Montag, 26. April 2010

Toucas para bebês muito fofos



Cachecol Floral


 O cachecol floral com lã Le Mont e Gola Rose feita com lã Seda, ambas da Círculo.  

CACHECOL POM - POM



Amei este lindo cachecol de pompom . Vi no blog maravilhas do croche

Caixa MDF personalizada com foto - PAP/Passo a passo


Caixa MDF personalizada com foto - PAP

Essa caixinha em MDF com fotos fiz para presentear uma amiga no seu aniversário! Ficou uma graça e espero que ela goste. Muitas pessoas me perguntam como eu faço estas caixinhas... então vou explicar aqui... é tão fácil que nem precisa de fotos!
Primeiro você lixa e depois pinta a caixinha com tinta PVA comum.
Depois imprime a foto em IMPRESSORA A LASER e PAPEL COUCHÊ, é o principal "segredo", na JATO DE TINTA não fica bom e borra. Passe uma fina camada de cola branca com rolinho na tampa. Cole a foto e alise com paninhi limpo e seco para tirar bolhas. Não passe verniz sobre a foto, a impressora laser dá um excelente acabamento, e o papel couchê também.
Para finalizar, cole uma florzinha de fuxico, lacinho ou botão para dar um "charme" final.
Espero que tenha ficado claro. Fiz vários testes e esta foi a maneira que consegui melhor resultado. Beijos!

Rosa de feltro - PAP/Passo a passo


Rosa de feltro
 

Oi pessoal! Novamente passando só para deixar um passo a passo, vou visitando vocês na medida do possível, em muitos tenho passado e na pressa não deixo comentários.

O passo a passo dessa rosa linda foi feito pela Mari Ann do blog Counting Coconuts.


Pink - Decoration - I'm a hoarder...










it's official...i am a hoarder. not in the sense of dirty garbage taking over my house...but rather, i'm a hoarder of ideas, fabrics, and pictures. i hold onto them forever, contemplating what i am going to do with them (drives my husband batty). this addiction applies only to my own house and decorating it. i finally made a decision for taylor's room. i am using quadrille's paradise background. done, no take backs!! now, i just need to decide how i am going to use it. she has two twin beds in her room. i am thinking bed canopies.....and i kind of want to tackle it as a diy project (have any of y'all tried this). so as a confessed hoarder, here is my hoarding collection of bed canopies.....i am leaning towards pic #1.
also, i am selling this quadrille fabric today at the designer's attic, if you have a project you would like to use it for or if you are a confessed fabric hoarder like myself :)

*images courtesy of ruthie sommers, pieter estersohn, palmer weiss, katie ridder, tom scheerer, house to home, mmr interiors, my fabric

Bauru de Forno - Edu Guedes

Massa:
1 ½ xícara (chá) de azeite
1 ½ xícara (chá) de leite
4 ovos
1 ½ xícara (chá) de farinha de trigo
1 colher (chá) de sal
1 colher (sopa) de fermento em pó


Recheio:
200g de presunto fatiado
200g de mussarela fatiada
1 tomate em rodelas
Orégano

Demais ingredientes:
½ xícara (chá) de queijo parmesão ralado
½ xícara (chá) de farinha de rosca



Bata no liquidificador os ovos, o azeite, o leite, a farinha e o sal até que a mistura fique homogênea.
Despeje em uma tigela, acrescente o fermento e misture.

Coloque metade da massa em uma assadeira untada e enfarinhada. Cubra com o presunto, tomate e mussarela. Despeje o restante da massa até cobrir todo o recheio.

Em outra tigela, misture a farinha de rosca, o parmesão e salpique sobre a massa. Leve para assar em forno pré-aquecido a 200ºC por 30 minutos.


Rendimento: 8 porções

Custo: R$16,00

Download - Revista Feltro Japonês 2


Faça seu download aqui.

Chega de menininhas


Chega de menininhas!
Aos 20 anos, Cecília Dassi espera que Clarisse, de Viver a Vida, a leve a outro patamar em sua carreira

Heloiza Gomes
Conteúdo do site MINHA NOVELA


Atriz quer tentar papéis diferentes
Foto: Divulgação - Rede Globo


A voz de menina e o rostinho de anjo contribuem para que Cecília Dassi seja vista como uma menina. Apesar de seus 20 anos de idade e 16 de carreira. Tanto que, até hoje, na rua o público ainda a associa a Sandrinha (sua personagem em Por Amor, de 1997, quando tinha apenas 7 anos). Por isso, a atriz adorou quando foi escalada para fazer Clarisse, em Viver a Vida – uma jovem que abusa de vestidos curtos, transparências e namora um homem bem mais velho. É que ela acredita que o atual trabalho pode ajudá-la a acabar com a "imagem de menininha" e lhe abrir as portas para personagens diferentes. Embora admita que morra de vergonha de aparecer em cenas sensuais.

Clarisse é supersexy...

É, ela é uma Lolita, muito sensual, senta com a perna toda de fora, usa decotes, é provocante...

Ou seja, uma mudança e tanto em relação às personagens que você fez até Viver a Vida, não é mesmo?

É, elas não tinham apelo sexual. E está sendo difícil, não sou eu, sabe? Ela bota decote... Fico angustiada. Entro (no estúdio para gravar) de roupão para me cobrir, só tiro na hora da cena mesmo. Ainda não me sinto à vontade com o visual. É tudo curto, decotado, tem muita transparência, todas superclarinhas.

E como vê a relação de uma menina com um homem mais velho?

Acho que não tem o menor problema. Eu jamais tive, porque nunca aconteceu de me apaixonar por um homem mais velho. Os atores que fazem meu namorado (Bruno Perillo) e meu pai (Marcello Airoldi) têm quase a mesma idade. É difícil lidar com isso, deve ser complicado, sim.

Sua primeira novela foi Por Amor (1997), também de Manoel Carlos. Como é voltar a trabalhar com ele?

É maravilhoso! Ele me disse: “Não fui eu que construí a Sandrinha? Então, vou desconstruir agora.” É isso! Até hoje lembram de mim como a Sandrinha.

Os cuidados com o corpo aumentaram por causa da novela?

Eu fazia pilates há um tempo e intensifiquei, porque sou preguiçosa. Muito! Comecei a me dedicar mais e estou fazendo também drenagem linfática, quando dá, porque não tenho tempo.

Está gostando de ser sensual?

Com certeza. As pessoas criam estereótipos, preconceitos... Minha família mesmo torce para eu me desvencilhar da imagem de menininha, para não ficar sempre com o mesmo papel.

Color Combo {Interiors} Red + Black - Red + Black = Sexy + Seductive


 

Red and black share a lot in common. They are both dark, mysterious, and dramatic.
Red can be considered sexy, while black can be seductive, and when paired together, the combo makes one sensuous color palette!

Escalope ao Limone - Edu Guedes

 




1kg de filé mignon
Sal
Pimenta
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
3 colheres (sopa) de manteiga
Suco de 1 limão siciliano
Manteiga para fritar


Salada de Trigo:
2 xícaras (chá) de trigo cozido
1 tomate picado sem pele e semente
1 pepino japonês picado
Folhas de hortelã
Azeite
Sal
Pimenta

Compota de Figo:
8 figos maduros
1 xícara (chá) de açúcar
2 folhas de louro
½ xícara (chá) de água



Corte o filé mignon em bifes bem fininhos. Tempere com sal e pimenta. Em seguida, empane os filés na farinha de trigo.

Em uma panela, aqueça a manteiga. Em seguida, doure os bifes e reserve. Em outra panela, derreta a manteiga e misture com o limão.

Uma opção para acompanhamento é servir com arroz e batata palha ou salada de batatas.


Custo: R$12,00



Salada de Trigo:

Misture o trigo com o tomate e o pepino. Coloque as folhas de hortelã e tempere.

Custo: R$ 6,00



Compota de Figo:

Lave bem os figos e coloque para escorrer. Com o auxílio de um palito, faça furinhos no figo. Reserve.

Numa panela, coloque camada de açúcar (com metade do açúcar). Acrescente os figos com os cabos virados para cima. Deixe o fogo baixo.

Acrescente a outra metade do açúcar e o louro. Junte a água e deixe por cerca de 40 minutos, mexendo suavemente a panela de vez em quando.

Quando a calda estiver com a consistência de caramelo, retire do fogo e deixe esfriar. Serva frio ou gelado, de preferência acompanhado de queijo, requeijão ou sorvete.

Custo: R$ 8,00

UM SAPATO.... UM SORRISO - Cristiano de Souza Marcello

UM SAPATO.... UM SORRISO

Eram 9 horas da manhã. Pedro acordou com os berros da mãe: “Acorda, menino. Você vai se atrasar!”.

Pedrinho, como era carinhosamente conhecido, saltou rapidamente da cama, abriu a janela e olhando para a rua, soltou um longo suspiro: “Meu Deus, é hoje!"

Era seu grande dia, seu aniversário de oito anos. Para você parece uma idade normal, não é mesmo? Oito anos. Mas não para Pedrinho.

Naquele dia ganharia seu primeiro sapato. Isso mesmo: seu primeiro sapato comprado numa loja. Até ali calçava somente sapatos de lona feitos por seu próprio pai, e no verão uma sandália de tira de couro, também artesanal.

Vestiu-se rapidamente, calçou sua velha sandália, comeu rapidamente e saiu de casa acompanhado de sua mãe.

Enquanto caminhava pela ruela estreita, seus pensamentos relembravam os dias na escola, onde era o único garoto que não usava um sapato “decente”, igual ao das outras pessoas.

Ele desejava muito usar um sapato daqueles, mas não entendia porque as pessoas davam tanta importância aos sapatos modernos e porque o tratavam com inferioridade: não sabiam que ele era um garoto legal?

