. Perca a timidez


Foi-se o tempo em que a mulher tinha de ser recatada até com o marido. Mesmo assim, ainda há casais que não vivem uma intimidade verdadeira. Talvez você tenha recebido uma educação rígida e não consiga se entregar ao sexo sem pudores. Isso dificulta o orgasmo. Tente ampliar a intimidade com o companheiro, indo além um pouquinho a cada dia.







3. Revele seus desejos mais loucos


Você acha que seu parceiro não acerta muito nas carícias? Se a ideia é abrir caminho para o orgasmo, você precisa ser tocada nos lugares certos, de um jeito gostoso, que te dê vontade de fazer amor. Converse com seu parceiro e explique como gostaria que ele te tocasse durante o sexo. Diga com jeitinho o que deseja, por mais que ache suas fantasias uma loucura. Afinal, ele não é adivinho!






4. Só faça com vontade


Nunca vá para a cama sem vontade. Uma relação sexual por obrigação não tem como ser prazerosa. Os dois precisam querer sentir e dar prazer, porque o sexo não é uma via de mão única só para o benefício do homem. Entre no jogo erótico somente quando sentir desejo. Isso é meio caminho andado para obter prazer. Recuse a penetração se não estiver lubrificada e prontinha para o ato.

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Uma decoracao chique e sofisticada

De ótimo bom gosto ...

Quem nao gosta ??!!!!

Beijinhos

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Photo courtesy Palmer Weiss
 





 





Photo courtesy Phoebe Howard
 



Photo courtesy Woodson & Rummerfield(above)
 



Photo courtesy Woodson & Rummerfield

Gordon Ramsay's 10 easy Indian recipes



http://www.timesonline.co.uk


Gordon Ramsay's 10 easy Indian recipes
Fancy a curry? The Michelin-starred chef serves up ten simple Indian dishes to cook at home
Tadka Dal

A simple lentil dish from the north of India. Tadka refers to the tempering of spices and flavourings before they are combined with the main ingredients, in this case yellow split peas. The dal is delicious with Indian flat breads or any rice dish.

Ingredients

400g yellow split peas, rinsed well

1 litre water

½ tsp ground turmeric

½ tsp ground coriander

½ tsp garam masala

4 curry leaves

2 tbsp vegetable oil

1 tsp cumin seeds

2 garlic cloves, peeled and finely chopped

1 small onion, peeled and finely chopped

1½ tsp red chilli powder

4 medium tomatoes, skinned and finely chopped

Sea salt and freshly ground black pepper

Method

Tip the split peas into a saucepan and cover with the water. Add the turmeric, coriander, garam masala and curry leaves. Stir well and bring to the boil. Skim off any scum that rises to the surface and reduce the heat. Simmer for 30-40 minutes or until the lentils are tender. If the mixture becomes too dry, add a little more water.

Heat the oil in a pan over a medium heat. Add the cumin seeds and fry for a minute or until fragrant. Add the garlic and onion and fry for 4-6 minutes, until lightly golden brown. Stir in the chilli powder and, after a minute, tip the chopped tomatoes into the pan. Season the mixture with salt and black pepper and simmer over a medium heat for 6-8 minutes.

Pour the contents of the pan over the cooked lentils and stir well. Bring to a simmer and cook for a further 10-15 minutes, until the lentils are soft and thick. If you prefer, add a little hot water to thin down the consistency. Taste and adjust the seasoning and serve hot.

All recipes extracted from Gordon Ramsay’s Great Escape, published by HarperCollins. Text © Gordon Ramsay 2010. Photography © Emma Lee 2010. To buy the book for £18.75 (RRP £25), free p&p, call 0845 2712134 or go to timesonline.co.uk/booksfirst

DIE PROTOKOLLE der Weisen von Zion - Teil IV

DIE PROTOKOLLE der Weisen von Zion - Teil IV

http://honigmann-derhonigmannsagt.blogspot.com/

15. Protokoll

Wenn wir mit Hilfe der von uns überall für den selben Tag vorbereitete Umstürze, und nachdem alle Regierungen ihre Unfähigkeit einbekannt haben, endlich zur Herrschaft gelangt sind - es wird noch einige Zeit dauern, vielleicht ein Jahrhundert - dann werden wir dafür sorgen, daß gegen uns keinerlei Verschwörungen stattfinden.

Zu diesem Zwecke werden wir alle hinrichten lassen, die unseren Regierungsantritt mit der Waffe in der Hand begrüßen. Jede Neugründung irgend einer neuen Gesellschaft wird ebenfalls mit dem Tode bestraft werden.

Die jetzt bestehenden uns bekannten Geheimgesellschaften, die uns gute Dienste geleistet haben und noch leisten, werden wir auflösen. Ihre Mitglieder werden in fern von Europa gelegene Erdteile verschickt werden.

Auf diese Art werden wir mit den Nichtjuden, die freimaurerischen Logen angehören und davon zuviel wissen, verfahren. Diejenigen, welche wir aus irgendeinem Grunde verschonen werden, werden sich unter dem ständigen Druck, ausgewiesen zu werden, befinden.

Wir werden ein Gesetz erlassen, nach welchem alle alten Mitglieder der Geheimgesellschaften aus Europa, dem Sitz unserer Regierung, verbannt werden sollen.

Die Entscheidungen unserer Regierungen werden endgültig und ohne Berufungsmöglichkeit sein. Die nichtjüdische Gesellschaft, in die wir den Samen der Zwietracht und des Widerspruches gelegt haben, kann nur durch unbarmherzige Maßnahmen, welche von unbeugsamer Kraft sind, wieder in Ordnung gebracht werden. Dabei darf es auf die Zahl der Opfer, die für das künftige Wohl gebracht werden müssen, nicht ankommen.

