Dienstag, 6. April 2010

Frohe Ostern!


Feliz Páscoa a todos!

Páscoa em alemão é "das Ostern" (pronunciado com "o" fechado.. pronúncia aproximada "ôs-tán", síbala tônica é a primeira).

Apesar de ser uma palavra geralmente singular e sem artigo, na hora de desejar feliz páscoa ela é usada no plural. Por isso, é comum que os adjetivos fiquem também no PLURAL.

Por isso se diz: FROHE OSTERN! ou FRÖHLICHE OSTERN! (com o adjetivo no plural)

Para se dizer NA PÁSCOA, usa-se em geral a preposição ZU. Mas também se usa regionalmente a preposição AN.

ZU OSTERN ou AN OSTERN (Na Páscoa).

Em geral se usa sem o artigo... ou seja.. para se dizer A PÁSCOA é mais comum dizer apenas OSTERN.

Na Alemanha o símbolo da Páscoa também é o coelho. Mas as lojas não ficam cheias de ovos de chocolate como no Brasil. Ovos de chocolate existem, mas geralmente passam despercebidos. Os alemães gostam mesmo é de ovos (de galinha) coloridos ou ovinhos pequenos (doces com forma de ovos). Eles escondem os ovos coloridos no jardim ou em algum lugar aberto para que as crianças os encontrem.

Para se fazerem compostos com a palavra Páscoa,

cai o N de Ostern.der Osterhase - o coelho da Páscoa

die Ostertage - (os dias de) Páscoa

der Ostersonntag

- o domingo de Páscoadie Ostereier

- os ovos de Páscoa etc.

Frohe Ostern!



http://queroaprenderalemao.blogspot.com/

Aprender hip hop passo a passo - Dance e perca peso

Mocinhassss,
Este video é super ...
Vc mexe o corpo inteiro .....
Maravilhsoooooooo!!!!
Beijinhos
Lili

Um bálsamo chamado amizade




Revista Bons Fluidos

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Um bálsamo chamado amizade
Cada amigo alojado no lado esquerdo do peito vale muito. Tanto que a vida perderia o sentido se eles não estivessem por perto, compartilhando alegrias e atenuando tristezas. Como você verá nessa reportagem, motivos não faltam para mantermos nossas conexões sempre nutridas e ainda arriscarmos novos encontros, de preferência nos misturando a gente de toda sorte
Texto • Raphaela de Campos Mello e Vivian Goldmann
Direção de arte • Camilla Sola

O número impressiona: uma rápida busca no Google para o termo amizade rende nada mais que 18 milhões de remissões. Não é para menos: são os amigos que nos dão colo, falam aquelas verdades que temos dificuldade de contar para nós mesmas, fazem parte da nossa história, enfim, estão sempre ao nosso lado, faça chuva, faça sol, muitas vezes desde os primeiros anos de vida. Eles também servem de inspiração para livros, filmes (veja box na página 38) e letras de música -- quem não se lembra do refrão “Eu quero ter um milhão de amigos e bem mais forte poder cantar”, entoado pelo rei Roberto Carlos. Tem ainda o filme O Náufrago (2000). Nele, o personagem interpretado por Tom Hanks só consegue aplacar o desespero provocado pelo isolamento total graças a Wilson, a bola de vôlei transformada em fiel escudeiro.

E olha que o tema não é fruto das necessidades contemporâneas, em que a solidão e o isolamento dão o tom. Na Antiguidade, os filósofos dedicaram um número considerável de reflexões ao assunto, tamanha sua importância na vida cotidiana. O romano Sêneca (4a.C.-65d.C.), por exemplo, mandou um recado a seus contemporâneos inflados pela onipotência: “Nunca a fortuna põe um homem em tal altura que não precise de um amigo”. Ao que acrescenta o psicólogo Antonio Carlos Amador Pereira, autor de O Adolescente em Desenvolvimento (ed.Harbra): “Se pensarmos evolutivamente, a amizade faz parte do instinto de sobrevivência, porque, uma vez agrupado, o homem faz as coisas mais rápido e melhor”.

Antonio Carlos também vê a amizade como uma via de mão dupla. “Se tenho um amigo, isso significa que também sou alguém com disponibilidade para escutar e partilhar as coisas.” Mas, além de acolher, o companheiro deve se sentir à vontade para dizer o que pensa. “É preciso haver espaço na relação para expor seu ponto de vista para o outro”, ele ressalta.