Lembrou-se da garota mais bonita do colégio, aquela com quem ele sonhava e a quem ficava horas admirando, e que para ele era a menina mais bela do mundo. Lembrou também do dia que ela riu do seu sapato de lona e perguntou se ele não tinha vergonha. Vergonha de quê? Só porque era pobre? Naquele dia prometera que um dia as pessoas se orgulhariam dele. O dia em que um sapato não fosse o mais importante. Um dia que as pessoas calçariam o coração... E que os abraços e beijos seriam verdadeiras demonstrações de carinho, não apenas um ritual ou busca de um prazer simples e carnal. Um dia o amor seria o mais importante. E ele trabalharia para tornar isso real.

Chegou o grande momento... Ao entrar na loja um calafrio correu-lhe pela espinha. Nunca tinha visto tantos sapatos juntos. E eram tão lindos que pareciam não ser de verdade.

Nossa! E cheiravam tão bem... Queria muito ficar com o marrom, mas sua mãe falou que sujaria com muita facilidade, mas os pretos também não eram feios.

Cuidadosamente colocou os sapatos na caixa e saiu da loja com sua mãe. Iria para casa sozinho pois sua mãe iria visitar uma amiga.

Depois de ouvir as recomendações de praxe, para se cuidar e para cuidar do sapato novo, seguiu para casa.

Com a cabeça erguida e o coração batendo forte, naquele momento se sentia mais feliz, já tinha um sapato novo. Agora os colegas de colégio o tratariam com respeito.

Quando dobrou a esquina, algo lhe chamou a atenção. No fim da rua um menino quase do seu tamanho estava remexendo uma lata de lixo ao lado de uma padaria.

Não sabendo o porquê, aproximou-se do garoto. Quando estava chegando próximo, o dono da padaria saiu correndo atrás do menino, com uma vassoura na mão.

Pedrinho seguiu o garoto pelas ruelas, enquanto esse distanciava-se cada vez mais do centro. O garoto de repente parou em uma pequena construção, feita de restos de madeira, latas de óleo o papelão.

Pedrinho parou e tentou imaginar o que era aquele barraco. Uma casa não poderia ser, ninguém moraria em um local assim.

Chegando mais perto, espiando pela porta tomou um grande susto. Era uma casa! Ali havia uma mulher, o menino a quem seguira e outro um pouco maior. Os três estavam ao redor do menino recém-chegado, e juntos procuravam alimento na sacola que o garoto havia recolhido do lixo.

Quando notaram sua presença, convidaram-no a entrar. Pedrinho entrou entristecido, nunca vira gente tão pobre.

Os garotos olharam imediatamente para o embrulho que continha os sapatos novos. Apertando contra o peito, explicou que não se tratava de comida. O garoto menor chegou perto de Pedrinho e começou a admirar suas velhas sandálias de couro.

Olhando para os pés descalços do garoto, teve uma idéia: Poderia doar suas sandálias, o inverno estava começando e ele agora tinha os sapatos novos.

Sem pensar duas vezes, tirou as sandálias do pé e as entregou ao garoto, que rapidamente calçou-as e com lágrimas nos olhos abraçou Pedrinho, grandemente agradecido.

As lágrimas molharam sua face ao ver o garoto tão feliz com suas sandálias velhas. Sem que explicasse o porquê, sacou o embrulho, tirou os sapatos novos e os entregou ao outro garoto, que era quase do seu tamanho.

Rapidamente virou as costas e começou a correr como nunca antes havia corrido. Depois de alguns minutos, quase sem fôlego, parou em uma esquina, sentou na calçada e começou a chorar.

As lágrimas agora eram abundantes... Não soube quanto tempo ficou ali, somente chorando...

Não deu importância às expressões das pessoas que passaram por ali, olhando com desconfiança, alguns com compaixão, ao ver aquele garoto chorando.

Estava quase anoitecendo. Pedrinho resolveu então voltar para casa. Com a cabeça erguida e o coração batendo forte, entrou na rua que o levaria ao encontro da família, tendo a certeza que levaria uma grande surra, pois havia dado as velhas sandálias e os sapatos novos.

Mas tinha certeza que nenhuma surra apagaria o que estava sentindo.

Sabia também que nunca mais se deixaria influenciar pelo que as pessoas achavam dele, que o fato de não ter muito dinheiro não o tornava pior ou melhor do que ninguém.

Naquele momento era mais que um menino, era maior que o mundo, maior que as pessoas.

Sentiu-se perto de Deus, e o que é melhor, sentia-se feliz, realizado, sentia-se um homem!

Cristiano de Souza Marcello

Ground Zero workers win $657m settlement for health problems




Ground Zero workers win $657m settlement for health problems
Thousands of workers who suffered health problems after the Sept. 11 attacks in 2001 have reached a settlement worth up to $657.5 million (£437m) with an insurer representing the city of New York.



http://www.telegraph.co.uk

Published: 7:00AM GMT 12 Mar 2010
An explosion rips through the South Tower of the World Trade Towers after the hijacked United Airlines Flight 175 crashed into it Photo: AP

Thousands of firefighters, police, contractors and others who worked at "Ground Zero" in the ruins of the World Trade Center sued the city and its contractors for claims of injuries associated with their rescue and clean-up work.

The settlement will be drawn from a federally financed insurance fund - the WTC Captive Insurance Company - created in 2004 with a $1 billion grant from the Federal Emergency Management Agency.

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"The resolution of the World Trade Center litigation will allow the first responders and workers to be compensated for injuries suffered following their work at Ground Zero," New York Mayor Michael Bloomberg said in a statement.

The parties will appear before US District Judge Alvin Hellerstein on Friday to request his preliminary approval of the settlement.

"This is a good settlement and we are gratified that these heroic men and women ... will finally receive just compensation for their pain and suffering, lost wages, medical and other expenses ...," said lawyer Marc Bern, whose firm represents more than 9,000 of the plaintiffs.

Workers will be entitled to a payment based on the severity of his or her injuries, said Captive Insurance.

Individual recoveries will range from thousands of dollars to more than $1 million, according to a source familiar with the settlement.

The plaintiffs will have 90 days to review the deal and decide whether to participate. The agreement requires that 95 per cent of the plaintiffs agree to the settlement, WTC Captive Insurance said.

"This agreement enables workers and volunteers claiming injury from the WTC site operations to obtain compensation commensurate with the nature of their injuries and the strength of their claims, while offering added protection against possible future illness," said Christine LaSala, president of Captive Insurance.

A alma infantil - Cecília Meirelles - Redação do Momento Espírita

A alma infantil

A alma infantil, nos diz Cecília Meirelles, como aliás, a alma humana, não se revela jamais completa e subitamente, como uma janela que se abre deixando ver todo um cenário.

É necessário ter cuidado para entendê-la, e sensibilidade no coração para admirá-la.

A autora nos narra que, certa vez, ouviu o comentário de uma professora que, admirada, contava sobre alguns presentes recebidos de alunos seus:

Os presentes mais engraçados que eu já recebi de alunos, foram, certa vez, na zona rural:

Um, levou-me uma pena de pavão incompleta: só com aquela parte colorida na ponta. Outro, uma pena de escrever, dourada, novinha. Outro, um pedaço de vidro vermelho...

Cecília afirma que seus olhos se alargaram de curiosidade, esperando a resposta da professora sobre sua compreensão a respeito de cada um dos presentes.

A amiga, então, seguiu dizendo: O caco de vidro foi o que mais me surpreendeu. Não sabia o que fazer com ele. Pus-me a revirá-lo nas mãos, dizendo à criança:

"Mas que bonito, hein? Muito bonitinho, esse vidro..."

E procurava, assim, provar-lhe o agrado que me causava a oferta.

Ela, porém, ficou meio decepcionada, e, por fim, disse: "Mas esse vidro não é para se pegar, Não... Sabe para que é?

Olhe: a senhora põe ele assim, num olho, e fecha o outro, e vai ver só: fica tudo vermelho... Bonito, mesmo!"

A professora finalizou dizendo que esses presentes são, em geral, os mais sinceros. Têm uma significação muito maior que os presentes comprados.

Cecília Meirelles vai além, e busca ainda fazer uma análise de caráter psicológico:

O que me interessou, no caso relatado, foram os indícios da alma infantil que se encontraram nos três presentes. E os três parecem ter trazido a mesma revelação íntima:

Uma pena de pavão incompleta º reparem bem -, só com aquele pedacinho "colorido" na ponta, uma pena de escrever "dourada" novinha, e um caco de vidro "vermelho" são, para a criança, três representações de beleza.

Três representações de beleza concentradas no prestígio da cor e desdobradas até o infinito, pelo milagre da sua imaginação.

Essas três ofertas, portanto, da mais humilde aparência (para um adulto desprevenido), não devem ser julgadas como esforço entristecido da criança querendo dar um presente, sem ter recursos para comprar.

A significação de dinheiro, mesmo nas crianças de hoje, ainda é das mais vagas e confusas.

E sua relação de valor para com os objetos que a atraem é quase sempre absolutamente inesperada.

Eu tenho certeza - diz a autora ainda º de que uma criança que dá a alguém uma pena dourada, uma pena de pavão e um caco de vidro vermelho, os dá com certo triunfo.

Dá com certa convicção de que se está despojando de uma riqueza dos seus domínios, de que está sendo voluntariamente grande, poderosa, superior.

* * *

A infância não é somente útil, necessária, indispensável, mas é, ainda, a conseqüência natural das leis que Deus estabeleceu, e que regem o Universo.

Com ela, aprendem os Espíritos que reencarnam º mais dóceis e influenciáveis quando no estado infantil.