Es ist Pflicht jeder Regierung, die sich auf ihre Daseinsberechtigung beruft, nicht nur ihre Vorrechte zu genießen, sondern auch ihre Aufgabe zu erfüllen, mag dies auch noch soviel Opfer kosten. Will eine Regierung unerschütterlich dastehen, so muß sie das Ansehen ihrer Macht verstärken, und dieses Ansehen wird nur durch eine alles übersteigende Unbeugsamkeit der Macht erreicht, die das Zeichen einer geheimnisvollen Unverletzlichkeit, der Auserwählung durch Gott, tragen muß. So war bis in die neueste Zeit die Autokratie der russischen Kaiser beschaffen, unser einziger Feind in der ganzen Welt neben dem Papsttum.

Erinnern Sie sich an das Beispiel des in Blut getauchten Italiens, das Sulla, der dieses Blut vergoß, nicht ein Haar krümmte; das Volk, das er gepeinigt hatte, vergötterte ihn, und seine unerschrockene Rückkehr nach Italien machte ihn unverletzlich. Das Volk vergreift sich nicht an dem, der es unterjocht hat, wenn wir jedoch die Herrschaft erlangt haben, werden wir in allen Ländern der Erde Freimaurerlogen gründen und vermehren.

Wir werden zu diesen Logen alle diejenigen heranziehen, die in der Öffentlichkeit eine hervorragende Rollen spielen oder spielen können. Diese Logen werden das hervorragendste Mittel sein, Auskünfte zu erlangen und Einfluß zu üben. Wir werden alle Logen in einer Hauptleitung zusammenfassen, die nur uns bekannt sein und aus unseren Weisen bestehen wird. Die Logen werden ihre Vorsitzende haben, um die eigentlichen leitenden Personen zu verdecken; nur diese sind berechtigt, die Losung auszugeben. In diesen Logen werden wir alle revolutionären und freisinnigen Elemente vereinigen.

Sie werden sich aus allen Gesellschaftsschichten zusammensetzen. Die geheimsten politischen Pläne werden uns schon am Tage ihrer Entstehung bekannt sein und uns zur Verfügung stehen. Fast alle Polizeiagenten sowohl der Staats- als auch der Internationalen Polizei werden Mitglieder der Logen sein, weil ihr Dienst für uns unentbehrlich ist; denn die Polizei ist in der Lage, nicht nur Maßnahmen gegen Widerspenstige zu treffen, sondern auch unsere eigenen Handlungen zu verdecken und Vorwände für Unzufriedenheit zu erzeugen.

Die meisten, die in Geheimgesellschaften eintreten, sind gewöhnlich Streber, Abenteurer und im allgemeinen Leute, die für alles zu haben sind, bei denen es uns nicht viel Mühe kosten wird, sie für unsere Pläne zu gewinnen. Wenn es zu Unruhen kommt, so bedeutet das, daß wir das Bedürfnis hatten, sie hervorzurufen, um eine allzu große Einigkeit zu zerstören. Kommt es zu irgend einer Verschwörung, so wird das Haupt derselben niemand anderer sein, als einer unserer treuesten Diener.

Es ist natürlich, daß nur unser Volk die Tätigkeit der Freimaurerei leiten kann, weil nur wir wissen, wohin wir sie führen und welches das Endziel jeder ihrer Handlungen ist. Die Nichtjuden dagegen wissen nichts, nicht einmal die unmittelbaren Ergebnisse; sie sind gewöhnlich mit der augenblicklichen Befriedigung ihrer Eigenliebe bei Durchführung ihrer Pläne zufrieden und merken nicht, daß diese Pläne nicht von ihnen stammen, sondern ihnen von uns eingegeben wurden.

Die Nichtjuden treten in die Logen aus reiner Neugierde oder in der Hoffnung ein, einen Vorteil zu ergattern oder über ihre unerfüllbaren Träume vor einem Publikum sprechen zu können. Sie lechzen nach äußerem Erfolg und Beifall, womit wir stets freigebig sind. Wir gönnen ihnen gerne diesen Erfolg, um ihre Selbstzufriedenheit auszunützen; dann nehmen die Menschen unsere Einflüsterungen in sich auf, ohne sich dessen bewußt zu sein; sie sind in ihrer eingebildeten Unfehlbarkeit voll überzeugt, nur ihre eigenen Gedanken und nicht die anderer geäußert zu haben.

Sie, meine Herren, können sich gar nicht vorstellen, bis zu welch lächerlichem Grad von Naivität man selbst die intelligentesten Nichtjuden bringen kann, wenn man ihrer Eitelkeit schmeichelt, und wie leicht es andererseits ist, sie durch den kleinsten Mißerfolg, sei es auch nur durch das Ausbleiben des Beifalles, zu entmutigen und sie zu unterwürfigem Gehorsam zu bringen, sobald sie für sich daraus nur wieder einen Erfolg erwarten.

Ebenso wie die Unserigen jeden Erfolg mißachten, der sie nicht ihrem Ziele entgegenführt, ebenso sehr sind die Nichtjuden um eines äußeren Erfolges willen bereit, alle ihre Pläne zu opfern. Dieser charakteristische Zug der Nichtjuden erleichtert uns außerordentlich unsere Aufgabe, sie zu führen.

Diese scheinbaren Tiger haben lammfromme Seelen und durch ihre Schädel weht der Wind. Wir haben ihnen ein Steckenpferd geschenkt, nämlich den Traum, daß die einzelne Persönlichkeit in einer symbolischen Einheit, im Kollektivismus, aufgehen müsse.

Sie haben nicht verstanden und werden es nie verstehen, daß dieser Traum den Grundgesetzen der Natur widerspricht, die seit der Erschaffung der Welt nur von einander verschiedene Wesen erzeugt hat, um jedem seine besondere Individualität zu verleihen.