Cercada de apoio, sinceridade e confiança, a engrenagem da amizade embala. É inevitável. No entanto, alguns laços são mais duradouros que outros. Há amigos que a gente fica meses e até anos sem ver e quando reencontra sente que o tempo não passou. Outros, ao contrário, se filiam à nossa vida num determinado período e depois seguem carreira solo. “Amizade é uma questão de sintonia. Mas as pessoas se modificam e acabam perdendo essa conexão. É comum, por exemplo, reencontrar um amigo do colegial e ficar rememorando os tempos de escola. Porém, é evidente que a vida mudou para ambos e que aquela relação ficou no passado”, avalia o psicólogo.

Nada mais natural. Afinal, estar vivo é protagonizar metamorfoses em série. Logo, dependendo da etapa de vida, teremos expectativas distintas em relação ao círculo de amizades. “Quando somos jovens, o grupo ocupa um espaço muito maior. Com a chegada da maturidade e das obrigações impostas pelo trabalho e pelo casamento, há uma diminuição da interação social pela falta de tempo. Muda, portanto, a dinâmica da amizade, mas ela continua existindo”, diz a antropóloga e professora Claudia Barcellos.

Segundo a antropóloga, as relações amorosas também podem, em alguns casos, esfriar o vínculo de camaradagem, uma vez que o parceiro assume papel de ouvinte e conselheiro íntimo ou ocupa por um tempo um lugar de destaque na lista de prioridades. “É comum amigos se afastarem quando um deles inicia uma relação amorosa. Mas é muito importante continuar estabelecendo e aprofundando os vínculos fraternais paralelamente”, enfatiza ela.

Tente de novo - Novos caminhos

A vida nos surpreende a cada instante ....
A busca da felicidade é constante e voraz
Busque e encontrará
Beijinhos
LI



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Tente de novo
Há momentos em que a vida nos coloca diante de uma bifurcação. Aí, não tem jeito, temos de decidir se oferecemos um voto de confiança às pessoas e aos sonhos que ficaram para trás ou se viramos a página e apostamos nossas fichas em novas histórias
Texto • Raphaela de Campos Mello
Direção de arte • Camilla Sola

Lúcia se abriu para um novo amor após o divórcio. Vera entrou na faculdade assim que as filhas adultas agarraram seus diplomas. Mara voltou a dirigir após uma temporada longe do volante. Tatiana reatou uma antiga amizade graças a uma conversa regada a lágrimas e abraços. Os nomes dessas personagens são fictícios, mas suas histórias, reais. Você mesma deve conhecer outros tantos relatos de pessoas que deram uma segunda chance a amigos, parceiros, hobbies e estudos. Mas, afinal, o que colhemos quando recomeçamos uma história do zero? “Ganhamos a possibilidade de resgatar um sonho significativo”, afirma Lidia Aratangy, terapeuta de casais e família, autora de O Anel que Tu me Deste (ed. Artemeios). Já a psicóloga Celina Figueiredo, especialista em psicologia do budismo, vê em cada nova investida um exercício libertador. “Quando damos uma segunda chance a alguém ou a uma situação, passamos a olhar o outro e a nós mesmas de forma diferente”, diz a estudiosa.

Essa lógica, ela destaca, compreende a essência do budismo. “Os seguidores de Buda buscam a liberdade interna, ou seja, não deixam que a mente se prenda a padrões condicionados.” Logo, mudar de ideia, redirecionar o ângulo de visão, desbravar horizontes inexplorados, enfim, começar a acreditar no potencial de regeneração da vida é uma forma de escrever nossa história com mais fluidez. “Temos de prestar atenção ao frescor de cada dia e aos ciclos de renovação da natureza. Dessa maneira, aprendemos que aquilo que hoje faz sentido amanhã pode não mais fazer e vice-versa”, diz a psicóloga.

Questão de limite
Persistir, se reinventar, se refazer e sonhar são habilidades que dominamos como nenhum outro ser vivo na face da Terra. “Uma das características mais marcantes do ser humano é a capacidade de recusar o que parece não ter alternativa”, afirma o filósofo e professor titular da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Mario Sergio Cortella, autor de Não Nascemos Prontos! Provocações Filosóficas (ed. Vozes).

Na busca por soluções, ele explica, o inconformismo ativa em nós o que podemos chamar de fome de jogo. Uma vez acomodadas na mesa de apostas, usamos nossas fichas por rodadas seguidas. A esperança nos mantém ali, soprando em nossos ouvidos que seremos vencedores. “Não há limites quando acreditamos na causa pela qual lutamos. Só não recorre à segunda, à terceira, à quarta chance quem desistiu”, ele defende, se apoiando no exemplo clássico de Thomas Edson, criador da lâmpada. “Ele errou 1430 vezes antes de conceber sua invenção e não esmoreceu.”

Mas, como qualquer jogador sensato, precisamos reconhecer o momento exato de abandonar o páreo. “Claro que há a persistência tola, aquela que não traz resultados satisfatórios. Porém, enquanto a pessoa enxergar possibilidades, deve insistir”, opina Cortella.