Aprendem também as almas que as cercam, colhendo desse período de inocência e magia o exemplo da pureza e da simplicidade de vida, que devemos todos encontrar em nosso íntimo.



Redação do Momento Espírita com base no cap. Os indícios da alma infantil, do livro Crônicas de educação, v. 1 de Cecília Meirelles, ed. Nova Fronteira.

Italy's green heart is not all dulcet hill towns and gentle, pastoral countryside, as Edward Bishop discovers to his cost during a walking tour of the


Italy: Umbria's wilder side
Italy's green heart is not all dulcet hill towns and gentle, pastoral countryside, as Edward Bishop discovers to his cost during a walking tour of the Sibillini mountains.


By Edward Bishop
Published: 8:00AM BST 25 Apr 2010

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The Sibillini mountain range in Umbria proved a testing enough challenge for the writer Photo: Alamy


The idea was simple enough; it was the venue that was causing problems. Having tried and failed – through a combination of wayward guidebooks and altitude sickness – to bag a 13,000ft peak in Morocco's Atlas Mountains the previous year, our ad hoc party of middle-aged walkers needed an easier challenge.

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When a well-informed friend suggested Umbria, we tried not to scoff. Mountains in Umbria? We might be lowering our sights, but surely we were after something more rugged than Umbria. We didn't want to climb a mountain just to find a posh hilltop villa surrounded by cypress trees and a fridge full of chilled Prosecco. We wanted the remnants of winter snow, a trudge up a scree slope and a fantastic view to be enjoyed with a carefully husbanded square of celebratory chocolate, dug out from the bottom of a heavy rucksack. Surely Umbria couldn't provide this?

Despite our doubts, further investigation suggested our friend might have something. At least the Sibillini mountains, in the east of the region, had Monte Vettore, an 8,000ft peak overlooking the allegedly extraordinary Piano Grande (a high, mountain-ringed plain covered by snow in winter and, from May to June, by a prodigious carpet of wild flowers).

But even though the view from the top might be good, the climb itself looked no more than a gentle stroll, with a motorway of a path right to the top. We had hauled ourselves to 10,000ft before (Pic Carlit in the Pyrenees and Mont Pelat in the Southern Alps, for example) and this all seemed too easy.

Then we read about Norcia, the town that looked like the best bet as a base for a walk up Monte Vettore. Although needing a bit of persuasion that he was not going to give up a few precious days of holiday for a bit of glorified flower-arranging, the promise that Norcia was the wild boar, sausage and truffle capital of Italy was enough for Fat Bill, our mountain chef.

Flights were booked. Our group of four would go in early June. The sun would be shining; we would load up our rucksacks in Norcia with all kinds of piggy goodies (sausage, salami, pancetta), cheeses and various truffle products, skip up into the hills, camp under the stars, stroll to the top of the relatively puny Monte Vettore, admire the views and take photos of wild flowers (perhaps while making a daisy chain or two). Everest it wasn't; but, what the heck: after the Atlas debacle we had to get our confidence back somehow.

It all began so well. After arriving at Norcia, and while the rest of us were admiring this busy and unpretentious walled town, with its pretty central square and squat buildings buttressed against earthquake, Fat Bill had eyes only for the numerous shop doorways framed by giant wild boar heads and the promise of tartufi (truffles).

Another shop, with a sign over its door of disarming charm, promised "the bestest chocolate of the world", but before we could enter it Fat Bill had already marched into the fabulous Fratelli Ansuini delicatessen and was negotiating the bulk purchase of hams, salamis, sausages, truffles, pasta and rice.

The difficulty of lugging this booty up a mountain never crossed our minds. The hills around Norcia – as we could see from the town – were green and pleasant, draped in dark beech woods. From here the project seemed even more like a sunny stroll up an Umbrian hill. By the time we'd set up our first campsite above Norcia's twinkling lights and eaten our penne carbonara à la Fat Bill by a moonlit fire, we crawled into our tents, certain that nothing could go wrong and ready for a good night's sleep.

Which we did not get. The gale announced itself with a rifle crack, and our tents were soon flapping and slapping as each new gust hit. The morning was worse. The wind relented, allowing the threatening clouds to release their contents on to Fat Bill's supply of breakfast pancetta. We ate damp apples instead, packed our wet tents and moved on.

The sun came out later, but the wind didn't die. The plan was to reach the Lago di Pilato (the final resting place of Pontius Pilate, according to local legend) at a little over 6,000ft, camp the night there, stroll up Monte Vettore the next day and then around the Piano Grande for a final night in the hills before returning to Norcia. But the wind was making things hard. It is true that the wild flowers were, as advertised, gorgeous; spirits lifted as we hiked along paths lined with wild peonies, narcissi and orchids. But the wind never relented and the higher we got, the more we plodded.

It was as we reached the top of the saddle that would take us across from the green hills above the Piano Grande into the neighbouring valley that we began to realise that the gale, if anything, was increasing
in strength.

We were now – surprisingly, given the benign look of the landscape from the Piano Grande side – confronted by a more familiar high-alpine scene: scree slopes, rocky spurs, snow fields and a moraine landscape that suddenly seemed more suited to Kendal Mint Cake than truffle oil.

On we trudged, weighed down by gear and cheese, and slowed by the gale blowing into our faces. Clouds wheeled crazily around, blasted here and there by the still-increasing wind. We reached the lake, but by now we had all been literally knocked to the ground by particularly fierce blasts – no mean feat this, considering the impressive size and weight of (a) Fat Bill and (b) our food-laden packs. We realised that we couldn't pitch a tank, let alone a tent.

Defeated, we had to go down. So sapped were we of strength and moral fibre that when we reached the village of Foce to discover it contained a hotel with good food and the promise of hot showers, there was a lamentable absence of hesitation. We ordered two rounds of cold beers and booked in.

Discretion won the next day as well, when we unanimously decided to walk around the rim of the Piano Grande rather than risk the buffeting of the day before. From our hilly viewpoint, we congratulated ourselves as the top of Monte Vettore remained crowned in cloud the whole day. That evening we were rewarded with a sudden drop in wind, tents pitched on soft beech leaves and Fat Bill's triumphant risotto, flavoured not only with Norcia's finest ingredients but also wild thyme and fennel gathered from the meadows. We almost forgot that for the second year running we had tried and failed to achieve a pre-planned objective.

So next year, it would seem, we will have to lower our sights even further. Somewhere in Holland perhaps, or maybe London's Parliament Hill. Safest of all would be the Maldives (highest point 27ft). But whatever and wherever it is, and however prettily clothed they are in wild flowers and beech woods, it is probably worth remembering that mountains are mountains, even when they're in Umbria.

Getting there

British Airways (0844 493 0787; www.britishairways.com) flies from Heathrow to Rome Fiumicino. Budget (0844 544 3407; www.budget.co.uk) offers four days’ car hire for £198. Journey time from Fiumicino to Norcia is about two hours 40 minutes and there is free parking in Norcia. An alternative would be Ryanair (www.ryanair.com) from Stansted to Perugia (journey time to Norcia an hour and 40 minutes). By public transport, take the train (www.trenitalia.it) from Rome Termini or Perugia to Spoleto, where there is a bus service (www.spoletina.com) to Norcia from the station roughly once every 90 minutes.
Umbria basics

Hiking trails in the Sibillini are well-maintained and marked, and offer superb views and range from easy but spectacular walks around the Piano Grande to strenuous alpine hikes. The Kompass 1:50,000 map of the area (No. 666) is available in the UK, and 1:25,000 maps are available locally. The Rough Guide to Tuscany & Umbria (Penguin, £12.99) has a detailed section on the region, including walking tips and recommendations.

Some walkers start or finish at Castelluccio, a village (with a simple hotel, the Sibilla) perched at over 5,000ft on a hill overlooking the Piano Grande, but Norcia should not be missed, and makes a perfect base, not only for walking, but also for a tour of this beautiful, but less-well-known eastern side of Umbria. It has a number of camping shops for last-minute supplies. The walk up from Norcia is strenuous and can be avoided by organising a taxi to take you part of the way.

Stay at the Grotta Azzurra (Via Alfieri 12; 0039 0743 816513; www.bianconi.com; doubles from €49/£43), a bustling pilgrim hotel run by the delightful and welcoming Bianconi family, with decent food, good wine and a great atmosphere. Or, for a treat after a hard hike, try the Bianconi's new hotel, the Palazzo Seneca (Via Cesare Battisti 10; 0743 817434; www.palazzoseneca.it; from €124). Beautifully designed and restored, it is an elegant warren of stone and tiled floors, imposing stone fireplaces and luxurious rooms with four-poster beds, flat-screen televisions and leather furniture.

Dine at the Grotta Azzurra's restaurant to sample all that this gastronomic capital has to offer, housed in beautiful medieval surroundings (a formal papal granary) or, for light meals and snacks, the nearby Cantina de Norsia (Via Dante 25; 0743 328 4395; www.cantinadenorsia.it) is an excellent choice: good, fresh food and outstanding value. For the best ham and truffle produce, go to Fratelli Ansuini (Via Anicia 105; 0743 816643; www.fratelliansuini.com).

adesivo de parede


A imagem acima é um adesivo de parede.
No canto inferior está declarado: luxo é ser feliz (algo que acredito de coração)
O design deste adesivo foi feito por mim para um concurso da Pino.
7 blogs foram convidados a desenvolver uma arte baseada no mote: "Design para ser feliz".
Os três primeiros colocados terão as artes produzidas pela Pino.
E eu venho pedir o voto de vocês porque se o adesivo desenvolvido pelo DECORACASA ficar entre os três primeiros colocados, sortearei adesivos com esta arte aqui no blog.
E aí, vocês me dão uma forcinha?
Vote aqui, na enquete colocada na barra lateral do blog da Pino (no canto superior direito)
Quer ganhar o primeiro produto desenvolvido pelo DECORACASA ?
Uma beijoca e MUITO obrigada

Panqueca Integral - Edu Guedes


  




2 ovos
1 colher (sobremesa) de azeite
1 xícara (chá) de leite desnatado
3 colheres (sopa) de farinha de trigo integral
3 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 pitada de sal

Recheio:
1 colher (sopa) margarina light
1 ½ xícara (chá) de Kani Kama
1 cebola ralada
1 dente de alho picado
1 tomate picado sem pele e sem sementes
1 xícara (chá) de queijo cottage
½ xícara (chá) de creme de leite light
1 xícara (chá) de rúcula picada



Para a massa, bata os ingredientes num liquidificador. Aqueça uma frigideira e coloque um pouco de azeite. Coloque aos poucos a massa até que fique no ponto. Retire e reserve.