Beweist nicht die Tatsache, daß wir die Nichtjuden zu einer solchen Wahnidee brachten, mit verblüffender Klarheit, wie wenig ihr Verstand im Vergleiche mit dem unserigen entwickelt ist? Dies ist die sicherste Bürgschaft für unseren Erfolg.

Wie scharfsinnig waren doch unsere alten Weisen, als sie sagten, daß man, um ein Ziel zu erreichen, vor keinem Mittel zurückschrecken und die Opfer nicht zählen dürfe. Wir haben die Opfer dieser Tiere von Nichtjuden nie gezählt und obwohl wir viele von den Unserigen opfern mußten, haben wir unserem Volke eine solche machtvolle Stellung in der Welt verschafft, die es sich niemals zu erträumen gewagt hätte. Die verhältnismäßig geringen Opfer der Unserigen haben unser Volk vor dem Untergange bewahrt.

Der Tod ist das unvermeidliche Ende aller Menschen. Es ist besser, das Ende derjenigen zu beschleunigen, die sich unserem Werke entgegenstellen, als unser Ende, die wir die Schöpfer dieses Werkes sind.

In den Freimaurerlogen fällen wir Todesurteile auf eine Art, daß niemand außerhalb der Logen auch nur den geringsten Verdacht schöpfen kann. Nicht einmal die Opfer selbst erfahren ihre Verurteilung; sie alle sterben, sobald es notwendig ist, scheinbar eines natürlichen Todes. Da dies den Logenbrüdern bekannt ist, wagen sie nicht, dagegen aufzutreten.

Durch diese Maßnahmen haben wir in der Freimaurerei jeden Widerspruch im Keime erstickt. Während wir den Nichtjuden den Liberalismus predigen, halten wir unser Volk und unsere Vertrauensmänner in bedingungslosem Gehorsam. Unter unserem Einfluß wurde die Handhabung der Gesetze der Nichtjuden auf ein Mindestmaß eingeschränkt. Das Ansehen der Gesetze wurde durch den Liberalismus, dem wir auch auf diesen Gebieten Geltung verschafften, untergraben.

In allen politischen und grundsätzlichen Streitfällen entscheiden die Gerichte nach unseren Weisungen und sehen die Dinge in dem Licht, das uns beliebt. Wir bedienen uns hierfür der Vermittlung von Personen, von denen niemand ahnt, daß sie mit uns in Verbindung stehen, der Zeitungsnachrichten und anderer Mittel. Selbst die Mitglieder des Senats und de höheren Verwaltung folgen blind unseren Ratschlägen.

Der rein tierische Verstand der Nichtjuden ist zur Zergliederung eines Begriffes und zur Beobachtung unfähig; und noch weniger können sie voraussehen, wozu eine gewisse Art, einen Fall darzustellen, dient. In diesem Unterschiede der geistigen Veranlagung zwischen den Nichtjuden und uns könne wir das Zeichen unserer Auserwähltheit durch Gott und unsere die anderen überragende Natur erblicken.

Die Nichtjuden lassen sich nur von einem tierischen Instinkt leiten. Sie sehen zwar, aber sie sehen nicht voraus, sie können nicht erfinden, ausgenommen rein materielle Dinge. Daraus ergibt sich klar, daß die Natur selbst uns zur Herrschaft über die Welt bestimmt hat. Sobald die Zeit unserer offenen Herrschaft gekommen ist und wir auf die Segnungen unserer Regierung hinweisen können, werden wir alle Gesetze abändern. Unsere Gesetze werden kurz, klar und unabänderlich sein und keinerlei Auslegung bedürfen, so daß sie jedermann verstehen kann.

Der hervorstechendste Zug dieser Gesetze wird der Gehorsam gegenüber der Obrigkeit sein, den wir bis zur höchsten Stufe entwickeln werden. Dann wird infolge der Verantwortlichkeit aller gegenüber dem Obersten Vertreter der Macht jeder Mißbrauch derselben aufhören. Der Mißbrauch der Amtsgewalt durch die unteren Beamten wird so streng bestraft werden, daß jeder die Lust verlieren wird, seine Kraft in dieser Beziehung zu erproben. Wir werden alle Handlungen unserer Verwaltungsbeamten, von denen der Gang der Staatsmaschine abhängt, mit größter Aufmerksamkeit verfolgen, denn Zuchtlosigkeit in der Verwaltung führt zu allgemeiner Unordnung. Jeder Fall von Gesetzwidrigkeit oder Mißbrauch wird exemplarisch bestraft werden. Jede Hehlerei, jedes unerlaubte Einverständnis der Beamten wird nach den ersten Beispielen strenger Bestrafung verschwinden.

Das Ansehen unserer Herrschaft verlangt wirksame, d.h. harte Strafen bei der geringsten Übertretung, die das Ansehen der Obrigkeit schädigen könnte. Sollte jemand für seinen Fehler allzu streng bestraft worden sein, so wird er wie ein Soldat gelten, der auf dem Schlachtfelde der Verwaltung im Dienste der Obrigkeit, der Grundsätze und der Gesetze gefallen ist; denn diese lassen nicht zu, daß diejenigen, die den Staatswagen führen, persönliche Vorteile höher stellen als ihre öffentlichen Pflichten.

Unsere Richter werden wissen, daß sie, wenn sie törichte Milde walten lassen, den Grundsatz der Gerechtigkeit verletzen, wonach begangene Fehler streng zu bestrafen sind und Nachsicht nicht erlaubt ist. Milde kann man im privaten Leben üben, nicht aber im öffentlichen Dienste, der die erzieherische Grundlage im Staatsleben ist. Unsere Richter werden nur bis zum 55. Lebensjahre im Amte bleiben und zwar aus folgenden zwei Gründen:

erstens weil alte Leute hartnäckiger an ihren vorgefaßten Meinungen festhalten und weniger fähig sind, sich neuen Anordnungen unterzuordnen, zweitens weil dadurch ein rascherer Wechsel unter den Richtern ermöglicht wird, und diese sich uns mehr fügen werden. Wer seinen Posten behalten will, wird uns blind gehorchen müssen.