A terapeuta Lidia Aratangy, ao contrário, prefere traduzir ao pé da letra a expressão segunda chance. “Para ser de fato uma segunda cartada, ela precisa apresentar uma condição nova, porque, se for igualzinha à da última vez, vai dar no mesmo lugar”, alerta. Isso quer dizer que, se você decidiu voltar a estudar, essa vontade deve vir acompanhada de uma disposição bem diferente daquela que a fez aposentar os livros, por exemplo, por falta de ânimo. “Do contrário, a desistência vai se repetir”, ela avisa.

O mesmo raciocínio se aplica aos relacionamentos amorosos. Aceitar as súplicas do parceiro é válido quando ele elaborou, de fato, uma proposta inédita para a retomada do namoro ou do casamento. Agora, se o cônjuge oferece apenas mais do mesmo, fique com o pé atrás. “Se você tomou aspirina três vezes e ela não fez efeito, não adianta tomar a quarta, melhor mudar de remédio”, compara a terapeuta.

De repente, tudo mudou

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De repente, tudo mudou
Pode parecer só mais um dia comum, mas, de uma hora para outra, sem que a gente espere, o Universo nos traz um presente: uma experiência que vai funcionar como uma espécie de divisor de águas. O sinal de que devemos dizer SIM para aquela oportunidade pode vir por meio de uma pessoa que conhecemos muitos anos antes, de uma exigência profissional, um desejo que não sabemos exatamente de onde vem ou de uma viagem inesperada. As possibilidades são infinitas, mas uma coisa é certa: depois daquele momento, jamais seremos iguais. Veja, a seguir, o depoimento de três mulheres que vivenciaram experiências radicais e nunca mais foram as mesmas
Texto • Thays Sant’Anna
Direção de arte • Camilla Sola

Rajany Freixo
Terapeuta

foi há uns três anos que me bateu uma vontade muito forte de passar pela experiência de “viver de luz”, ficar 21 dias em silêncio, sem celular, sem internet e sem comer absolutamente nada. Eu, que já era vegetariana, inicialmente optei por uma alimentação viva (apenas alimentos naturais, que não passam pelo fogo nem são congelados), à base de saladas, sucos e grãos germinados. Em maio do ano passado, surgiram o tempo e o dinheiro necessários para a vivência.

Fui para uma comunidade em Minas Gerais e, durante três semanas, tive apenas alguns livros como passatempo, pois a ideia ali era mesmo não se distrair. O dia ficava oco, porque, fora a oração à noite, que durava uma hora e reunia todos os participantes, no restante do tempo era só eu comigo mesma. Assim, passávamos a maior parte do dia deitados em camas, redes, tomando sol ou meditando. Minha cabeça ficava a mil e prestar atenção em minha respiração era a única maneira de estar presente e não me deixar levar pelos pensamentos.

A primeira semana foi a mais difícil, porque, além de não comermos, ficávamos também sem água, o que no começo parecia um despropósito, e nossa atenção devia estar focada no corpo físico. No quarto dia, senti muita dor de cabeça e ânsia de vômito e pedi água para uma das facilitadoras. Ela me disse que a escolha era minha, pois era eu quem estava criando aqueles sintomas em meu corpo por meio de minhas crenças. Nesse dia, senti o quanto nossos pensamentos determinam o que nos acontece no mundo físico e resolvi que eu escolheria sair do sofrimento. Não passei mal de novo. Na segunda semana, revi minhas relações e muitas pessoas e lembranças me vieram à mente. Nos últimos sete dias, me deparei com minhas crenças sobre família, dinheiro, futuro e sobre mim mesma.

Apesar de muita gente imaginar que vamos ficando cada vez mais fracos, a sensação é exatamente oposta. Ao longo dos dias, fui ganhando mais energia e me sentia parte do todo, plena, em comunhão com Deus e com a natureza. Ali, aprendi que a felicidade não depende de nada externo. Um chuveiro elétrico, uma cama e uma escrivaninha eram tudo de que eu precisava. Na volta, fui recomeçando minha alimentação vegetariana. Hoje, sinto que minha relação com a comida é completamente outra. Especialmente porque nós, mulheres, comemos muito em função do nosso estado emocional. Eu aprendi a não ter mais essa dependência. Antes, vivia de regime, insatisfeita com meu corpo e emocionalmente cheia de “altos e baixos”. Depois dessa experiência, nunca mais engordei, porque como apenas o que preciso, e comecei a ter pensamentos mais positivos e emoções espiritualmente mais elevadas.

No início deste ano, lá estava eu de novo para mais uma vivência. Acho importante, sempre que posso, fazer uma faxina interna anual.

Programas de TV e Revistas

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