Para o recheio, numa panela aqueça o azeite e doure a cebola e o alho. Acrescente o kani e misture. Coloque os demais ingredientes e misture bem.

Para a montagem, pegue uma das massinhas, coloque o recheio e dobre ou enrole.

Rendimento: 8 porções

POLL: Lindsay Lohan's E-Trade Lawsuit – You Decide the Outcome


POLL: Lindsay Lohan's E-Trade Lawsuit – You Decide the Outcome!

By Brian Orloff

Friday March 12, 2010 03:00 PM EST

E-Trade baby, Lindsay Lohan

Gary Gershoff/WireImage

http://www.people.com


Lindsay Lohan is not crying over an E-Trade ad she claims is defamatory. She's suing.

The starlet has already filed a $100 million suit against E-Trade for a commercial the company aired featuring its famous talking baby. In the spot, which debuted during the Super Bowl, there's a boyfriend-stealing baby named "Lindsay," who is also described as a "milkaholic," a reference Lohan says, to her hard-partying ways. According to the actress's lawyer, Stephanie Ovadia, the original ad featured a baby named "Deborah." Ovadia also says that when the baby's name changed, the adjectives used to describe her behavior did as well. Suspicious? Or just a coincidence?

E-Trade says the spot was meant to be "witty and memorable" – and is firing back against the lawsuit, denying that Lohan is the target of a parody. The company believes the claims are "without merit and we intend to defend ourselves vigorously," according to a statement released Thursday. What a jury decides – should the case go to trial – may be a long way off, so we ask you: Does Lohan have a case?

Rosi Campos relata aparição do espírito de Chico Xavier em set de filmagem




Rosi Campos relata aparição do espírito de Chico Xavier em set de filmagem
Atriz revela visões com o saudoso e querido médium durante a gravação do filme sobre a vida dele

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Rosi participou do longa sobre Chico Xavier
(no detalhe) e sente que a obra é abençoada
Foto: Rafael França/ Flavio Florifo


No dia 2 de abril, Chico Xavier, um dos maiores líderes espirituais que nosso país já teve, completaria 100 anos. Numa bela homenagem, chegará aos cinemas o filme "Chico Xavier", com direção de Daniel Filho, baseado no livro de Marcel Souto Maior.

O protagonista, Nelson Xavier, Ângelo Antônio, Rosi Campos, Tony Ramos, Christiane Torloni, Giulia Gam, Letícia Sabatella, Luis Melo, Pedro Paulo Rangel, Giovanna Antonelli e Cássia Kiss estão no elenco da produção que promete emocionar o público independentemente de religião.

Fazer o filme foi um presente para os atores, segundo os próprios. Especialmente participar das cenas rodadas no centro espírita onde Chico atuava em Uberaba (MG). Rosi Campos presenciou o momento em que a atriz Renata Imbriani, que é espírita e fazia uma pequena participação, viu o espírito de Chico ao lado do ator Nelson Xavier, que interpretou o médium na velhice.

"Ela olhou para o Nelson e disse claramente que o Chico estava ao lado dele. Ficamos muito comovidos", contou Rosi.


Rosi Campos em cena com Nelson Xavier
Foto: Ique Esteves

A estrela, também kardecista, disse que os atores tinham sensação de muita paz enquanto filmavam. "Uma das cenas mais incríveis aconteceu quando, em uma sessão, algumas mães recebiam mensagens psicografadas de seus filhos que tinham morrido. Foi de arrepiar, sentimos a presença dele ali conosco. Christiane Torloni e Cininha de Paula estavam lá! E em outros momentos de oração ou de leitura do Evangelho percebíamos algo especial", revelou a artista.



Ângelo Antônio e Nelson Xavier interpretam Chico em diferentes fases da vida
Foto: Ique Esteves

Na opinião de Rosi, o filme é abençoado. Segundo ela, durante as sequências tudo dava certo, não ocorreram atrasos, todos colaboraram e havia uma grande sintonia.

O longa descreve a trajetória de Chico Xavier, que viveu 92 anos, desenvolvendo Importante atividade mediúnica e filantrópica. Ele teve uma vida conturbada, com lutas e muito amor ao próximo. Seus mais de 400 livros psicografados consolam milhares de pessoas, pregam a paz e estimulam a caridade. Para os admiradores mais fervorosos ele foi um santo!

Se não fossem os amigos o que seria de nós?




Curiosidades sobre amigos e amizades, afinal de contas, o que seria de nós sem os bons amigos que estão sempre dispostos a nos ajudar? Confira:

Se não fossem os amigos o que seria de nós? - CuriosidadesSegundo uma lenda holandesa, um moleiro pobre era apaixonado por uma rica donzela. Para ajudá-lo, seus amigos se reuniram e ofereceram a eles itens para a nova casa. Assim nasceu o famoso chá de cozinha.

A tradição do terno de reis está desaparecendo, mas sobrevive ainda em algumas cidades, tudo em nome da amizade. Ela consiste num trio de cantores-dançarinos que visitam as casas dos amigos entre o Natal e o Dia de Reis, tocando pistão, bombardino e clarinete.

O vocalista Chorão, da banda Charlie Brown Jr, subiu pela primeira vez no palco durante um show de uma banda de amigos em Santos - SP, quando assumiu o microfone enquanto o vocalista oficial ia ao banheiro. Após isso, Chorão foi convidado para cantar numa banda própria.

Há 4 mil anos, os babilônios já faziam promessas na virada do ano. Ao invés de dietas, eles juravam que, tão logo acabassem as festas, devolveriam os equipamentos de agricultura emprestados por amigos.

General Election 2010: Cameron accuses Clegg of 'holding country to ransom'

David Cameron has accused Nick Clegg of trying to “hold the country to ransom” over the Liberal Democrat leader’s demands for a power-sharing deal.


By James Kirkup, Political Correspondent
Published: 2:16PM BST 26 Apr 2010
 

The Conservative leader’s criticism of Mr Clegg was echoed by Gordon Brown who accused the Lib Dem leader of being “arrogant” and taking the electorate for granted.

Polls suggest that the election will deliver a hung parliament, with the Lib Dems holding the balance of power



Mr Clegg, who has seen his party’s support jump in recent days, yesterday described electoral reform as “an absolute pre-condition for renewal in this country."

On Sunday, Mr Clegg hinted that he could demand to be made prime minister as the price for supporting Labour if it loses the election.

Senior figures in both the main parties believe the Mr Clegg has now begun to over-reach himself in a way that could start to alienate voters.

Speaking in Lib Dem-held Romsey, Hampshire, Mr Cameron accused Mr Clegg of arrogance.

“He’s only interested in one thing – changing our electoral system so we have a permanent hung parliament,” Mr Clegg said. “He wants to hold the whole country to ransom just to get what benefits the Liberal Democrats.”

In a BBC Three interview, Mr Brown suggested that politicians who started to discuss power-sharing deals before the election were being “arrogant.”

He said: “If it's a clear result we'll accept it, if it's a different result then we've got to deal with it, but don't presume what the people are going to vote before they vote... because that would be arrogant."

At a London press conference, Douglas Alexander, Labour’s campaign co-ordinator, also suggested that Mr Clegg was getting carried away with his recent successes.

He said: “I think what Nick Clegg is forgetting is that the people are boss. My sense is that Nick Clegg has somewhat over-reached himself, maybe intoxicated by the publicity he has received in recent days, in getting into the speculation business.”

And Andy Burnham, the Labour health secretary, said Mr Clegg “sounded like he was starting to believe his own hype.”

Even as Mr Cameron attacked Mr Clegg, he launched a new charm offensive towards the Lib Dem leader’s supporters, and refused to rule out talks on altering the electoral system.

On the basis of current polls, the Conservatives could be the largest party in the Commons but short of a majority. That has led to speculation that the party could seek an accommodation with the Lib Dems.

At a London press conference, Mr Cameron made a strong attack on the proportional representation system favoured by the Lib Dems, calling it a “con”.

He said: “It doesn’t put power in the hands of the people, it puts power in the hands of the politicians.”

He insisted he did not want to change the voting system. But pressed repeatedly, he refused to rule out discussing a change.

“We stand by our electoral system," he said. "I don’t support changing our electoral system. I don’t want to see it changed.”

He also stopped short of complete opposition to a referendum on PR, saying: “We don’t want PR so we are not proposing a referendum on PR.”

Asked about a possible deal with the Lib Dems, he said: “We are fighting all out for a majority Conservative Government.”

In an overt appeal to Lib Dem sympathisers, the Conservative leader unveiled a new “green” pledge to plant more trees, and stressed the modern Conservative Party’s “progressive values”.

Mr Cameron confirmed he is altering his campaign strategy to target Labour-held seats made vulnerable to the Tories by the recent growth in Liberal Democrat support and fall in Labour backing.