Im allgemeinen werden wir unsere Richter unter denjenigen wählen, die wissen, dass es ihre Pflicht ist, zu strafen und die Gesetze anzuwenden, nicht aber zum Schaden des Staates liberalen Anschauungen huldigen, wie es gegenwärtig die Nichtjuden für richtig halten. Die Auswechslung der Beamten wird auch dazu beitragen, den Korpsgeist des Beamtentums zu zerstören und sie der Regierung zugetan machen, von der ihr Schicksal abhängt. Die neue Generation der Richter wird in der Anschauung erzogen sein, daß Handlungen, welche die bestehende Ordnung in den wechselseitigen Beziehungen unserer Untertanen stören könnten, nicht geduldet werden dürfen. Heutzutage sind die nichtjüdischen Richter gegenüber allen Verbrechen nachsichtig, weil sie bei Ernennung von Richtern zu wenig darauf achten, ihnen das Pflichtgefühl einzuprägen und sie auf die Bedeutung ihrer Aufgabe hinzuweisen.

Wie das Tier seine Jungen auf Beute ausschickt, so verleihen die Nichtjuden ihren Untertanen einträgliche Stellen, ohne sie über den Zweck ihrer Stellung aufzuklären. Daher werden sich ihre Regierungen durch ihre eigenen Beamten zerstören. Wir werden sohin aus diesen Tatsachen eine weitere Lehre für unsere Regierung ziehen. Wir werden den Liberalismus aus allen wichtigen Posten der Verwaltung vertreiben, von denen die soziale Erziehung unserer Untertanen abhängt. Auf solche Stellen werden wir ausschließlich nur solche Personen setzen, die wir für unseren Verwaltungsdienst besonders ausgebildet haben. Auf den Einwand, daß die vorzeitige Enthebung älterer Beamter den Staat viel kostet, antworten wir, daß wir erstens versuchen werden, für sie eine Privatanstellung als Ersatz des Verlustes zu beschaffen, und daß zweitens das ganze Geld der Welt in unserem Besitz sein wird, so daß wir Auslagen nicht scheuen brauchen.

Unser Absolutismus wird in allen seinen Handlungen folgerichtig sein. Daher wird unser oberster Wille geachtet und ohne Widerspruch durchgeführt werden. Wir werden weder Murren noch Unzufriedenheit berücksichtigen; jede Auflehnung gegen uns wird exemplarisch bestraft werden. Das Recht der Berufung behalten wir uns nur für unsere eigenen Zwecke vor, im übrigen aber werden wir es abschaffen; denn im Volke darf der Gedanke nicht aufkommen, daß die von uns ernannten Richter ein unrichtiges Urteil gefällt haben. Sollte solches vorkommen, so werden wir selbst das Urteil aufheben, gleichzeitig aber den Richter, der seiner Aufgabe nicht gewachsen war, so exemplarisch strafen, daß ein solcher Fall nicht mehr eintreten wird.

Ich wiederhole noch einmal, daß wir jeden Schritt unserer Beamten überwachen werden, damit das Volk mit uns zufrieden ist; denn es hat ein Recht auf eine gute Regierung und gute Beamte. Unsere Regierung wird den Schein einer patriarchalischen, väterlichen Vormundschaft, die unser Herrscher ausübt, erwecken. Unser Volk und unsere Untertanen werden in ihm einen Vater erblicken, der sich um alle Bedürfnisse, alle Handlungen und um alle Beziehungen der Untertanen untereinander und im Verhältnis zur Regierung kümmern wird.

Dann werden sie von dem Gedanken, daß man diese Vormundschaft und Herrschaft nicht entbehren kann, wenn man in Friede und Ruhe leben will, derart durchdrungen sein, daß sie die Selbstherrschaft unserer Regierung mit einer an Vergötterung grenzenden Verehrung anerkennen werden, insbesondere wenn sie sich überzeugt haben, daß unsere Beamten nur die Anordnungen des Herrschers blind durchführen. Sie werden glücklich sein, daß wir ihr ganzes Dasein geregelt haben, wie es kluge Eltern tun, die ihre Kinder in Pflichtgefühl und Gehorsam erziehen. Denn die Völker werden ebenso wie ihre Regierungen in den Geheimnissen unserer Politik für ewig unmündige Kinder bleiben.

Wie Sie sehen, gründe ich unseren Despotismus auf das Recht und auf die Pflicht. Das Recht, Pflichterfüllung zu fordern, ist die vornehmste Pflicht einer Regierung, die ihren Untertanen ein Vater sein will. Gleichzeitig besitzt sie das Recht des Stärkeren, damit sie die Menschheit zu der von der Natur gewollten Ordnung, d.i. zum Gehorsam, führe.

Alles in dieser Welt befindet sich in einem Verhältnis der Unterordnung, alles ist unterworfen bald einem Menschen, bald den Umständen, bald der eigenen Veranlagung, auf jedem Fall aber einem Stärkeren. Wir müssen ohne Zaudern einzelne Personen opfern können, wenn sie die bestehende Ordnung verletzen, denn in der exemplarischen Bestrafung des Bösen liegt eine große erzieherische Kraft. Wenn der König Israels sich auf sein geheiligtes Haupt die Krone setzt, die ihm ganz Europa anbieten wird, wird er der Patriarch der Welt sein.

Die Zahl der unvermeidbaren Opfer, die hierfür gebracht wurden, werden niemals die Zahl der Opfer erreichen, die im Laufe der Jahrhunderte von den Herrschern der nichtjüdischen Staaten aus Großmannssucht und Streitsucht gebracht wurden. Unser König wird mit dem Volke stets in Verbindung stehen. Er wird ihm von der Tribüne Reden halten, deren Ruhm sich sofort über die ganze Welt verbreiten wird.