“We have extended our battleground after the complete collapse of the Labour vote,” he said.

The Conservatives are now targeting seats that were previously considered out of reach, he said, citing constituencies like Morley and Outwood, the Yorkshire seat being contested by Ed Balls, the Labour schools secretary.

While targeting Labour’s failures, Mr Cameron made an explicit appeal to Lib Dem supporters, stressing what he said are his party’s commitments to the environment and civil liberties.

Mr Cameron said: “If you care about the environment, if you care about getting the government off your back, if you care about civil liberties, you need the clean break of a Conservative government.”

Repeating his slogan “Vote Blue, go Green”, Mr Cameron said that a Conservative Government would ask local councils to plant a new tree for every child born in England each year.

Dominic Grieve, the Conservative justice spokesman, emphasised the party’s commitment to scrap ID cards and the Contactpoint database, limit the power of state employees to enter private homes and review police stop-and-search powers.

He said: “If you want a government with liberal values, vote Conservative.”

Kitchen and Bath 2010: cubas de vidro, cerâmica e aço inox

http://casa.abril.com.br

FEIRAS E EVENTOS
12/03/2010
Kitchen & Bath 2010: cubas de vidro, cerâmica e aço inox

Modernas, as cubas para banheiros e lavabos apresentadas na Kitchen & Bath 2010, trazem novos materiais, cores e formatos. Visite a galeria abaixo e escolha o seu modelo: tem artesanal, personalizável e até autossuficiente. Outras novidades da Kitchen & Bath e Revestir você confere em nosso canal de feiras e eventos.

Por Cristiane Komesu





Feita de cerâmica, a Cuba Milão, da Japi, é autossuficiente: não precisa de torneira para funcionar. Com um toque no botão metálico localizado na parte frontal da peça, a água é liberada na forma de cascata.




A cuba Strip, da Brascor, é feita de Corian, uma superfície sólida mineral. A combinação em preto e branco garante a o visual moderno da peça.




Personalizável, a cuba Duo, da Brascor, permite que o cliente escolha a cor e o desenho da peça. Também é feita de Corian.




A linha Brasil, da Japi, traz dois modelos produzidos em madeira certificada. As cubas Petrópolis e Guarujá são impermeabilizadas e protegidas contra fungos e insetos que atacam a madeira. A limpeza das peças deve ser feita somente com pano úmido e sabão neutro.

Especial - Lançamento Filme Chico Xavier - Mistérios durante as gravações do filme sobre a vida de Chico Xavier


Especial - Lançamento Filme Chico Xavier



Mistérios durante as gravações do filme sobre a vida de Chico Xavier
Patricia de Paula, Expresso

As gravações do filme sobre a vida do médium Chico Xavier foram marcadas por vários casos que, certamente, são uma história a parte. As filmagens tiveram uma uma atriz vendo o médium, figurante incorporando um espírito e outros mistérios, como a chuva que parava misteriosamente a cada novo dia de gravação. Nelson Xavier, ator que interpreta o papel principal, conta que sua ligação com Chico foi muito além do sobrenome igual.
- Eu senti a presença dele o tempo todo. Foi o único personagem que eu pedi para fazer e, hoje, acredito em tudo o que ele disse e viveu. Cada vez que penso nele me comovo - disse Nelson, se emocionando novamente.
O ator lembra que, há muitos anos, estava num churrasco quando um rapaz sentou ao seu lado e perguntou se eu ia fazer o papel do espírita.
- Eu disse que não. Aí ele me respondeu que um passarinho havia dito isso para ele e que ele era espírita. Esse foi um dos sinais mais significativos para mim - diz Nelson, que acredita que Chico o escolheu: - Ele me acompanhou durante todo o percurso.
Segundo a atriz Renata Imbriani, que participou das filmagens, Chico realmente estava perto de Nelson. Ela, que é kardecista, conta que viu o espírito do médium durante uma gravação.
- Estava aguardando a minha vez de entrar em cena e o Nelson estava gravando. De repente, vi uma porta entreaberta de onde saiu uma luz muito grande. Era o Chico. Ele apoiou o braço direito do Nelson e ficou todo o tempo energizando ele. O incrível é que, quando ele toca o Nelson ele fica até com a fisionomia igual a do Chico - conta Renata que interpreta uma mulher que perdeu o filho.
Segundo a atriz Rosi Campos, o clima das filmagens foi marcado por uma emoção que parecia estar à flor da pele.
- Todos que estavam no filme queriam muito estar lá. isso criou um clima muito especial nas filmagens. Você se apaixona pela pessoa que ele foi. Foi muito emocionante.
O filme deve ser lançado em 2 de abril de 2010, quando o Chico faria 100 anos.

Emoção no jardim de Chico:
No último dia das gravações, Nelson Xavier teve uma crise de choro. Depois, foi para o jardim, sentou num banco e, talvez sem saber, faz o que Chico costumava fazer ali mesmo: apóia as mãos sobre as pernas e olha para o céu. "Essa cena foi emocionante. Era o jardim dele, as rosas dele".




Até o tempo deu uma forcinha
Em Uberaba fazia um frio horrível e o diretor Daniel Filho disse para ninguém se preocupar porque no dia seguinte faria sol. Não deu outra. Fenômeno parecido aconteceu em São Paulo, quando chovia muito forte em toda a cidade. Só não caiu um pingo no local da filmagem.



Visita inesperada em reunião espírita:
Segundo o diretor, teve uma filmagem de uma reunião espírita, em que, de repente uma senhora recebeu uma entidade. "Paramos a filmagem e esperamos a senhora se recompor".


Pomba branca mostra o caminho:

A atriz Renata Imbriani conta que, antes de sair para gravar começou a rezar pedindo proteção. De repente, uma pomba branca entrou na casa e parou bem na frente dela. "Ela só foi embora quando eu saí. Pensei: estou no caminho certo. O tempo inteiro senti uma energia muito forte e tranquilizadora".

Plantas medicinais aprovadas pela Anvisa


Plantas medicinais aprovadas pela Anvisa
Confira os remédios caseiros que aliviam sintomas de doenças comuns e são regulamentados pela Anvisa


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por Fabio Donadio
Conteúdo do site MdeMulher


Uma série de remédios caseiros são
agora reconhecidos pela Anvisa
Foto: Getty Images


Sabe aquelas receitinhas da vovó feitas com folhas, raízes ou cascas de plantas que prometem auxiliar no tratamento de doenças ou aliviar seus sintomas? Muitas delas agora são aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O órgão lançou em 10 março de 2010 uma regulamentação para orientar o uso terapêutico das drogas vegetais para patologias de baixa gravidade. Isso significa que a agência reconhece e estimula a utilização destes medicamentos naturais em casos de doenças leves.

Mas, antes de correr para a despensa e pegar qualquer folha milagrosa contra dor de cabeça ou resfriado, saiba que a resolução serve justamente para esclarecer em quais casos as drogas vegetais podem ser administradas - e evitar possíveis intoxicações ou problemas relacionados ao mau uso das substâncias.

Confira a lista completa das plantas medicinais regulamentadas pela Anvisa e saiba como usá-las


Sabia que chá de carqueja auxilia na digestão e alho é ótimo contra colesterol alto e também atua com anti-séptico? Veja como preparar essas e outras receitas caseiras regulamentadas pela Anvisa, além das suas contraindicações e possíveis efeitos colaterais:



Melhore a digestão com chá de carqueja


Preparo
Infusão de 2,5g (2 e ½ colheres de chá) em 150 ml de água (xícara de chá).

Modo de usar
Beber 1 xícara de chá de duas a três vezes ao dia.

Outras indicações
Não há.

Contraindicações
Não utilizar em grávidas, pois pode promover contrações uterinas. Evitar o uso concomitante com medicamentos para hipertensão e diabetes.

Efeitos adversos
O uso pode causar hipotensão (queda da pressão)

Informações adicionais
Não há.



Controle o colesterol com alho


Preparo
Macere 0,5 g de bulbo de alho (1 colher de café) e misture com 30 ml de água.

Modo de usar
Beber a mistura duas vezes ao dia, antes das refeições.

Outras indicações
Atua também como expectorante e anti-séptico.

Contraindicações
Não deve ser utilizado por menores de três anos e pessoas com gastrite e úlcera gástrica, hipotensão (pressão baixa) e hipoglicemia (concentração de açúcar baixo no sangue). Não utilizar em caso de hemorragia e em tratamento com anticoagulantes.

Efeitos adversos
Doses acima da recomendada podem causar desconforto gastrointestinal.

Informações adicionais
Descontinuar o uso 10 dias antes de qualquer cirurgia. Deixar a droga seca rasurada por cerca de uma hora em maceração.



Alivie as cólicas intestinais com camomila


Preparo
Fazer uma infusão de 3g de flores de camomila (1 colher de sopa) em 150 ml de água (1 xícara de chá).

Modo de usar
Usar uma xícara de chá de 3 a 4 vezes ao dia.

Outras indicações
Também utilizada para controlar quadros leves de ansiedade e como calmante suave.

Contraindicações
Não há.

Efeitos adversos
Podem ocorrer reações alérgicas ocasionais. Em caso de superdose, pode ocorrer o aparecimento de náuseas, excitação nervosa e insônia

Informações adicionais
Não há.



Trate as contusões e hematomas com arnica


Preparo
Fazer uma infusão de 3g de flor de arnica (1 colher de sopa) em 150 ml de água (xícara de chá).

Modo de usar
Aplicar compressa na área a ser tratada de duas a três vezes ao dia.

Outras indicações
Traumas, torções, edemas devido a fraturas e torções.

Contraindicações
Não utilizar por via oral, pois pode causar gastrenterites e distúrbios cardiovasculares, falta de ar e morte. Não aplicar em feridas abertas.

Efeitos adversos
Pode, em casos isolados, provocar reações alérgicas na pele como vesiculação e necrose. Não utilizar por um período superior a 7 dias pois o uso prolongado pode provocar reações do tipo dermatite de contato (irritação da pele), formação de vesículas e eczemas

Informações adicionais
Evitar o uso em concentrações superiores às recomendadas.

Download - Revista DMC Classic Collection




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Download - Revista Tasty Crochet


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CBF define programação da Seleção Brasileira na Copa


CBF define programação da Seleção Brasileira na Copa
12 de março de 2010 • 19h15


Notícia


Seleção Brasileira deve se apresentar em 22 de maio
Foto: AFP


A Seleção Brasileira já tem programação definida para a disputa da Copa do Mundo na África do Sul. A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) divulgou nesta sexta-feira a data da apresentação do elenco em Curitiba: dia 22 de maio, pouco após a convocação oficial para o Mundial - que deve acontecer em 6 de maio.

O centro de treinamento do Atlético-PR será utilizado do dia 22 ao dia 26 de maio - quando a Seleção embarca para a África do Sul. Durante o Mundial, a equipe brasileira ficará hospedada no Hotel Fairway, em Johanesburgo.

Entre a chegada no continente africano e a estreia no torneio, em 15 de junho, diante da Coreia do Norte, o Brasil fará dois amistosos, muito provavelmente contra uma seleção europeia e uma africana.

TRÊS PERGUNTAS - William J. Bennett - Equipe de Redação do Momento Espírita


TRÊS PERGUNTAS

Um rei se apercebeu que se soubesse a hora certa de agir, quem eram as

pessoas mais necessárias e o mais importante a ser feito, nunca falharia no

que fizesse.

Procurou um homem sábio para se aconselhar. Vestiu roupas simples, e antes

de chegar ao destino, apeou do cavalo, deixou seus guarda-costas para trás e

foi sozinho.

O sábio estava cavando o chão em frente à sua cabana. O rei chegou e falou:

"Vim aqui porque preciso que me responda três perguntas: como posso

aprender a fazer o que é certo na hora certa?

Quem são as pessoas às quais devo prestar maior atenção?

Quais os assuntos aos quais devo conceder prioridade?"

O sábio não respondeu e continuou a cavar. Estava fraco e inspirava

profundamente, a cada golpe.

O rei se ofereceu para cavar em seu lugar e preparou duas extensas

sementeiras. Sem receber nenhuma resposta às suas perguntas, quase ao final

da tarde, disse: "Vim até aqui para obter respostas. Se não pode me dar

nenhuma, então me diga que vou embora."

Nisso, um homem barbado saiu correndo da floresta. Estava ferido e caiu

desmaiado, gemendo baixinho.

O rei e o sábio o socorreram. Havia uma grande ferida em seu corpo. O rei a

lavou e a cobriu com seu lenço e uma toalha do sábio.

O sangue continuou a jorrar. Muitas vezes o rei lavou e cobriu a ferida.

Finalmente, a hemorragia parou. O homem foi levado para a cama e adormeceu.

A noite chegou. O rei sentou-se na entrada da cabana e, cansado, adormeceu.

Ao despertar pela manhã, demorou um pouco para se dar conta de onde estava.

Voltou-se para dentro. O homem ferido o olhou e lhe pediu perdão.

"Não tenho nada para lhe perdoar", disse o rei. "nem o conheço."

"Mas eu o conheço. O senhor prendeu meu irmão e jurei acabar com sua vida.

Quando soube que o senhor vinha para cá, também vim. Esperei na floresta

para matá-lo pelas costas.

Mas o senhor não voltou. Saí de minha emboscada e seus guarda-costas me

viram. Foram eles que me feriram. Fugi deles. Teria sangrado até a morte se

não me tivesse socorrido.

Majestade! Se eu sobreviver, serei o mais fervoroso de seus servos."

O rei ficou satisfeito por ter conseguido a paz com seu inimigo tão

facilmente. Disse que mandaria seu médico para o atender.

Levantou-se e procurou o sábio que estava agachado, plantando nas

sementeiras cavadas no dia anterior.

"Então, vai responder às minhas perguntas?"

Erguendo os olhos, o sábio lhe respondeu:

"O senhor já tem todas as suas respostas."

E ante a indagação da real figura, explicou:

"Se sua majestade não tivesse ficado condoída da minha fraqueza ontem e

cavado essas sementeiras para mim, indo embora, teria sido atacado por

aquele homem.

Teria assim se arrependido de não ter permanecido comigo. Por isso a hora

mais importante foi quando cavava as sementeiras.

Eu era o homem mais importante. Fazer-me o favor foi o mais importante.

Depois, quando o quase assassino chegou correndo, a hora mais importante foi

quando cuidava dele. Se não tivesse cuidado da sua ferida, ele teria morrido

sem estar em paz consigo.

Por isso, ele era o homem mais importante. O que foi feito por ele foi o

mais importante.

Então, só existe um momento importante, o agora.

O homem mais necessário é aquele com quem você está, pois ninguém sabe se

vai tornar a lidar com outro alguém.

O assunto mais importante é fazer o bem para esse com quem se está, pois

esse é o grande propósito da vida.



***



A hora de agir é agora. O local onde você está é o mais ajustado e as

pessoas que estão com você as ideais para a sua vida e o seu crescimento.

Pense nisso!



Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. Três perguntas, de

autoria de Léon Tolstoi, de O Livro das virtudes II - O compasso moral, de

William J. Bennett, Ed. Nova Fronteira.

A Origem da Amizade - Como agradar meus amigos


A Origem da Amizade - Como agradar meus amigos

Você tem amigos? Sabe qual a origem da amizade? e como agradar seus amigos? a importância desta relação ao longo da evolução da humanidade?

Texto de Flávio Gikovate

A Origem da Amizade - Como agradar meus amigosVenho ensaiando escrever sobre a amizade há pelo menos vinte anos, sem coragem de dar seguimento a esse antigo projeto. Percebi que se trata da mais bem-sucedida forma de interação entre as pessoas, de uma fonte de prazeres e alegrias enormes e geradora de tensões e elementos negativos mínimos.

A primeira questão – e, talvez, a mais importante – está relacionada à seguinte dúvida: seria a amizade uma versão adulta e sofisticada do amor, ou um fenômeno inteiramente diferente?

Como regra, achamos interessantes aquelas pessoas que desenvolvem maneiras de ser e de racionar sobre todos os assuntos similares às nossas em muitos aspectos. Não só achamos graça como nos sentimos muito próximos delas. Aqui, a sensação de integração não se origina de um processo físico, como acontece no amor – ou mesmo na integração com a pátria ou com o universo. Ela deriva de uma intimidade intelectual, de afinidades na maneira de pensar e de sentir a vida.

Nas amizades, a ponte que permite que duas criaturas individuais e solitárias se sintam integradas surge graças à facilidade com que elas se comunicam. É extraordinário o prazer que sentimos quando temos a impressão de que aquilo que o outro está entendendo corresponde exatamente ao que estamos dizendo. Temos a impressão de não estarmos sós neste mundo. O prazer que experimentamos ao conversar com nossos amigos – definidos assim de modo rigoroso, sem nada a ver com os diversos conhecidos que temos – é enorme; não raramente maior do que o que sentimos ao conversar com nossos parentes e com o nosso objeto de amor que, como disse, corresponde a uma escolha mais relacionada com outros processos.

Como as amizades referem-se a processos essencialmente adultos, não são contaminadas, a não ser de modo muito superficial, pelas penosas emoções possessivas e ciumentas. Podemos ter mais de um amigo íntimo. Gostar de um não significa deixar de gostar do outro. O respeito pelos direitos individuais e pelo modo de ser do amigo é a tônica. A inveja, quando existe, está sob controle, pois, mais do que tudo, queremos que nossos amigos prosperem; não tememos que isso nos afaste deles, como costuma acontecer nas relações amorosas, em que o progresso do amado é sempre uma enorme ameaça à estabilidade da relação.

A amizade é fenômeno essencialmente intelectual. Pode perfeitamente existir entre pessoas que não tenham interesse sexual um pelo outro. Ela é até mesmo mais comum entre pessoas do mesmo sexo, em que as afinidades mentais, talvez, sejam mais comuns. Agora, por puro preconceito, mesmo nos tempos atuais, em que o erotismo tende a se expressar de modo mais livre, não pensamos em intimidades sexuais entre amigos. Da mesma forma, é fácil imaginar que as relações que se iniciam como amizade podem evoluir para um namoro ou mesmo para um casamento. A idéia de que o amor é coisa muito mais rica do que a amizade é, a meu ver, antiga. Afinidades intelectuais e semelhanças de gostos e interesses terão de ser parte essencial de todos os relacionamentos mais íntimos.

Hollywood's Dead Talk to Heidi Montag's New Psychic Manager



http://www.people.com

Hollywood's Dead Talk to Heidi Montag's New Psychic Manager

By Mike Fleeman

Friday March 12, 2010 05:15 PM EST

Aiden Chase

aidenchase.com

 
Skeptics, beware: Aiden Chase knows what you're thinking, and it's not just because he's psychic.

The new manager for Heidi Montag accepts and understands that not everybody's onboard with his profession – he's called a "healer and intuitive" – and he's OK with that. In fact, he's in the OK business. He helps people feel better about themselves and guide their futures – futures, he says, he can often see (unless sports bets are on the line). He also says he has the ability to communicate with spirits, including dead celebrities.