16. Protokoll

In dem Bestreben, jeden Zusammenschluß der Kräfte, außer der unserigen, zu zerstören, werden wir vor allem die Hochschulen umwandeln und sie auf neuen Grundlagen aufbauen. Ihre Rektoren und Professoren werden nach genauen, geheimen Plänen vorbereitet werden, von denen sie nicht abweichen dürfen. Sie werden mit besonderer Sorgfalt ausgewählt werden und völlig von der Regierung abhängig sein. Aus dem Unterricht werden wir das Staatsrecht und alle politischen Fragen verbannen. Diese Dinge werden nur von einer kleinen Zahl von befähigten Männern gelehrt werden, die dem Kreise der Eingeweihten entnommen werden.

Aus den Hochschulen dürfen nicht Grünschnäbel hervorgehen, welche Verfassungsfragen wie Lust- oder Trauerspiele behandeln und sich mit politischen Fragen befassen, von denen schon ihre Väter nichts verstanden haben. Die falsche Erkenntnis der meisten Menschen von politischen Fragen erzeugt nur Utopisten und schlechte Staatsbürger; Sie können dies an der Erziehung der Nichtjuden erkennen. Wir mußten in ihre Erziehung alle die Grundsätze hineinbringen, durch die wir ihre Gesellschaftsordnung entkräfteten. Sobald wir aber zur Herrschaft gelangt sind, werden wir aus ihrer Erziehung alle Unterrichtsgegenstände streichen, welche verwirrend wirken könnten. Wir werden die Jugend zu gehorsamen Kindern der Obrigkeit (der grosse Bruder) machen, welche ihren Herrn als Stütze und Hoffnung des Friedens und der Ruhe lieben.

An Stelle des Unterrichtes der Klassiker und der alten Geschichte, die mehr schlechte als gute Beispiele bietet, werden wir das Studium der Probleme der Zukunft setzen. Wir werden aus den Gedächtnissen der Menschen alle Ereignisse der Vergangenheit streichen, die uns unangenehm sind, und nur diejenigen bewahren, welche die Fehler der nichtjüdischen Regierungen aufzeigen. Fragen des praktischen Lebens, der Gesellschaftsordnung, der Beziehung der Menschen untereinander, der Bekämpfung der Selbstsucht, welche den Samen des Bösen sät, und ähnliche Fragen der Erziehung werden in unserem Lehrplan den ersten Platz einnehmen. Der Unterricht wird für jeden Beruf ein anderer sein und darf auf keinen Fall verallgemeinert werden.

Diese Behandlungsweise der Frage ist von besonderer Wichtigkeit.

Jeder Stand muß eine streng abgeschlossene Erziehung erhalten je nach seiner Aufgabe und seinem Arbeitsgebiet. Starke Geister haben es immer verstanden und werden es immer verstehen, sich in einen höheren Stand emporzuschwingen, aber abgesehen von solchen vereinzelten Ausnahmen, wäre es töricht, Leute in höhere Klassen gelangen zu lassen, welche anderen die Plätze wegnehmen, die diesen nach Geburt und Beruf gehören.

Sie, meine Herren, wissen selbst, zu welchem Unheile es für die Nichtjuden wurde, daß sie diese Sinnlosigkeit zuließen. Damit der Herrscher die Herzen seiner Untertanen erobere, muß während seiner Herrschaft das ganze Volk sowohl in den Schulen, als auch auf den öffentlichen Plätzen über seine Bedeutung, seine Handlungen und seine guten Absichten unterrichtet werden. Wir werden jede Art Lehrfreiheit beseitigen. Die Schüler werden berechtigt sein, sich mit ihren Eltern in den Schulgebäuden wie in einem Klub zu versammeln; in diesen Zusammenkünften werden die Professoren in ihrer freien Zeit sogenannte freie Vorlesungen halten über die Erziehungen der Menschen untereinander, über die Grundsätze des guten Beispieles, über die Nachteile schrankenlosen Wettbewerbes und über die Philosophie der neuen, der Welt bisher noch nicht bekannten Lehren. Diese Lehren werden wir zu Glaubenssätzen erheben und uns ihrer bedienen, um die Menschen zu unserer Religion zu bekehren.

Nach Beendigung meiner Ausführungen über unser gegenwärtiges und zukünftiges Programm, werde ich Ihnen die Grundsätze meiner Theorien bekanntgeben. Wir wissen durch die Erfahrung mehrerer Jahrhunderte, daß die Menschen für ihre Idee leben und sich von ihnen leiten lassen, daß sie diese Ideen nur durch die Erziehung in sich aufgenommen haben, und daß sie sich in jedem Alter unter Anwendung verschiedener Mittel mit dem gleichen Erfolge erziehen lassen. In Erkenntnis dieser Tatsache werden wir zu unserem Vorteile den letzten Schimmer selbständigen Denkens auslöschen, das wir schon seit langem in die für uns nötige Richtung geleitet haben. Die Unterdrückung des Denkvermögens äußert sich bereits im sogenannten Anschauungsunterrichte, der aus den Nichtjuden gelehrige Tiere machen soll, die nicht denken, sondern einer bildlichen Darstellung bedürfen, um eine Sache zu verstehen.

In Frankreich hat sich bereits einer unserer hervorragendsten Vertrauensmänner, Bourgeois, für diese neue Unterrichtsmethode eingesetzt.