From PEOPLE's chat with the Malibu-based man who'll now be overseeing Montag's career instead of her husband Spencer Pratt, here are six things you need to know about Aiden Chase:

1. He's a Recent Part of Montag's Life:
"One of my clients referred me to Spencer and Heidi. I went up to their house, just after Heidi's surgery, doing healing work, energy clearing, helping put their future paths on the map. For about a month, Heidi has been asking me: 'Be my manager.' When I really thought about it, really meditated, I realized I have been doing the job anyway. They had been consulting with me, [asking]: 'What do you think about this?' It had been working for them."

2. "It" Is Sort of Like What Mom Used to Do:
"I'm a healer and intuitive. What that means is I'm able to channel healing energy. How I like to describe that is love energy. How your mom wipes your brow and you feel better – she's actually sending her healing energy to you," he says. "What we do with a healing is we set an intention and put that into effect by stating or saying: If you ask for it, it will come. I channel in the energy and it neutralizes what needs to be cleared, whether it be mind, body or spirit."

3. Yes, He Knows Some People Think He's Nuts:
"I'm the biggest skeptic of them all. I'm skeptical of people who do my work, too. I'm OK with that. People have different opinions. That's great. I love what I do. A lot of people enjoy and receive great benefits. Sometimes, enlightenment is not taught, it's caught. So you can't push it on people. If you want to, and it feels right, then great."

4. He Can See the Future:
"First and foremost I'm intuitive. I'm using that gut instinct, that third eye that we all have. I just have a heightened sense of intuition."

5. But He Doesn't Know Who'll Win the College Basketball Tournament:
"It's funny. It doesn't work that way. Otherwise, I'd be playing the lottery and winning."

6. He Speaks to Spirits, Some of them Famous:
"Gene Kelly is one. He represented himself to me about a year ago. I kind of got a picture in my head of him. One of my iPods just switched to different songs, which is an interesting paranormal phenomenon, and on came a song from An American in Paris. I was like: 'Oh. I listened and paid attention,' and he goes, 'Hey, brother boy, this is Gene Kelly, I'm here to help you.' … Ever since he whispers in my ear a little help. It's really an amazing, cool and beautiful thing."

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Brad & Angelina take twins Knox and Vivienne (not pictured) out in Venice. Plus: Jessica Simpson, Kristen Stewart & Dakota Fanning and more

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Brad & Angelina take twins Knox and Vivienne (not pictured) out in Venice. Plus: Jessica Simpson, Kristen Stewart & Dakota Fanning and more


TWO FOR THE ROAD

Angelina Jolie and Brad Pitt spend Friday sightseeing with 1 ½-year-old twins Knox and Vivienne (not pictured) in Venice, Italy. The family visited the Gritti Palace Hotel during Jolie's day off from filming The Tourist.





STREET WISE

With a spring in her step, a smiley Jessica Simpson returns to her New York City hotel on Thursday after filming a segment for the Rachael Ray Show. The singer-actress is in the Big Apple promoting her latest reality show, The Price of Beauty, which debuts Monday night on VH1.





RUNNING START

Teen stars Dakota Fanning and Kristen Stewart share a shining moment before the premiere of their new movie, The Runaways, in Los Angeles Thursday night. After screening the film, the actresses – who share a kiss onscreen – celebrated at the afterparty, where Stewart traded her dress for jeans and a T-shirt.




FRIENDLY FACE

Taylor Lautner also drops by The Runaways Thursday night premiere in L.A., where he greeted fans and posed for photos before heading into the theater to support pal Kristen Stewart.




FINGER FOOD

Little Levi McConaughey, 1 ½, digs into his meal Thursday as parents Matthew McConaughey and Camila Alves look on at New York's Café Habana restaurant.




TALL ORDER

Eric Dane takes his beverages to go in West Hollywood Thursday. The day before, Dane and wife Rebecca Gayheart revealed their week-old daughter's name: Billie Beatrice.

In Court Nominees, Is Obama Looking for Empathy by Another Name?

White House Memo
In Court Nominees, Is Obama Looking for Empathy by Another Name?
By PETER BAKER
Published: April 25, 2010




WASHINGTON — Empathy is out. Understanding ordinary lives is in. Is there a difference? President Obama is about to find out.
Related
Possible Supreme Court Candidates (April 9, 2010)

Times Topic: U.S. Supreme Court
Blog

The Caucus

The latest on President Obama, his administration and other news from Washington and around the nation. Join the discussion.
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A year after Mr. Obama made “empathy” one of his main criteria in picking his first Supreme Court justice, he is avoiding the word, which became radioactive, as he picks his second nominee. Instead, he says he wants someone with “a keen understanding of how the law affects the daily lives of the American people.”

The issue is more than semantic. At the heart of the debate over Mr. Obama’s vision for the Supreme Court are sharply contrasting views about the role of a judge. The president emphasizes that while adhering to the rule of law, judges should also be able to see life through the eyes of those who come before the bench. His critics call that a prescription for twisting decisions to reach a desired outcome rather than the one mandated by the letter of the law.

The dispute became so contentious last year that even Mr. Obama’s nominee for the court, Sonia Sotomayor, disavowed the notion of empathy during hearings before her confirmation, saying that “judges can’t rely on what’s in their heart.” Ever since, Mr. Obama has found other ways of describing what he meant without abandoning the concept.

“It’s a word that requires explanation, even though people like myself, we understand what he was saying,” said Lee Epstein, a constitutional scholar at the Northwestern University School of Law. “You hear ‘empathy’ and you don’t think impartiality, judicial temperament. The other words, ‘life experience,’ they don’t have the same impact.”

But critics said the new phrase was no better. “I’m not sure it’s much different,” said Senator Jeff Sessions of Alabama, the senior Republican on the Judiciary Committee. “It seems to be calling again for judges to be less committed to fidelity to the law and calling for them to reach decisions that somehow endeavor to decide who ought to win.”

Mr. Obama has been searching for empathy, or its rhetorical equivalent, in Supreme Court candidates for at least five years. When he announced his decision as a senator to vote against the confirmation of John G. Roberts Jr. as chief justice in 2005, he declared the nominee to be short of that quality.

Equating tough court decisions to a marathon, Mr. Obama said that the first 25 miles may be determined by precedent and technical understanding of the law, but “that last mile can only be determined on the basis of one’s deepest values, one’s core concerns, one’s broader perspectives on how the world works, and the depth and breadth of one’s empathy.”

He used the word again as a presidential candidate explaining his view of Supreme Court nominations and then again last year when Justice David H. Souter announced his retirement, leading to the selection of Justice Sotomayor. “I view that quality of empathy, of understanding and identifying with people’s hopes and struggles, as an essential ingredient for arriving at just decisions and outcomes,” Mr. Obama said.

As Mr. Obama’s aides and liberal supporters have pointed out, Republican presidents and Supreme Court nominees have cited the importance of empathy as well. But it became a highly charged term that, along with Justice Sotomayor’s comment that a “wise Latina” would make better decisions, defined her confirmation process.

Mr. Sessions has since made a point of grilling the president’s nominees for lower courts about whether they agree with Mr. Obama or with Justice Sotomayor. At a hearing in December, for example, Albert Diaz, who was nominated for a seat on the United States Court of Appeals for the Fourth Circuit, danced delicately around the question.

“I do believe that empathy has a role to play in our judicial process, but not as part of the ultimate decision-making process,” Judge Diaz said. Empathy, he added, meant “that folks believe that they’ve gotten a fair shake, that the judge has listened carefully to what it is that they have to say.” The Judiciary Committee unanimously sent Mr. Diaz’s nomination to the Senate floor, where it is pending.

When Justice John Paul Stevens announced his retirement this month, Mr. Obama left the e-word out of the job description. Instead, he said he wanted someone with “an independent mind, a record of excellence and integrity, a fierce dedication to the rule of law, and a keen understanding of how the law affects the daily lives of the American people.”

A justice, Mr. Obama added, must be someone who “knows that in a democracy, powerful interests must not be allowed to drown out the voices of ordinary citizens.”

Asked last week if that constituted empathy in the president’s mind, Robert Gibbs, the White House press secretary, demurred. “I don’t know whether all of that meets the test of the definition of a certain word,” he said.

Ed Gillespie, a former adviser to President George W. Bush who shepherded Mr. Roberts’s nomination through the Senate, said: “It’s not surprising Obama’s backed away from citing empathy as a quality as a justice. Empathy’s a great trait in a drinking buddy, but not so much a Supreme Court justice.”

“The most empathetic party in a case,” Mr. Gillespie added, “may not be the one with the law on its side, in which case a justice should actually set aside his or her empathy. Unfortunately, it’s doubtful President Obama’s backed away from empathy as a qualification as much as he’s backed away from using the word itself.”

Liberal supporters hope that is true. “Looking at the president’s language, I think he’s looking for someone who understands that the Constitution promises fair treatment for all people,” said Michael B. Keegan, president of People for the American Way, an advocacy group. “Judges who push a political agenda that consistently privileges corporations and powerful interests over the rights of individuals aren’t keeping faith with the Constitution.”

Pamela S. Karlan, a Stanford Law School professor who many on the left wish Mr. Obama would nominate for the Supreme Court, said the real issue is that many people do not understand the difference between empathy and sympathy. Empathy means being able to imagine oneself in the condition or predicament of another, while sympathy means sharing the feelings of another to the point of compassion or pity.

“The problem with the word empathy isn’t the concept, it’s the confusion,” Ms. Karlan said. “People don’t want judges who say, ‘Oh, I feel so bad for you I’m going to disregard the law.’ Nobody wants that in a judge, on the left or the right. But I think everybody wants judges to understand people and how the law operates in their lives.”
A version of this article appeared in print on April 26, 2010, on page A12 of the New York edition.



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Demi Moore at the Four Seasons Hotel in Beverly Hills, Calif. - Now G.I. Jane Is Somebody’s Mom


Now G.I. Jane Is Somebody’s Mom
David Lauridsen for The New York Times

Demi Moore at the Four Seasons Hotel in Beverly Hills, Calif.
 

By JENNIFER STEINHAUER
Published: April 15, 2010
 

Demi Moore with David Duchovny in the recently released film “The Joneses,” one of her new spate of movies.

THE biceps are smaller. The tabloid tales of excessive salary demands, followed by those of rural seclusion, have been replaced with a running commentary about her tweets, many of them concerning her activism against human trafficking. Her signature raspy voice and striking green eyes are unchanged, her only concessions to age a single strand of gray and a pair of reading glasses tucked discreetly on a coffee table next to her designer sunglasses.

Time and circumstances have transformed Demi Moore, 47, from a box-office superstar consumed with one-arm push-ups into this small-film actress, sitting in lotus position.

Her breakout performance in the 1985 film “St. Elmo’s Fire” led to perhaps the most crazy-quilt — and lucrative — filmography as any contemporary actress can claim. There were the date movies (“About Last Night ...”), the steamy provocations (“Indecent Proposal,” “Disclosure”) and the blockbusters (“Ghost,” “A Few Good Men”), which begot the overexposed flops (“Striptease”) and, in the final body blow to the once-highest-paid actress in Hollywood, “G.I. Jane,” released in 1997.

Now Ms. Moore — a k a Mrs. Ashton Kutcher, her biggest role of the last few years — is back on the scene, quietly and no less eclectically, adding a period heist movie (“Flawless”), an ensemble piece (“Bobby”), an under-the-radar family angst picture (“Happy Tears”) and now “The Joneses,” an indie satire that opened Friday. In it she plays the matriarch of a fake family, sent to suburbia to hawk face creams and golf clubs and other totems of conspicuous consumption. Her successes and limitations limn that curious piece of geography in Hollywood where the over-40 actress can encounter bounty (you go, Sandra Bullock) or a spectacularly barren landscape (get back on the big screen, Michelle Pfeiffer).

If she’s now the mom — she’s been cast as Miley Cyrus’s in the coming “LOL” — and no longer the big-budget babe, it is what it is. She cites as her proudest achievement her ability to endure fame and come out on the other side the mom and wife in psychic bliss.

“The thing I am most proud of is the relationship I have with my children, with my husband, with my ex-husband, with his wife, with my friends,” Ms. Moore said during an hourlong chat over coffee at a brasserie here. “And I think within that, with myself, I think I am most proud of my willingness — well, not my willingness, but I think the grace in which I have dealt with and continue to deal with my obstacles and challenges and my continued desire and ability to embrace my failings and to appreciate that which is imperfect.”

Demi Moore has been, at various times, less performer than cultural Rorschach test.

Did you love her when she bared her naked pregnancy on the cover of Vanity Fair, demanding real Hollywood money and snagging a hot, successful husband 15 years her junior? Or were you more impressed with her for ditching the scene for nearly a decade in favor of carpooling and grocery shopping in Hailey, Idaho, and for having a highly civilized, even charming divorce in a sea of sick-making YouTubeistic splitsville exhibitionism?

Or have you never forgiven her for her entourage during the early ’90s, hate her for stripping it down, taking it off all together and remaining uncommonly gorgeous in a city where many women sport a face that seems in several decades at once, thanks to modern science?

Either way, you know her and her quintessential Hollywood narrative. Born in Roswell, N.M., Ms. Moore escaped a chaotic and even tragic childhood that included her father’s abandonment and the suicide of her alcoholic adopted father, who dragged the family from city to city before settling in Los Angeles in 1976, where she attended Fairfax High School.

After quitting school to act, she landed her first big role on the soap opera “General Hospital,” and her film career was sparked by what could be described as Brat Pack serendipity. Joel Schumacher, the director and co-writer of “St. Elmo’s Fire,” a tale of 20-something angst, worked in an office across the hall from John Hughes, the creator of 1980s teenage touchstones like “Pretty in Pink” and “Ferris Bueller’s Day Off” who died last year. Ms. Moore had gone to audition for Mr. Hughes, Mr. Schumacher explained, and had gotten tired of waiting.

He had been trying to cast the role of Jules, the vexed drama queen who botches her own suicide attempt, and had been frustrated in his efforts. Mr. Schumacher peered down the hall of his floor one day and spotted the young actress, leaving.

“Literally as I walked out my door, I saw this flash of hair,” Mr. Schumacher said in an telephone interview. “‘Run after her!’ ” he said to his co-writer, Carl Kurlander. “After five minutes he came back panting and said her name is Demi Moore, and she’s on ‘General Hospital.’ So she came in. She rode a motorcycle those days without a helmet. She was, I think it would be appropriate to call her, a very wild child.”

But she wowed him almost instantly with her cross of uncanny beauty and what he called “emotional depth,” even though he had to fire her (momentarily) for antics — reportedly drugs, though neither he nor Ms. Moore will divulge specifics. “She took that role, and she made it her own,” he said. “And it was at that point that she really started disciplining herself to not be the wild child.”

As Ms. Moore’s career exploded, she became known throughout Hollywood as one of its most disciplined, if demanding, performers. Her zeal for trappings like the private jet and the bevy of weird outfits, and for demanding box-office gender parity, brought her the moniker Gimme Moore and unflattering press coverage even as she churned out hits.


“There was a real misperception,” Ms. Moore said. “Part of it was the times we were living in. They were very excessive times.” In trying to make the money she thought she deserved and to keep her family around her, she said, “you have to be willing to take the brunt of some judgment and criticism if you are seeking to create an opportunity of change that will not just affect you.”


She took a sip from her Starbucks cup, which no one in the West Hollywood restaurant where we met seemed to mind. She’s a regular. “And at the same time I have to step back, because I truly believe I have to look at, and not in a way that is in any way a victim, and say: ‘O.K., what was it that I was doing? What was it that I was putting out that also created that?’ And take responsibility.”

Her day of reckoning was nigh.

In 1998, following the box-office flop of “G.I. Jane,” Ms. Moore made her well-documented shift from box-office star to small-town mom. Her mother died, her marriage with Bruce Willis hit the skids. She sat on the set of “Passion of Mind” in Paris and felt things coming apart.

“While I was there, I realized that my children weren’t getting the best of me, the film wasn’t getting the best of me, and I didn’t even know where I was in the mix,” she said. “As a product of divorced parents I realized I needed to just be in one place and allow my children to regain their equilibrium, to ground and find another center, and I didn’t feel that was something that I could do while being off on location and running around.”

It was not that she retired, as was widely reported, she said; she was just resting, a career savasana.

Her three children became “my entire focus,” she said, “and without a time frame that I could say, ‘All right, in a year or two years.’ It was all just an instinct of knowing that it would be revealed.” So there were several years of volunteering in classrooms, going on field trips, living the mom life.

And then, she said, her kids had had enough. Enter Mr. Kutcher, whom she met at a dinner party in New York in 2003. “My kids really got to a point after living in a small town,” she explained, “when they really felt they needed something bigger, something with more diversity. They really pushed me to come back here. Then I met my husband and had my own motivations.”

Back in Los Angeles, where she and Mr. Kutcher married in a 2005 kabbalah ceremony — she has practiced that mystical movement of Judaism for eight years — she seems to spend as much time on Twitter dispensing pediatric recommendations to strangers (“dr jay Gordon was my Pediatrician for all 3 of my girls and he us truly one of the best Hope he can help”) and lobbying senators on behalf of her foundation to end sex slavery (“Sex and Money — This is a powerful piece on domestic slavery and trafficking http://bit.ly/dz6Gby”;) as she does reading scripts.

Ms. Moore’s re-emergence in Hollywood came in 2003, as the spectacularly in-shape villain of “Charlie’s Angels: Full Throttle.” But mostly gone are the big-budget mainstream entertainments.

Ms. Moore — who wore tiny-checked pants, jazz shoes and a black sweater to the interview, at which she easily tucked one leg under the other into a half-lotus position on a couch — is looking for roles that are “creatively satisfying,” she said. “There are limited opportunities just because not as many films are being made, and so you combine that with the fact that women have always spoken out about the struggle for good quality roles, and then you add into it that we are a very youth-driven society, and that brings other challenges. And I feel in a certain way I didn’t really fit in a box they could navigate."

Ms. Moore’s situation is both odd and typical, Mr. Schumacher said. “Middle-aged women can have huge careers on television but not as much in movies. It’s like they celebrate you when you’re the pretty young thing, then there is a dead zone until menopause, when they rediscover you and give you an Academy Award.”

Her latest film, “The Joneses,” co-starring David Duchovny, explores the notion of hyperconsumption, which Ms. Moore said fascinated her. “I love the message that ultimately while stuff is great and there’s nothing wrong with wanting a nice bag or a nice car or a nice house or nice clothes,” she said, “it ultimately is not the answer to our happiness or fulfillment, that it’s our human connection with one another, that without that none of the other stuff matters anyway.”

Derrick Borte, the writer and director of “The Joneses,” talked about Ms. Moore in terms roughly equal to those who directed her 20 years ago. “She has this hard shell,” he said, “a professional, driven exterior that she shows so well on camera, but she shows cracks in such a brilliant way.”

For now it seems Ms. Moore is comfortable with her cracks — both real and fictionalized — for the big screen. She has a husband who tries never to spend a night apart from her and who she is “Absolutely!” confident will be at her side when she is 70. She is dedicated to her foundation. She’s got her journey, which she speaks of often. Movies are now the icing, not the cake.

“She’s happily married, her kids are grown and seem fabulous, and she’s very active in politics,” Mr. Schumacher said. “So let her be Demi Moore.”

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