17. Protokoll

Der Beruf der Rechtsanwälte schafft kalte, grausame, hartnäckige Menschen ohne Grundsätze, die sich bei jeder Gelegenheit auf einen unpersönlichen, rein gesetzlichen Standpunkt stellen. Sie sind gewöhnt, bei ihrer Verteidigung alles nur unter dem Gesichtspunkte ihres Vorteiles und nicht dem des öffentlichen Wohles zu beurteilen,. Sie lehnen im allgemeinen keine Verteidigung ab und versuchen, die Freisprechung um jeden Preis durchzusetzen, wobei sie sich juristischer Winkelzüge bedienen; dadurch entsittlichen sie die Rechtspflege. Wir werden daher den Wirkungskreis dieses Berufes einschränken und seine Mitglieder zu öffentlichen Beamten machen. Die Rechtsanwälte werden wie die Richter das Recht haben, mit den Parteien Fühlung zu nehmen; die Gerichtsfälle werden ihnen zugeteilt werden, und sie werden sie nach den Akten zu prüfen haben; sie sollen ihre Klienten auf Grund des Ergebnisses der Voruntersuchung verteidigen. Sie werden ihr Honorar ohne Rücksicht auf das Ergebnis der Vertige unparteiische Verteidigung erzielen, die nicht von Rücksichten auf den Vorteil, sondern von der Überzeugung geleitet wird. Das wird auch die heute übliche Bestechung beseitigen, durch die derjenige gewinnt, der mehr zahlt.

Wir haben bereits große Sorgfalt darauf verwendet, die christliche Geistlichkeit in den Augen des Volkes herabzusetzen und ihr Wirken, das uns sonst ernste Hindernisse in den Weg legen könnte, zu untergraben. Ihr Einfluß auf das Volk vermindert sich von Tag zu Tag. Heute ist überall die Glaubensfreiheit anerkannt. Daraus ergibt sich, daß uns nur noch wenige Jahre von dem Zeitpunkte trennen, wo die christliche Religion vollkommen zusammenbrechen wird. Mit den anderen Religionen werden wir noch leichter zum selben Ziele gelangen, aber es ist noch verfrüht, darüber zu sprechen. Wir werden die Geistlichkeit mit so engen Schranken umgeben, daß sie im Vergleiche zu ihrem früheren Einfluß künftig so gut wie gar keinen haben wird.

Wenn der Augenblick gekommen ist, das Papsttum endgültig zu zerstören, wird der Finger einer unsichtbaren Hand die Völker auf den päpstlichen Stuhl hinweisen. Wenn sich aber die Völker auf den Papst stürzen sollten, dann werden wir als seine scheinbaren Beschützer auftreten, um Blutvergießen zu verhindern. Durch dieses Ablenkungsmanöver werden wir in die innersten Gemächer des Vatikans eindringen, aus denen wir nicht früher weichen werden, bis wir nicht seine Macht völlig zerstört haben. Der König Israels wird der wahre Papst der Welt, der Patriarch der internationalen Kirche sein.

Solange wir die Jugend noch nicht in den Glaubenssätzen, die nach einer Übergangszeit zu unserer Glaubenslehre führen sollen, unterrichtet haben, werden wir gegen die bestehenden Kirchen nicht offen vorgehen, sondern sie durch Kritik und Erregung von Glaubenszweifeln bekämpfen.

Im allgemeinen wird unsere Presse über alle Regierungsangelegenheiten, über Religionsfragen und über die Unfähigkeit der Nichtjuden Enthüllungen bringen und zwar in den verächtlichsten Ausdrücken, um alles auf eine Art herabzusetzen, wie dies nur unser geniales Volk zu tun imstande ist.

Unsere Herrschaft wird der des indischen Gottes Wischnu gleichen. Hundert Arme werden die Federn der sozialen Maschine halten. Wir werden alles ohne die Hilfe der offiziellen Polizei sehen, die so, wie wir sie für die Nichtjuden ausgestaltet haben, heute die Regierung nur am Gehen verhindert. Nach unserem Programm wird ein Drittel der Untertanen die anderen überwachen, aus reinem Pflichtgefühl, um dem Staate freiwillige Dienste zu leisten. Es wird dann nicht mehr ehrenrührig sein, ein Spion oder Angeber zu sein. Unbegründete Angebereien aber werden strenge bestraft werden, damit mit diesem Rechte kein Mißbrauch getrieben werde.

Unsere Vertrauensleute werden wir aus den höchsten und niedersten Gesellschaftsschichten wählen, aus vergnügungssüchtigen Beamten, aus Verlegern, Druckereibesitzern, Buchhändlern, Handlungsgehilfen, Arbeitern, Kutschern, Dienstboten usw. Diese Polizei wird nicht berechtigt sein, selbständig zu handeln, sondern hat die einzige Aufgabe, Zeugendienste zu leisten und Berichte zu liefern. Die Überprüfung ihrer Aussagen und die darauf beruhenden Verhaftungen werden die Aufgabe einer Gruppe verantwortlicher Polizeiorgane sein; die Verhaftungen selbst werden durch die Gendarmerie und durch die Ortspolizei ausgeführt werden.

Wer über das, was er über politische Angelegenheiten sieht oder hört, nicht berichtet, wird wegen Hehlerei bestraft werden. Wie unsere Glaubensbrüder schon heute verpflichtet sind, aus eigenem Antriebe ihrer Gemeinde alle anzuzeigen, die vom Glauben abfallen oder gegen die Gemeinde zuwiderhandeln, ebenso werden in unserem Weltreiche alle Untertanen verpflichtet sein, dem Staate in der geschilderten Weise zu dienen. Eine solche Organisation wird alle Mißbräuche der Amtsgewalt, jede Bestechlichkeit, kurz alle Fehler beseitigen, die unsere Theorien den Nichtjuden zur Gewohnheit gemacht haben.

Wie hätten wir anders unser Ziel, die nichtjüdische Verwaltung in Unordnung zu bringen, erreichen können? Eines der wichtigsten Mittel bilden die Beamten; diesen muß man die Möglichkeit geben, ihre schlechtesten Meinungen zu entwickeln, ihre Amtsgewalt zu mißbrauchen und der Bestechlichkeit zu unterliegen, um damit andere anzustecken.

18. Protokoll

Wenn wir es für nötig halten werden, verschärfte Polizeimaßnahmen zu ergreifen - das gefährlichste Gift für das Ansehen des Staates, werden wir mit Hilfe tüchtiger Redner künstlich Unruhen und Kundgebungen der Unzufriedenheit hervorrufen. Diese Redner werden bei vielen Zustimmung finden. Dies aber wird uns als Vorwand dienen, um Hausdurchsuchungen und Überwachungen durch unsere Vertrauensmänner durchführen zu lassen, die wir in die nichtjüdische Polizei gesteckt haben. Da die meisten Aufwiegler gleichsam aus Liebe zur Kunst der Verschwörung handeln, werden wir uns um sie solange nicht kümmern, als sie nicht zur Tat übergehen. Wir werden uns darauf beschränken, Beobachter unter sie zu entsenden. Man muß sich vor Augen halten, daß das Ansehen der Regierung schwindet, wenn sie öfters Verschwörungen gegen sich entdeckt.

Denn dies schließt das Geständnis der Ohnmacht oder, was noch schlimmer ist, das eigene Unrecht in sich ein. Sie wissen, daß wir das Ansehen der Herrscher der Nichtjuden durch häufige Attentate untergruben, die wir durch unsere Vertrauensleute, blinde Schafe unserer Herde, ausführen ließen; mit Hilfe einiger liberaler Phrasen kann man sie leicht zu einem Verbrechen verleiten, insbesondere wenn man ihm einen politischen Anstrich gibt. Wir werden die Regierung zwingen, ihre Ohnmacht dadurch einzugestehen, daß sie offene Schutzmaßnahmen ergreifen; denn dadurch werden wir ihr Ansehen zerstören. Unser Herrscher wird durch eine unsichtbare Wache geschützt werden, denn niemals dürfen wir auch nur den Gedanken aufkommen lassen, daß er nicht imstande wäre, jede Erhebung niederzuschlagen, oder daß er sich vor ihr verbergen müßte. Wenn wir einen solchen Gedanken zulassen würden, wie es die Nichtjuden taten und noch tun, so würden wir damit ein Todesurteil für unseren Herrscher, mindestens aber für seine Dynastie unterschreiben.

Unter strenger Wahrung des äußeren Scheines wird unser Herrscher seine Macht nur zum Wohle des Volkes, niemals aber zu eigenem Vorteile oder dem seines Hauses verwenden. Beobachtet er diese Haltung, dann wird seine Macht geachtet und von seinen Untertanen selbst geschützt werden; Sie werden ihn in den Gedanken verehren, daß das Wohl jedes Bürgers und die gesellschaftliche Ordnung von ihm abhängt. Ein Schutz des Königs durch sichtbare Machtmittel wäre die Anerkennung der Schwäche seiner Herrschaft. Unser Herrscher wird, wenn er unter das Volk geht, stets von einer Menge scheinbar neugieriger Männer und Frauen umgeben sein, die wie Zufällig die ersten Reihen einnehmen und die übrigen Menschen scheinbar zur Aufrechterhaltung der Ordnung in einem gewissen Abstand von ihm halten werden.

Dieses gute Beispiel wird die Leute veranlassen, sich zurückzuhalten. Sollte ein Bittsteller sich durch die Menge drängen wollen, um sein Anliegen vorzubringen, so müssen die ersten Reihen das Gesuch übernehmen und vor seinen Augen dem Herrscher überreichen. Jedermann wird dann wissen, daß ihn alle Ansuchen erreichen und daß er sich mit allen Angelegenheiten beschäftigt. Die Herrschermacht genießt nur dann Ansehen, wenn das Volk sagen kann:

Wenn es der König nur wüßte, oder, der König wird es erfahren.

Mit der Aufstellung eine offiziellen Garde verschwindet das geheimnisvolle Ansehen der Macht; jeder, der über eine gewisse Kühnheit verfügt, spielt sich dann als Herr auf und der Aufwiegler, der sich seiner Stärke bewußt ist, lauert nur auf die Gelegenheit, ein Attentat zu begehen. Den Nichtjuden haben wir zwar ganz anders gepredigt, wir aber wissen, welch bösen Folgen die offenen Schutzmaßnahmen für sie hatten. Wir werden Verbrecher beim ersten mehr oder weniger begründeten Verdacht verhaften; die Furcht vor einem allfälligen Irrtum darf nicht dazu führen, daß Leute, die eines politischen Verbrechens verdächtig sind, entfliehen; denn diese Taten werden wir wirklich unerbittlich bestrafen.

Es kann vielleicht zufällig sein, bei gewöhnlichen Vergehen auf die Beweggründe einzugehen; keine Entschuldigung aber gibt es gegenüber Personen, die sich mit politischen Fragen beschäftigen, von denen niemand mit Ausnahme der Regierung etwas verstehen kann. Nicht einmal alle Regierungen sind fähig, die wahre Staatskunst zu verstehen.
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Ende Teil IV (Teile V + NACHTAG folgen in den nächsten Tagen)

Gruß
Der Honigmann
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8 Fórum Internacional de Arquitetura e Construção discute nanotecnologia e design italiano

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NOTÍCIAS
10/03/2010
8º Fórum Internacional de Arquitetura e Construção discute nanotecnologia e design italiano

No Dia do Designer de Interiores, o fórum que acontece na Revestir trouxe o pesquisador americano George Elvin e o designer italiano Massimo Iosa Ghini

Por Vanessa D’Amaro






As discussões do Dia do Designer de Interiores no 8º Fórum Internacional de Arquitetura e Construção -- parte dos eventos da Feira Expo Revestir 2010 -- foram marcadas por dois temas muito atuais: a nanotecnologia e o design italiano.



Quem iniciou as apresentações foi George Elvin, PhD pela Universidade de Berkeley na Califórnia e diretor da Green Technology – uma empresa de pesquisas e consultoria em nanotecnologia e biotecnologia. O objetivo da sua palestra era traçar panorama sobre a nanotecnologia, uma ciência que estuda a construção de novas estruturas a partir de uma escala atômica. De acordo com o pesquisador, este trabalho com a menor partícula de um elemento (o átomo) permitiria a criação de novos materiais com estruturas moleculares mais simples e de mais fácil controle. Parece complicado de início, mas George Elvin apresentou alguns exemplos de aplicação da nanotecnologia de forma bem didática. Ele contou que, na área arquitetônica, a novidade seria a criação de ambientes inteligentes e de materiais que interagissem com seus usuários. Mas a atração principal desta nova tecnologia, para George Elvin, é a sua aplicação sustentável. Segundo o pesquisador, os novos materiais de construção emitiriam menos carbono, se tornando um excelente instrumento de prevenção do aquecimento global. Além disso, o americano apresentou algumas propriedades inusitadas da nanotecnologia. Entre elas, self-healing, materiais com a capacidade de se auto-reparar; e, self-cleaning, cujo exemplo foi o nanotex, um tecido que não deixa manchas e que poderia ser uma maravilha se aplicado em sofás e poltronas. Retomando a sua linha mais sustentável, o pesquisador americano concluiu a apresentação afirmando que a nanotecnologia seria “uma excelente ferramenta para criar um futuro melhor”.



O italiano Massimo Iosa Ghini tomou o palco, logo em seguida, para apresentar alguns de seus trabalhos em design, arquitetura e interiores. Natural de Bolonha, Massimo, que é considerado um dos grandes designers da atualidade, é formado pelo Instituto Politécnico de Milão e assinou trabalhos por toda a Itália. Ele é reconhecido por seu estilo de “linhas gráficas” e desenvolveu ambientes para grandes empresas italianas, como Ferrari (para quem assinou o projeto de diversas lojas e do Museo della Casa Ferrari), Maserati e a Alitalia. Para Massimo, o design italiano é uma conseqüência da formação cultural e do desenvolvimento artístico de seu país. Nos projetos para estas grandes empresas italianas, o designer criou ambientes cheios do que ele chama de italianità, traços do estilo singular e característico do design do país. Ele apresentou também o projeto de uma casa fluida, sem qualquer parede, cuja principal função seria a integração dos espaços. Massimo finalizou a apresentação com seu projeto de estações para o metrô de Bolonha, sua cidade Natal. A cobertura das estações será de alumínio revestido de plantas. O italiano também destacou a importância das escolhas sustentáveis em projetos arquitetônicos. Para ele, o importante é ser ecologicamente correto, sem perder o senso estético. “Sustentável sim, mas também belo”, finalizou.

Canto Gregoriano,Stabat Mater - Uniao com Deus

Canto Gregoriano,Stabat Mater;performed by the Monks of the Saint Maurice & Saint Maur Abbey,Chervaux


Era - Avatar / Enya / Karl Jenkins / Mariam Stockley / Adiemus

Sucos Desintoxicantes: Suco de Clorofila, Suco Pós-Ressaca - Receitas passo a passo






O suco é um poderoso remédio na alimentar mais sadia e cheias de  nutrientes, vitaminas na sua alimentação diária. 

Olha só que receitas deliciosas para a saúde ....


Suco de Clorofila

Este suco feito de folhas e brotos concentra a energia solar. Elimina as toxinas do sangue e alivia a irritabilidade (precisamos muitooo no dia a dia rs)

1/2 xicara de cha de aveia
1 cenoura media
1/4 de pepino
2 maçãs vermelhas
2 folhas de couve
1 punhado de salsinha

Apos processar a cenoura e a maçã, junte os outros ingredientes e bata por alguns instantes no liquidificador, acrescente água se achar necessário. Sirva a seguir!!!

Suco Pós-Ressaca 

Ajuda o fígado a se recuperar e acelerar a eliminação de toxinas que causam a ressaca.
O repolho e rico em Glutamina, um aminoácido que protege e repara o fígado dos efeitos danosos do álcool. A cúrcuma possui carotenóides com ação hepatoprotetora.

1/2 repolho verde de tamanho pequeno
Suco de 1 limão
1 talo de aipo com as folhas
1 colher de folhas frescas de coentro
1/2 colher de chá de cúrcuma

Processe tudo no extrator de suco. Acrescente o suco de limão e um pouco de água mineral sem gás ou água de coco.

Frases dos escritores famosos: Nacionais e Internacionais



Frases dos sempre famosos

"Não é fácil ter paciência diante dos que têm excesso de paciência."
Carlos Drummond de Andrade
"A vingança não vai reduzir ou prevenir o mal, porque ele já aconteceu."
Dalai Lama
"Aquele que não é capaz de governar a si mesmo, não será capaz de governar os outros."
Gandhi
"Acredito na liberdade para todos; não apenas para os negros."
Bob Marley
"Nosso cérebro é o melhor brinquedo já criado: nele se encontram todos os segredos, inclusive o da felicidade."
Charles Chaplin
"O homem que trabalha somente pelo que recebe, não merece ser pago pelo que faz."
Abraham Lincoln
"Sonha e serás livre de espírito... luta e serás livre na vida."
Ernesto Che Guevara
"O que conduz o mundo é o espírito e não a inteligência."
Antoine de Saint-Exupéry
"Felicidade é ter o que fazer, ter algo que amar, e algo que esperar."
Aristóteles
"Trate bem a terra. Ela não foi doada à você pelos seus pais. Ela foi emprestada à você pelos seus filhos."
Obs.: Provérbio antigo do Quênia.
"Aquilo que se faz por amor, parece ir sempre além dos limites do bem e do mal."
Friedrich Nietzsche
"O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer."
Albert Einstein
"Nem palavras duras e olhares severos devem afugentar quem ama; as rosas têm espinhos e, no entanto, colhem-se."
William Shakespeare

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